Produção e consumo de fécula de mandioca no Brasil

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Fécula-de-mandioca-no-Brasil

A indústria de fécula (amido) de mandioca surgiu no Brasil na década de 1950, com as primeiras unidades industriais instaladas em Santa Catarina. As mudanças estruturais mais significativas, porém, foram acontecer apenas nos anos 1990 (CARDOSO E SOUZA, 1999).

Os anos 2000, por sua vez, foram marcados pela entrada de novos investidores no setor – especialmente por parte de grupos multinacionais –, e por mudanças institucionais e econômicas. Foi neste período, inclusive, que o Cepea iniciou o levantamento de preços da raiz, da fécula e de farinha de mandioca, passando a ser a principal fonte de informações para a cadeia produtiva. E desde 2004, o Cepea realiza o “Censo da Indústria de fécula no Brasil”, que se tornou referência para a tomada de decisão por parte de agentes envolvidos tanto no mercado de mandioca e como na formulação de políticas públicas.

Em função do advento da industrialização de mandioca dos anos 2000, o parque industrial brasileiro é um dos mais modernos do mundo. A capacidade instalada no País é para a moagem de 21,4 mil toneladas de raízes por dia, concentrada no Paraná, em Mato Grosso do Sul e no estado de São Paulo. Nos últimos anos, até foram observadas instalações de firmas em outros estados, mas estas foram desativadas, seja pela falta de matéria-prima ou por aspectos relacionados ao mercado.

Em 2018, foram produzidas 536,6 mil toneladas de fécula de mandioca Brasil, tendo expressivo avanço de 27% frente ao ano anterior – que, ressalta-se, foi a menor desde 2004. Este ponto evidencia um dos grandes entraves na indústria, a ociosidade industrial, que é resultado das características da produção agrícola e também da ausência de arranjos institucionais.

Com a capacidade instalada atual, considerando-se – um total de 280 dias trabalhos no ano e um rendimento médio de amido de 26%, seria perfeitamente possível se produzir um volume superior a 1,5 milhão de toneladas. Para atingir esse resultado, contudo, é necessário a busca por relações contratuais que venham a garantir o abastecimento das firmas.

Mesmo com os entraves que se observam no setor, a indústria de fécula brasileira tem mantido o número de empregos diretos, que, em 2018, ficou acima de 3,4 mil, segundo dados do Cepea. Além disso, o Valor Bruto da Produção (VBP) desta cadeia de produção ficou acima de R$ 1,3 bilhão no mesmo ano, crescimento de 8% frente a 2017.

As fortes sazonalidades na produção e consequentemente no preço da mandioca e dos derivados tiveram efeitos sobre o consumo nos últimos anos, especialmente com a migração de alguns mercados para o amido de milho – que são os casos das indústrias de papel e de papelão e do setor têxtil. Porém, a quantidade consumida se consolidou na indústria de massas, biscoito e panificação, nos frigoríficos, atacadistas e, mais recentemente, na indústria de tapioca. Um ponto de destaque é que, em 2018, mais empresas comercializaram o derivado por meio de contratos.

Os dados apresentados indicam que têm sido observadas mudanças na dinâmica da indústria de fécula e também no consumo do derivado. O setor de fécula ainda tem grande potencial, mas, para que cresça ainda mais, é preciso minimizar as sazonalidades de produção e de preços e tentar impulsionar as exportações – este último pode ter suporte diante do recente acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

CARDOSO, C.E.L.; SOUZA, J.S. Aspectos agro-econômicos da cultura da mandioca: potencialidades e limitações. Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 1999. 27 p. (Embrapa Mandioca e Fruticultura. Documentos, 86)

Fábio Isaías Felipe
Pesquisador do Cepea
cepea@usp.br
Publicado em: 07/08/2019

Fonte: https://www.cepea.esalq.usp.br/br/opiniao-cepea/producao-e-consumo-de-fecula-de-mandioca-no-brasil.aspx

 

 

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Venda melhor | Consulta de crédito Serasa direto pelo sistema

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Consulta-de-crédito-Serasa

Vender é bom, mas receber é melhor ainda.

E vender bem requer uma análise de crédito apurada.

Quando se fala em análise de crédito, a Serasa é com certeza uma das referências.

A empresa reúne uma vasta base de dados e emite relatórios que permitem ao empresário fazer a consulta de crédito avaliar o risco de crédito de seus clientes.

Por que uma consulta de crédito dos clientes na hora da venda?

Ainda que boa parte das vendas hoje sejam transacionadas no cartão de crédito, ainda há um volume expressivo de vendas feitas no modo tradicional.

Seja com a emissão de boletos, ou seja, no crediário próprio da empresa.

Nessas horas é importante a empresa se precaver, avaliando se o histórico de crédito do cliente permite que seja feita a venda.

Fazer a consultar de crédito de clientes pelo Serasa ajuda sua empresa a evitar problemas nessa hora.

