O que é DIRF: como ela funciona e quem deve entregar

por Equipe de Conteúdo

A Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte, ou como é mais conhecida, DIRF, faz parte da lista de documentos fiscais que devem ser preenchidos e enviados anualmente por empresas e pessoas físicas em determinadas condições. Não entregar essa declaração pode ser considerado com sonegação fiscal, gerando problemas com o fisco.

Algumas pessoas jurídicas são obrigadas pelo Estado a fornecer essa prestação de contas para não correr o risco de cair na malha fina ou ter outras complicações financeiras e jurídicas. Essa obrigação também pode incluir pessoas físicas que se encaixem nos parâmetros da Receita Federal.

Acompanhe o nosso blog e saiba quem é obrigado a emitir essa nota e como fazer isso de forma simples e o mais descomplicado possível. Vamos lá?

O que é DIRF, a declaração do que é retido na fonte?

Devendo ser emitida pelas fontes responsáveis pelo pagamento, esse documento é uma forma de notificar e inteirar a Receita dos valores relacionados ao Imposto e Renda (IR), que possam ter sido “segurados” ou contidos em relação a pagamentos de contribuições sociais.

Entre essas contribuições estão incluídas a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, também chamada de Cofins, e o PIS, o Programa de Integração Social promovido pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

O objetivo maior dessa nota é manter a Receita informada e registrar o pagamento de tributos que são coletados automaticamente. Dessa forma, sua prática fiscal não será vista como uma forma de sonegação tributária. Viu como é importante?

 

Portanto, agora que ficou mais fácil entender o que é esse registro fiscal, vamos prosseguir para descobrir se você ou a sua empresa faz parte do grupo que deve informar aos órgãos públicos sobre tais aspectos financeiros.

Saiba quem é obrigado a emitir esse documento

Como já foi mencionado acima, existe um público específico que precisa, impreterivelmente, entregar e confirmar os dados necessários. A regras tendem a ser sempre as mesmas e o “Leão” publica as informações e regras sobre a DIRF todos os anos, sem falha.

As pessoas jurídicas e físicas que, ao longo do período avaliado, pertençam aos seguintes grupos, devem preencher a Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte. Confira a lista logo abaixo:

  • pessoas jurídicas de direito público e com fundos públicos que estejam relacionados ao art. 71 da Lei nº 4320/6;
  • empresas públicas;
  • empresas privadas que possuam sede no Brasil ou filiais que representem pessoas jurídicas sediadas no exterior;
  • titulares de serviços de registros e notariais;
  • organizações individuais;
  • instituições que façam trabalho de administração de investimentos ou de fundos monetários; e
  • sindicatos ou associações relacionadas a empregados ou com foco em empregadores.

Além disso, mesmo que não haja retenção do Imposto de Renda na Fonte, os seguintes grupos ainda permanecem obrigados a declarar e entregar a DIRF:

  • transações, pagamentos, remessas, aluguéis, royalties e etc, feitos por pessoas físicas ou jurídicas que residam no Brasil destinados a residentes internacionais, sejam eles também, pessoas físicas ou jurídicas, devem aparecer contabilizados; e
  • candidatos a posições de caráter eletivo, tanto para o cargo titular, quanto para vices.

O site da Receita traz as informações referentes à DIRF com detalhes sobre cada situação geral que estamos citando. Por isso, caso a situação seja um pouco mais específica ou você esteja interessado em saber mais a fundo, é possível acessar mais dados e elementos através do Manual da DIRF, o Mafon, que é publicado e atualizado anualmente.

Uma isenção específica e que caracteriza dispensa é a retenção sobre valores de imposto “…sobre a renda na fonte de valor igual ou inferior a R$ 10,00 (dez reais), incidente sobre rendimentos que devam integrar a base de cálculo do imposto devido na Declaração de Ajuste Anual das pessoas físicas, bem como o imposto devido pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado”¹.

