Prejuízos com ransomware atingem em cheio pequenas e médias empresas

Ataques ransomware (sequestro virtual de dados) vem aumentando a cada ano e atingem cada vez mais pequenas e medias empresas.O temido ransomware é um tipo de ataque virtual que bloqueia os dados e exige pesados resgates.

 

Imagine a situação, você liga o computador e vê uma mensagem de que seus dados foram sequestrados, uma cena como essa abaixo:

 

 

Pois é, esse é o temido ransomware, seus dados foram “sequestrados” e os hackers (criminosos virtuais) pedem uma polpuda quantia em dinheiro para a liberação.

Você hesita num primeiro momento, mas muda de ideia quando descobre que não tem backup dos dados e, portanto, precisa de qualquer jeito daquelas informações.

Resultado: Sem um backup como alternativa você acaba pagando pelo resgate.

Há coisa de 10 anos essa seria uma cena improvável numa pequena empresa, afinal sempre houve no imaginário popular que os hackers atacam grandes multinacionais, como Shell, Volkswagen, Citibank, etc.

Infelizmente esses tempos se foram.

Atualmente diante das facilidades de se obter ferramentas para a prática desses golpes (o que também trouxe o aumento da concorrência) os criminosos virtuais atacam cada vez mais pequenas e médias empresas.

Segundo especialistas como a fabricante de antivírus Kapersky, oficial e extraoficialmente somente no Brasil, cerca de 350 mil empresas são atacadas todos os anos.

Se considerarmos que não existem 350 mil grandes empresas no país, fica fácil calcular que o grosso desses ataques recai sobre as médias e pequenas.

É um número assustador, afinal estamos falando de quase 1.000 golpes por dia!.

Sofrer um ataque ransomware custa caro e paralisa a empresa

O problema do ataque ransomware não é apenas o pagamento do resgate em si, mas uma série de outros inconvenientes que são válidos listar:

Caso não tenha um backup, a empresa fica paralisada, pois os dados essenciais de clientes, estoques, financeiros, planilhas, etc. ficam bloqueados e sem eles as atividades ficam muito prejudicadas.
• Sem esses dados fica praticamente impossível para a equipe trabalhar, pois não há como emitir Notas Fiscais, executar ordens de serviço, confusão nas entregas, etc.
• A diretoria da empresa ou a equipe de TI param de executar suas atividades para “correr atrás” do pagamento do resgate.
• As reclamações de clientes se avolumam e prejudicam a imagem da empresa.
• Os boatos entre os funcionários se espalham e prejudicam o clima interno.
• Todos os problemas relacionados acima começam a gerar prejuízos diretos e indiretos.

Minha empresa corre tanto risco assim?

Infelizmente Sim!

Hoje são constatados esse tipo de golpe em empresas de todos os tamanhos e ramos de atividade, da oficina mecânica do bairro até grandes empresas com dezenas de milhares de funcionários, ocorrendo também em medias empresas.

O volume de ataques cresceu assustadoramente desde 2014 e hoje os criminosos não escolhem vítimas.

Não importa seu faturamento, tamanho ou ramo, eles estão interessados no seu dinheiro.

Qual a melhor solução para não pagar resgate no caso de ser atacado?

A solução número 1 com certeza é ter um backup atualizado.

O backup na nuvem para empresas por exemplo, mantém os dados seguros num ambiente externo.

Portanto caso a empresa não queira ter que sujeitar a pagar o resgate, poderá simplesmente formatar os computadores afetados.

Dessa forma o vírus que carrega o ransomware é eliminado e a recuperação dos dados é realizada, de modo que a empresa possa voltar a operar em poucas horas.

Além do backup quais outras medidas podem ser tomadas?

Entramos numa era em que a prevenção é um caminho sem volta e o tema da segurança digital tem que estar na agenda das empresas o tempo todo.

Aqui vão algumas dicas básicas:

• Manter os sistemas operacionais originais (Windows, por exemplo) sempre atualizados.
• Manter um sistema de antivírus pago.
• Fazer campanhas de conscientização com os funcionários para que não acessem páginas web, não abram e-mails, não cliquem em links e não baixem programas suspeitos.
• Manter um sistema firewall.

Investir em prevenção contra o ransomware vale a pena!

Se você acha que as dicas acima vão custar caro, imagine quanto custaria ficar parado?

Para uma empresa cujo pico de vendas é o dia das mães, o dia dos namorados, páscoa ou natal sofrer um ataque nessa época pode significar a diferença entre o lucro ou prejuízo do ano!

Imagine para uma agência de turismo ficar paralisada na época de férias ou um supermercado ficar paralisado na semana do natal?

Seja qual for o seu ramo de atividade, mentalize um cenário em que você não gostaria de ver a empresa parada de jeito nenhum!

 

Leia também: 4 ferramentas para deixar os hackers longe dos seus dados

 

As soluções sugeridas são bem acessíveis, hoje é possível adquirir sistemas operacionais e antivírus, com pacotes de 10 licenças por menos de R$ 1.000,00 ao ano cada.

Para empresas que necessitam de volumes maiores, sempre há opção de negociação e financiamento com os fabricantes.

Serviços de backup na nuvem, como o Gemini Cloud Backup, também são extremamente acessíveis, cujo preço do Gigabyte custam abaixo de R$ 1/mês.

As campanhas de conscientização por sua vez só terão como custo o tempo dos colaboradores, porém serão importantes para criar o engajamento e até melhorar o clima interno da empresa!

Se você chegou ao fim desse esse artigo, nossos parabéns, pois demonstra que se preocupa com a segurança dos dados corporativas e a continuidade dos seus negócios.

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