Pois caso o cliente apresente um histórico de problemas, como emissão de cheques sem fundo e protestos por exemplo, há um risco maior na venda.

Consulta simplificada no Serasa direto pelo sistema

Para ter agilidade, uma consulta de crédito de clientes ao Serasa deve ser simplificada.

Não dá para deixar o cliente esperando horas para dizer se vai vender para ele ou não.

Pelo Único ERP, sistema de gestão da Unimake Software é possível fazer consulta ao Serasa de forma rápida e simples.

O Único pode ser integrado à conta da empresa no Serasa.

No ato da venda o usuário, diretamente pelo cadastro do cliente, dá um comando para fazer a consulta.

O Único então faz o pedido diretamente ao Serasa e apresenta na tela, instantaneamente a consulta de crédito.

Nesse caso o vendedor (caso tenha autonomia), ou um supervisor de vendas pode analisar e deliberar sobre a realização ou não da venda, caso o relatório do Serasa apresente um histórico desfavorável do cliente.

É importante frisar que o cliente deve firmar um contrato de serviços com a Serasa previamente, de modo a poder ter acesso aos relatórios.

Direto pelo sistema em poucos segundos

Todo esse processo não leva mais que 15 segundos e permite um parecer do time de vendas “no ato”.

Afinal uma empresa não deve realizar uma venda de 5, 10 mil reais sem uma ferramenta dessas.

Fazer boas vendas reflete na saúde financeira da empresa, pois evita a perda das mercadorias, bem como evita os custos com o tempo e taxas na cobrança do devedor posteriormente.

Gostaria de ter essa funcionalidade à sua disposição?

Fale com nosso departamento comercial sem compromisso pelo 44 3141-4900 ou pelo email comercial@unimake.com.br

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Benefícios de um centro de custos

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Recentemente falamos aqui no blog sobre como o centro de custos ajuda as empresas a darem os primeiros passos rumo à excelência de sua gestão.

Neste artigo damos mais detalhes sobre a implantação dessa importante funcionalidade

Implantação do centro de custos em todos os setores

O centro de custos pode ser implantado em todos os setores da empresa.

Pode ser criado um centro de custos para o administrativo, para o setor de atendimento, departamento de RH, vendas, enfim, todas as áreas que a empresa queira analisar.

O centro de custos pode ser implantado em novos projetos da empresa também, como por exemplo na construção de uma obra ou o desenvolvimento de um novo produto.

Com isso a empresa pode gerenciar os investimentos num novo empreendimento de forma individualizada.

Como os custos são lançados?

Vale reforçar que o centro de custos exige um sistema de gestão (Ou ERP como muitos conhecem) implantado na empresa.

A definição dos lançamentos nos centros de custos vai depender da forma de operação de cada empresa.

Vão haver duas situações para os lançamentos:

Rateio, onde os custos serão divididos entre os setores de acordo com critérios definidos pela direção.

Custo exclusivo, ou seja, aquele que é lançado integralmente para o setor que o consumiu.

Lançamento por rateio

Em geral o critério adotado para o rateio é a proporcionalidade.

Pega-se 100% de um valor e divide-se proporcionalmente ao consumo de cada setor.

A empresa pode definir critérios de divisão dos custos por meios diversos, como custo por metro quadrado do setor, custo por equipamentos instalados ou funcionários alocados no setor e assim por diante.

Exemplo de rateio:

Peguemos como exemplo os gastos com energia elétrica.

Uma loja com grande área, pode fazer o rateio da energia elétrica por m2.

Uma indústria pode fazer o rateio pelo número de equipamentos instalados em cada setor.

Um escritório contábil pode fazer o rateio pelo número computadores em cada departamento.

 

Leia também: Centro de custos é o primeiro passo na gestão avançada das empresas

 

Lançamento por custo exclusivo

Existem situações onde é inadequado lançar os custos de forma proporcional para todos os centros de custo, pois eles distorcem a realidade, visto que são gastos exclusivos de um setor.

Por exemplo:

Numa empresa que tem um setor de produção e que este não usa papel sulfite e por outro lado o departamento administrativo consome 100% do papel comprado, não faz sentido fazer o rateio dos gastos com papel entre os setores.

Nesse caso 100% dos custos com esse insumo devem ser lançados para o administrativo.

Já o setor de produção usa uma tinta na fabricação de um produto da empresa, não faz sentido ratear os custos com essa tinta com o administrativo.

Na prática o que a empresa deve fazer é definir quais custos serão exclusivos de cada setor e quais serão rateados e a partir daí lança-los no sistema de gestão de acordo com cada critério definido.

Análise das informações obtidas com o centro de custos

A funcionalidade do centro de custos permite a emissão de relatórios mostrando os gastos por setor, pelo tipo de despesa (energia, telefone, combustível, matéria prima, etc.).

Dessa forma o gestor, o empresário podem analisar o comportamento dos gastos num setor ou de um gasto especifico.

