Nova geração de videogames muda as relações sociais

por Equipe de conteúdo

Todo mundo conhece a imagem do adolescente viciado em videogames, que fica horas e horas trancado sozinho no quarto.

Não, esse tipo de jogador solitário não vai acabar, mas a nova geração de jogos eletrônicos promete mudanças radicais nas relações sociais, familiares e profissionais.

Desde o Nintendo Wii, e agora mais recentemente com o badalado Kinect da Microsoft, a forma de se jogar videogame vem mudando completamente.

A troca dos joystics tradicionais pelo uso do corpo como controle do jogo cria novas situações, capazes de reunir pessoas de formas inusitadas, seja em casa com a familia ou amigos, seja no ambiente das empresas (muitas estão adotando os games como entretenimento para os funcionários ou mesmo para treinamento).

Imagine jogar golfe ou tênis na sala de casa? (e o melhor, sem quebrar nenhum vaso!). Os sensores de movimento permitem isso com movimentos simples, que qualquer um pode executar.

Pessoas que até então não se interessavam por jogos eletrônicos pelo complexidade de uso do joysticks ou mesmo por desinteresse pelos temas (afinal nem todo mundo gosta de tiroteio virtual ou de pilotar naves espaciais) passam agora a ser um novo público potencial .

É bem provável que os videogames invadam também as academias, assim como já vem fazendo com clínicas de fisioterapia, e já algum certo tempo com centros de treinamento militares.

O avanço das novas (e velhas) tecnologias como o 3D por exemplo, que permite a criação de ambientes cada vez mais realísticos farão com que os games fiquem cada vez mais versáteis, sendo usados numa infinidade de situações e propósitos por pessoas de diversas gerações, e não mais só no quarto dos gamers solitários.

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