Sinais de alerta

Imagine as seguintes situações:

Olhando pelos gastos de um departamento.

Se uma despesa realizada pelo departamento oscilar demais ao longo de um ou dois meses em comparação com outros períodos o empresário deve analisar o que está acontecendo.

Por exemplo os custos aumentaram 30, 40% a mais sem uma razão aparente.

É necessária uma análise do que pode estar gerando esse aumento nas despesas.

Olhando para os gastos de uma despesa específica vale o mesmo princípio.

Se uma despesa da empresa em geral subiu (ou mesmo baixou) demais, é importante averiguar o que pode estar causando isso.

Houve reajustes?

Os colaboradores não estão sabendo utilizar os equipamentos?

As vendas aumentaram e precisaram de mais trabalho da equipe? (isso é bom)

O centro de custos indica, você age

O centro de custos é um indicador.

O empresário deve processar as informações e tomar as decisões

É necessária uma análise do empresário e sua equipe para verificar se certas oscilações fazem sentido ou não.

Por exemplo se as vendas estão aumentando, é natural que alguns custos aumentem, pois eles estão ligados diretamente àquela atividade.

Se um custo sobe demais sem aumento nas vendas pode ser que aquele é um custo que tem aumento sazonal normal para aquela época do ano ou simplesmente porque o fornecedor daquele insumo subiu muito os preços.

Nesse caso é necessária uma ação para renegociar ou trocar de fornecedor.

Enfim, a análise das informações obtidas com o centro de custos vai impactar diretamente na forma de gestão da empresa.

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Centro de custos é o primeiro passo na gestão avançada das empresas

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Centro-de-custos

A organização de uma empresa visando seu crescimento pode ser dada em vários passos.

Pode começar, por exemplo pela adoção de um sistema de gestão, que permite realizar o cadastro dos clientes, controlar o estoque e emitir as Notas Fiscais.

Com o tempo a empresa pode adotar ferramentas mais sofisticadas como força de vendas mobile, sistema de business intelligence (BI), contabilidade integrada entre outras.

Em conjunto essas ferramentas fornecem uma série de informações que ajudam na gestão.

Em especial ajudam a pensar em estratégias para o crescimento ou para corrigir o curso quando os negócios não vão bem.

Porém sabemos que a implantação delas requer preparo e investimento e nem todas as empresas estão preparadas para implantá-las.

Mas e se a empresa pudesse colocar uma ferramenta mais simples e de fácil implantação, que pudesse ajudar a dar uma visão ao mesmo tempo setorial e geral da empresa?

Poder identificar os gastos por item e poder compará-los?

Poder identificar os gastos por área ou por projeto?

Nessa situação o centro de custos é a ferramenta ideal.

Mas o que é um centro de custos?

O centro de custo é um modo de separar uma empresa em setores, cada um deles com uma parcela de responsabilidades financeira e operacional.

Todos os centros de custos juntos representam a empresa inteira, mas cada um possui independência quando comparado com o outro.

Em geral um centro de custos pode ser entendido como uma unidade dentro da empresa.

Ele pode representar um projeto ou departamento por exemplo.

Os centros de custos permitem agrupar de maneira eficiente as receitas e despesas, proporcionando um melhor conhecimento e análise das partes do negócio.

Ok, mas pra que serve?

Em geral, o centro de custos serve para análise e se for o caso a tomada de decisão do empresário caso algum departamento ou projeto não esteja tendo um desempenho esperado.

Por exemplo:

A empresa criou um centro de custos chamado “comercial” onde são registrados os gastos do pessoal de vendas.

O empresário então apurou que no mês de março mês as vendas foram de R$ 30 mil e os gastos desse centro com combustível foram de R$ 1.000,00 e de telefone foram R$ 400,00

Então o empresário comparou as vendas de abril, que foram de R$ 50 mil, mas os custos de combustível e telefone foram menores, respectivamente de R$ 600,00 e R$ 200,00.

Ou seja, numa análise isolada o desempenho do time de vendas em abril foi muito melhor que em março, pois eles venderam 65% a mais com um custo 42% menor.

Isso por si só não quer dizer nada.

Pode ser que para o tipo de produto que a empresa vende, abril seja um mês mais aquecido que março.

Aqui entra a análise do empresário para verificar o que houve.

O rendimento do time de vendas caiu?

A competição aumentou?

O mercado esfriou?

Os números mostrados pelo centro de custo mostram um cenário, e a partir daí entender o que está acontecendo requer a experiência de quem vai analisá-los.

Médias históricas

Outra coisa legal que o centro de custos permite é fazer análises de médias históricas.

Por exemplo comparar num ano o primeiro semestre contra o segundo.

Comparar trimestres ou semestres de anos anteriores com o atual.

Enfim, com os dados registrados, dá para fazer inúmeras simulações com os números.

Centro de custos requer atenção

Implantar um centro de custos no seu sistema de gestão não é necessariamente difícil, ele apenas requer atenção, que acontece em dois momentos:

• Na hora de configurar as contas que serão registradas (energia elétrica, telefone, combustível, aluguel, etc.).
• Na hora de informar quais contas pertencem a qual setor.

Nesse último caso ocorre no momento em que as receitas e despesas estão sendo lançadas no sistema.

Os usuários do sistema que fazem esses lançamentos devem estar instruídos sobre em quais centros de custos deve lançar as contas e em qual proporção (rateio) se for o caso.

Contas mais comuns lançadas no centro de custos

As contas mais comuns são:

• Telefone/internet
• Materiais de expediente
• Combustível
• Matérias primas
• Publicidade
• Gastos com pessoal
• Alimentação
• Manutenção de máquinas e equipamentos.

Enfim, as contas podem ser inúmeras e dependem da necessidade e natureza de cada empresa.

Vantagens dos centros de custo

A principal vantagem da implantação desse método é a expansão da visão do empresário sobre o negócio.

Com uma implantação e treinamento adequado da equipe e um pouco de tempo e dedicação do gestor é possível ter uma visão mais abrangente sobre a vida financeira da empresa.

É possível detectar pontos onde a empresa está indo bem e pontos onde não.

Com isso o empresário pode tomar decisões estratégicas visando melhorar o que já está bom ou corrigir o que está ruim.

Enfim esse método de trabalho dá um norte e permite o empresário comandar a empresa de forma mais efetiva.

Como está a gestão da sua empresa?

Amigo leitor(a) que nos acompanhou nesse artigo.

Como está a gestão da sua empresa?

Você sabe onde estão sendo realizadas as receitas e despesas?

Sabe onde sua equipe está sendo mais eficiente e onde nem tanto?

Consegue saber se as vendas estão sendo lucrativas ou que pode fazer para aumentá-las?

A Unimake Software é especialista em gestão de empresas.

São mais de 400 clientes nas regiões sul e sudeste do Brasil utilizando o Único, software integrado de gestão nas áreas de varejo e agroindústria e milhares de clientes usando nossas soluções na área de Documentos Fiscais Eletrônicos (NF-e, CC-e, etc.).

Gostaria de conversar sobre como melhorar a gestão da sua empresa?

Entre em contato conosco sem compromisso pelo e-mail comercial@unimake.com.br, pelo fone 44 3141-4900 ou pelo nosso WhatsApp.

Teremos grande satisfação em poder ajudar a subir a gestão da sua empresa para o próximo nível.

Obrigado e até o próximo artigo!

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Por que fazer download de XML de NF-e manualmente está atrasando sua empresa?

por Equipe de conteúdo

Download de XML de NF-e somente com certificado digital

Amigo(a) leitor(a), o download de XML de NF-e virou uma realidade para as empresas.

Como você deve saber as empresas são obrigadas a guardar o XML das Notas Fiscais Eletrônicas por cinco anos.

Logo essa atividade tornou-se essencial, pois em muitas situações, seja por omissão ou falha, o fornecedor não envia o XML da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).

Porém em muitas situações a empresa não consegue obtê-lo de forma simples.

O convencional por lei é que o fornecedor envie o arquivo, mas pode acontecer seja por despreparado, omissão ou mesmo uma simples falha técnica, de sua empresa não receber o arquivo.

A mercadoria chega com o DANFE em papel, mas nada do XML.

A empresa compradora nesse caso tem que “correr atrás” do bendito arquivo.

É aqui que fazer esse processo de download manual começa a ficar demorado e caro.

Download de XML de NF-e somente com certificado digital

O advento do Ajuste SINIEF 16/2018 tornou obrigatório uso do certificado digital da empresa destinatária para download do XML de NF-e.

Na prática somente a empresa com o certificado digital cujo CNPJ é o mesmo para qual a NF-e foi emitida pode baixar o XML válido da NF-e no site da SEFAZ.

O Fisco implantou essa sistemática para evitar que o XML fosse obtido de forma automatizada e irregular por vários sites “robotizados” que ofereciam esse serviço.

O XML original só pode ser obtido de duas formas:

  • Ser recebido pela empresa fornecedora.
  • Ser obtido legalmente pelo site da SEFAZ.

No entanto esses sites usam robôs que acessavam o site da SEFAZ e construíam artificialmente um XML (não válido) para entregá-lo aos seus clientes.

Foi essa prática que o Fisco cessou ao publicar o Ajuste SINIEF 16/2018, tornando obrigatório o uso do certificado digital.

Em teoria, somente as empresas destinatárias passam a ter a capacidade de baixar seus XML´s e não serviços automatizados.

Minha empresa tem certificado digital, então tudo resolvido!

Não é tão simples.

Quando mencionamos no título desse artigo que fazer o fazer download de XML de NF-e manualmente está atrasando sua empresa, é porque esse é um trabalho manual que literalmente atrasa sua empresa mesmo!!!

Ainda que você use o certificado digital para baixar as Notas Fiscais Eletrônicas, fazer isso manualmente consome tempo e atenção de um colaborador.

Tempo é dinheiro!

Atenção de um colaborador é dinheiro!

Uma pessoa pode perder facilmente, meia hora, uma hora por dia com essa atividade.

E veja, ela é uma atividade absolutamente burocrática.

Não traz lucro para sua empresa.

Imagine uma pessoa da empresa (até mesmo um gerente ou o dono!!) perdendo 15 ou 20 horas por mês somente se preocupando em baixar arquivos de NF-e?

Atrasa sua empresa com certeza!!

Então apesar de ter aplicado medidas que tornam o download da NF-e mais seguro, a nova norma da SEFAZ não necessariamente facilitou a vida das empresas.

Automatize o download de NF-e com um software legal

Sim, é possível!!

Existem aplicativos seguros e que fazem o download do XML da NF-e de forma segura e dentro da lei.

O DANFE View é um aplicativo que automatiza a consulta da situação e o download dos XML´s da NF-e de forma 100% dentro das normas.

Fique sabendo em poucos segundos de todas as Notas Fiscais que são emitidas para a sua empresa e faça o download dos XML´s oficiais.

Sem riscos e economizando muitos recursos da sua empresa.

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O DANFE View tem planos por menos de R$ 8 por mês.

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Aplicativo de Força de vendas mobile: Sua empresa deve ter!

por Equipe de conteúdo

Força de vendas mobile

A velocidade dos negócios anda na velocidade do mundo atual e as empresas precisam acompanhar esse ritmo para manterem sua competividade.

Nesse cenário as ferramentas que ajudam as empresas a ganharem agilidade são mais necessárias que nunca.

O aplicativo de força de vendas mobile é uma delas.

Força de vendas… o que?

Força de vendas mobile ou móvel no bom português é um aplicativo em que os vendedores externos podem fazer transações conectadas ao sistema de gestão de empresa pelo smartphone.

Na prática um aplicativo dessa natureza resolve basicamente dois problemas:

1) Dá agilidade aos vendedores em fecharem rapidamente vendas.
2) Elimina pedidos em papel.

Velocidade máxima nas vendas

Vamos falar do item 1.

O Força de vendas mobile permite aos vendedores fecharem rapidamente vendas, pois eles podem consultar análise de crédito de clientes, estoques e gerar pedidos diretamente do celular de onde estiverem.

O aplicativo de força de vendas conecta-se via internet com o sistema de gestão (ERP) da empresa para obter essas informações e faz as interações necessárias para que o pedido ou mesmo a emissão direta da NF-e aconteça.

Essa agilidade se traduz em vendas mais rápidas e satisfação tanto do cliente quanto do vendedor, que reduz drasticamente a perda de negócios.

Fim da papelada

Agora falando do item 2, convenhamos, pedido em papel é coisa do passado.

O Brasil é um dos pioneiros mundiais na emissão de notas fiscais eletrônicas.

Desde 2008 o país convive com esse sistema, que tornou eletrônicas as Notas Fiscais.

Com isso o digital assumiu o protagonismo e o papel restou como um mero “coadjuvante”.

Agora se as Notas são eletrônicas, por que os pedidos ainda teriam que ser em papel?

Não faz mais sentido.

O Força de vendas faz exatamente isso, torna digitais e em tempo real os pedidos que levariam dias para chegar à empresa.

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Aumento das vendas

Agilidade é a palavra chave para aumentar as vendas.

O uso de um aplicativo de força de vendas mobile dá poder e velocidade aos vendedores.

Eles deixam de perder tempo ligando ou mandando mensagens para a empresa para fazer consultas.

Na palma da mão eles tem todas as informações que precisam para fechar as vendas na hora.

Traga sua empresa para a era digital com o força de vendas

Sua empresa ainda está emitindo pedidos à moda antiga?

Quais problemas você está tendo com isso?

Lentidão nos fechamentos?

Confusão entre a equipe?

Perda de vendas?

Considere implantar o força de vendas na sua empresa e traga suas vendas para o século 21.

Gostaria de saber mais sobre isso?

Fale conosco sem compromisso pelo 44 3141-4900 ou pelo email comercial@unimake.com.br.

A Unimake vai ajudar a sua empresa e seus vendedores a venderem mais com um aplicativo de força de vendas mobile.

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Fim do eSocial! O que vem por ai?

por Equipe de conteúdo

Fim-do-esocial

Se depender das recentes declarações do governo sim, o fim do eSocial está decretado.

Segundo declarações do secretário da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho na prática o modelo atual do eSocial seria radicalmente transformado, de tal forma que nas próprias palavras dele constituiriam no “novo eSocial”.

A ideia é transformar o novo eSocial num sistema duplo, onde parte das informações seria transmitida para a Receita Federal e parte para a Previdência.

O Secretário também afirmou que o plano de reformulação vai ter esquemas diferenciados de declaração das informações, sendo um para médias e grandes empresas e outro mais simplificado ainda para pequenas e microempresas (as PME´s).

Em linhas gerais, o sistema como um todo passaria por um enxugamento, reduzindo de 900 para 450 informações a serem prestadas pelas a empresas.

Baseado nos relatos do secretário Marinho, é possível arriscar que esse número seria ainda menor para as PME´s.

O prazo de implantação do novo sistema será em janeiro de 2020, porém até lá muitos detalhes deverão ser divulgados.

Justificativa para o fim do eSocial

Dentro da política do atual governo federal, e sendo que o fim do eSocial entra em consonância com a MP 881, a famosa medida provisória da Liberdade Econômica a ideia é facilitar a vida das empresas brasileiras, de modo a não sufocá-las com o excesso de exigências do Estado.

O eSocial tal como desenhado inicialmente (Foi lançado em 2014) recebia muitas críticas da classe empresarial pelo excesso de complexidade e espantoso volume de informações exigidas.

O Brasil é um dos países que mais consome tempo para cumprimento de obrigações fiscais.

Segundo estudos internacionais cada empresa leva cerca de 2600 horas para calcular, declarar e pagar impostos e certamente o eSocial contribuía para elevar esse número.

Trabalho das empresas perdido até aqui?

“O novo sistema será criado levando em consideração o que já foi investido pelas empresas”, afirmou o secretário, “a migração para novo sistema será amigável para que não perdemos o que já foi feito até agora”, acrescentou Rogério Marinho.

Respiro para as empresas

Com essa medida o governo pretende desafogar as empresas do excesso de obrigações e aumentar a competitividade e atividade econômica do país, especialmente neste momento em que a economia demora a dar sinais de recuperação.

As medidas anunciadas vão vigorar inteiramente?

A ver.

Acompanhe nosso blog para ficar por dentro dessa e de outras noticias do mundo fiscal e empresarial.

A equipe Unimake Software agradece a sua visita.

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Manifestação do Destinatário | Atenção para as empresas

por Equipe de conteúdo

Manifestação do Destinatário de NF-e

A Manifestação do Destinatário eletrônica é o registro de eventos de quem recebe uma Nota Fiscal eletrônica (NF-e) e é um mecanismo criado pelo Fisco para assegurar a veracidade operações comerciais feitas por meio eletrônico.

Neste artigo vamos abordar sua importância para as empresas emitentes e destinatárias.

Manifestação do Destinatário eletrônica na prática

Quando uma NF-e é emitida seu registro eletrônico junto à SEFAZ abre a possibilidade do destinatário (A empresa a qual a mercadoria foi -em tese- vendida) “manifestar-se” a respeito daquela transação comercial.

Essas manifestações podem ser:

• Ciência da Emissão
• Confirmação da Operação
• Registro de Operação não Realizada
• Desconhecimento da Operação

Como funcionam cada uma delas?

1 – Ciência da Operação

Neste evento, a empresa destinatária declara ter ciência sobre uma operação cujo CNPJ foi informado na NF-e.

Por questões de segurança ou política interna, até que a operação seja totalmente concluída ela pode manter operação neste status.

Ao dar ciência a empresa pode fazer o download do XML da NF-e para uma eventual verificação.

Após um período determinado, todas as operações em que a empresa se manifestou com “Ciência da Operação” deverão obrigatoriamente ter sua manifestação final, que pode ser uma destas:

Confirmação, Desconhecimento ou Operação não Realizada.

2 – Confirmação da Operação

Neste evento a empresa destinatária confirma a operação e o recebimento da mercadoria (para as operações com circulação de mercadoria).

Com o evento de Confirmação da Operação pelo destinatário, a empresa emitente fica automaticamente impedida de cancelar a NF-e.

3 – Desconhecimento da Operação

No evento de “Desconhecimento da Operação” o destinatário pode informar o seu desconhecimento de uma determinada operação que conste para seu CNPJ.

Imagine por exemplo uma empresa que fabrica materiais elétricos descubra através do serviço eletrônico da SEFAZ que consta emitida para si uma carga de carne.

A menos que essa Nota não seja para fazer um mega churrasco, a empresa deverá informar o desconhecimento da operação pois obviamente, ou a) NF foi emitida incorretamente ou b) A empresa está sofrendo uma tentativa de fraude.

4 – Operação não Realizada

Esse evento permite que o destinatário de ciência ao Fisco que a operação não foi realizada.

Uma situação por exemplo onde houve e recusa do recebimento da mercadoria ou outros motivos.

Quando a empresa manifesta o evento como “Operação não realizada” ela fica isenta da emissão de Nota Fiscal de devolução.

Obrigatoriedade da Manifestação

Até 2013 a Manifestação do Destinatário era uma prática voluntária.

O Fisco no entanto promoveu mudanças nas regras que a tornou obrigatória para alguns tipos de operações, sendo elas:

• Postos de combustíveis e transportadores revendedores retalhistas, em relação às Notas Fiscais emitidas para operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo;
• Estabelecimentos distribuidores de combustíveis, operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo;
• Estabelecimentos adquirentes de álcool para fins não-combustíveis;
• Distribuidores ou atacadistas, que acobertarem operações com cigarros, bebidas alcoólicas (inclusive cervejas e chopes), refrigerantes e água mineral;
• Notas Fiscais Eletrônicas cujo valor de operação seja de R$ 100 mil ou superior, independente da atividade;

Contudo, alguns estados também estabeleceram regras próprias de obrigatoriedade de manifestação de destinatário.

Prazos para Manifestação

Os prazos para manifestação seguem os critérios do quadro abaixo:

Prazo-manifestação-do-destinatário

O destinatário pode “mudar de opinião” sobre uma Manifestação?

Sim, de acordo com a redação da Nota Técnica 2012/002 da SEFAZ:

“O destinatário poderá enviar uma única mensagem de Confirmação da Operação, Desconhecimento da Operação ou Operação não Realizada, valendo apenas a última mensagem registrada.

Exemplo: o destinatário pode desconhecer uma operação que havia confirmado inicialmente ou confirmar uma operação que havia desconhecido inicialmente.

O evento de “Ciência da Operação” não configura a manifestação final do destinatário, portanto não cabe o registro deste evento após a manifestação final do destinatário.

Um Aplicativo facilita a Manifestação do Destinatário? Sim!

Sim, é possível tornar mais simples e rápido o processo de manifestação do destinatário.

O DANFE View, aplicativo de gestão e armazenamento de XML da NF-e permite às empresas visualizarem todas as NF-e emitidas para seus CNPJ´s nos últimos 90 dias.

Assim, o usuário do DANFE View pode então decidir por manifestar as operações de acordo com a realidade de cada uma delas com apenas um clique.

Manifestação-do-destinatário-com-o-danfe-view

Com essa funcionalidade do DANFE View as empresas podem identificar em segundos se as Notas emitidas são realmente geradas por negócios legítimos ou se foram emitidas de forma incorreta ou fraudulenta.

Outra vantagem de fazer esse processo pelo DANFE View é que ao dar ciência da operação o usuário obtém automaticamente o download do XML da NF-e.

Experimente grátis, baixando-o agora mesmo em www.danfeview.com.br.

O DANFE View está preparado para a gestão completa de XML´s de Documentos Fiscais.

Além da manifestação de destinatário ele armazena e organiza os XML´s, gera backup, emite relatórios, visualiza, imprime e gera PDF´s dos DANFE´s.

Faça seu teste gratuito sem compromisso ou fale com nosso departamento comercial pelo 44 3141-4900 ou pelo e-mail comercial@unimake.com.br

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eSocial é adiado para empresas do Simples

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eSocial-é-prorrogado

Novas mudanças no Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) foram divulgadas nesta quarta-feira (26), com a finalidade de melhorar e simplificar o funcionamento da plataforma. Entre as alterações anunciadas está a prorrogação, por mais seis meses, para o início da obrigatoriedade de envio de eventos periódicos para as empresas constantes no Grupo 3 – entre as quais estão as optantes pelo Simples Nacional.

A publicação do novo calendário do eSocial está prevista para ocorrer após o início da vigência da nova composição do Comitê Gestor do eSocial, instituída pela Portaria do Ministério da Fazenda nº 300, de 13 de junho de 2019, cujo período estabelecido passa a valer nesta sexta-feira (28).

Para o presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Zulmir Breda, as mudanças que estão ocorrendo, neste mês de junho, no eSocial, são frutos da mobilização das entidades da classe contábil, que vem realizando articulações com os órgãos do Governo federal responsáveis pela plataforma, visando à melhoria da operacionalização do Sistema. Ele lembra que houve duas reuniões no CFC, com representantes do Comitê Gestor do eSocial, nos dias 16 e 27 de maio, para apresentar propostas de melhoramentos da plataforma.

Zulmir Breda anunciou que uma nova reunião está prevista para ocorrer, na sede do CFC, no próximo dia 4 de julho, com a participação de membros da nova composição do Comitê Gestor do eSocial.

Alterações no eSocial

Segundo informações publicadas na página do eSocial, neste dia 26 de junho, as mudanças na plataforma compreendem:

Dos 38 eventos obrigatórios no eSocial para as empresas, ao menos 10 serão permanentemente eliminados e muitos dos quase dois mil campos exigidos também serão excluídos.
No evento de admissão, muitos campos antes facultativos, mas que geram dúvida no preenchimento, serão eliminados, como os grupos de CNH, CTPS, RIC, RG, NIS e RNE.
No cadastro empresarial e de estabelecimentos serão excluídas as informações de razão social, indicativos de cumprimento de cotas de aprendizagem e PCD, indicativo de ser empresa de trabalho temporário, modalidade de registro de ponto, entre outros.
Em acréscimo à eliminação de campos, serão retiradas muitas regras de validação, para facilitar a prestação da informação.

O cronograma de implantação do Sistema passará a ter novas datas:

eSocial_prazos

Além dessas mudanças recém-anunciadas no funcionamento do eSocial, o Comitê Gestor do Sistema informou, no dia 4 de junho, que o prazo de envio dos eventos que venciam no dia 7 do mês seguinte ao da competência informada, incluindo o fechamento de folha (S-1299), passou para o dia 15 de cada mês. Essas alterações já foram relativas à competência de maio/2019 e válidas a partir de junho.

 

Fonte: Fenacon

 

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Como recuperar o XML das Notas Fiscais Eletrônicas

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Recuperar-o-XML-das-Notas-Fiscais-Eletrônicas

Recuperar o XML das Notas Fiscais Eletrônicas tornou-se uma tarefa necessária nos novos tempos, pois apesar do caráter digital, a regra para guarda destes documentos sendo a mesma das antigas Notas em papel que é de cinco anos.

Nesse aspecto todo o cuidado é pouco para que a empresa não venha a sofrer transtorno com multas ou problemas com fornecedores.

Nesse artigo vamos mostrar as formas de recuperar o XML das Notas Fiscais Eletrônicas e formas de prevenção desse problema.

Arnaldo, o que diz a regra?

De acordo com o Ajuste Sinief 07/2005 em sua cláusula décima, o prazo para guarda do arquivo digital, ou seja, o famoso XML é de 5 anos mais o ano recorrente.

Isso vale tanto para os XML´s das NF-e emitidas, quanto das recebidas.

Então para que fique claro a empresa tem que ter ciência que o que vale é a guarda dos arquivos digitais (Os XML´s) e não os DANFE em papel recebidos ou emitidos.

Isso faz toda a diferença pois em caso de uma fiscalização ou de um processo jurídico envolvendo a empresa e clientes ou fornecedores somente o XML é que valerá.

Observação: Via regra geral a guarda dos XML´s vale para todos os Documentos Fiscais Eletrônicos e não apenas às NF-e.

Quais são os problemas de não se recuperar o XML das Notas Fiscais Eletrônicas?

Quando a empresa perde os XML´s de Documentos Fiscais Eletrônicos, NF-e, CT-e e outros, fica exposta a autuações do Fisco.

Em geral uma fiscalização que identifique inexistência de XML´s pode acarretar no pagamento de multas que em alguns casos podem ser R$ 1 mil por cada documento perdido (Cada XML).

Ainda conforme a lei 9964/2000 em casos mais graves é possível também que o empresário seja condenado a uma pena de reclusão que pode varias de 2 a 5 anos.

Como fazer para recuperar NF-e perdida (Com validade jurídica)

Existem duas formas de recuperação de um XML perdido.

1) Manualmente: uma a uma

Acesse o site do Portal Nacional NF-e, informe a Chave de Acesso da NF-e que vem impressa no DANFE e fazer o download do documento fiscal com validade jurídica.

1) No site da NF-e, na página principal, clique no local Consultar NF-e Completa.

Recuperar o XML da NF-e

2) Informe a Chave de Acesso da Nota Fiscal no campo solicitado.

3) Clique no botão Download do documento para baixar o arquivo XML.

Baixar-XML-em-lote-direto-da-SEFAZ

Lembrando que é necessário ter o certificado digital da empresa mesmo para o download via site da SEFAZ.

2) De forma automática em lote

Sim, é possível baixar (ou recuperar nesse caso) os XML´s em lote de forma automática.

Utilize o DANFE View, o aplicativo de gerenciamento de XML´s da Unimake.

Você pode ter uma prévia de como fazer isso assistindo esses dois vídeos rápidos em nosso canal

Para baixar o DANFE View acesse o site www.danfeview.com.br.

A configuração é bem simples e você vai ganhar um assistente espetacular na sua área de gestão de XML´s, ajudando a empresa a:

Economizar tempo no salvamento e organização dos XMLs´ fiscais.
Dando confiabilidade ao seu time e ao seu contador.
Evitando transtornos e multas na SEFAZ.

Evite a perda das NF-e de forma simples

O DANFE faz muito mais que recuperar os XML´s, ele ajuda a mantê-los salvos e organizados de forma segura.

  • Baixe os XML´s de forma automática antes mesmo que seus fornecedores tenham lhe enviado.
  • Tenha ciência de todas as Notas emitidas para a sua empresa e evite golpes e fraudes.
  • Gere relatórios de Notas Fiscais emitidas e recebidas para eventuais conferências.
  • Faça backup dos XML´s de forma segura.
  • Fique em dia com as obrigações do Fisco.
  • Libere mais tempos para os colaboradores focarem em outras atividades importantes da empresa.

Entre em contato conosco sem compromisso pelo 44 3141-4900 ou pelo nosso email comercial@unimake.com.br

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