Quando emitir a sua declaração

O prazo de emissão da geralmente vai até os últimos dias de fevereiro, variando conforme o ano-calendário, por isso a importância de se manter atualizado e sempre conferir as datas que a Receita Federal disponibiliza em seu portal online.

A multa para atrasos é cobrada com um cálculo fracionado da quantia declarada no IR ou por meio de uma taxa de 2% ao mês. Pode ocorrer a imputação de multa, que pode ser de no mínimo R$200,00, no caso de empresas que operam com o Simples Nacional, pessoas jurídicas consideradas inativas e também para pessoas físicas. Em outros casos, a multa é ao menos R$500,00.

Como emitir a DIRF de forma correta

É possível preencher os dados de duas formas, manualmente ou importando as informações necessárias através de um software de gestão financeira, caso você utilize algum na sua empresa.

Primeiramente, é necessário acessar o site da RF e baixar o Programa Gerador de Declarações. Fique atento! O uso de certificado digital é expressamente obrigatório, exceto para os negócios que optaram pelo Simples Nacional. Depois de instalar o programa inicie-o e leia as mudanças e updates da versão mais recente e depois, clique em “nova declaração” para começar.

A plataforma tem comandos fáceis de acompanhar e identificar. Preencha suas informações, envie e acompanhe seu documento na página de processamento do governo. Nesse local é possível acompanhar o andamento da entrega, verificar intimações e notificações, além de regularizar pendências.

Prontinho! Com essas informações você pode emitir e acompanhar sua DIRF e não perder nenhum prazo. Então fique atento às datas e sempre procure o Leão caso haja algum problema na entrega ou seja necessário retificar ou enviar depois do prazo. Mantenha suas atividades fiscais e planejamento tributário em dia com as dicas no nosso blog e descubra como facilitar ainda mais os processos de controle e organização da sua empresa.

¹Disponível em: BRASIL. Ministério da Economia. Secretaria Especial da Receita Federal. Mafon 2020. Publicado em: 06/10/2021. Disponível em: <https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/manuais/dirf/mafon-2020/view>

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Planejamento tributário – o que você precisa saber!

por Equipe de Conteúdo

A importância do planejamento tributário é o que aproxima pequenos negócios da mentalidade de grandes empresas. Afinal, com o controle efetivo de impostos e obrigações legais, os empresários evitam o pagamento de multas e problemas com o Fisco.

Apesar de um panorama de simples compreensão, uma pesquisa realizada na Universidade Federal do Ceará apresenta o quanto este planejamento é uma ferramenta empresarial estratégica, mas não é devidamente praticada em solo brasileiro. Caso você tenha um negócio e deseja aprofundar mais a compreensão do assunto, a UNIMAKE preparou um conteúdo completo para a sua empresa.

No artigo de hoje você irá conferir os seguintes tópicos:

  1. O que é o planejamento tributário?
  2. Por que é necessário fazer um bom planejamento tributário?
  3. Como realizar o planejamento tributário?
  4. Planejamento tributário é feito apenas por especialistas?
  5. As principais vantagens de um planejamento tributário.

Entenda também: como o fluxo de caixa contribui com a gestão financeira da sua empresa

O que é o planejamento tributário?

O planejamento tributário, como popularmente é chamada a elisão fiscal, é a junção de estratégias, pesquisas e boas práticas empresariais que visam, nos termos das leis, diminuir os tributos que as empresas pagam periodicamente.

Inicialmente proposto por especialistas em tributos, atualmente, o planejamento de tributos é primordial entre gestores interessados na redução de gastos empresariais. Desta forma, toda a organização é beneficiada com as reduções fiscais.

Para isso, vale destacar o caráter legal de todo planejamento tributário: confira na sequência a importância desta prática!

Por que é necessário fazer um bom planejamento tributário?

Ao contrário do que boa parte do senso comum supõe, a importância de um planejamento tributário efetivo atinge empresas em diversos alcances e segmentos. Como evidência, gestores de micro e pequenas empresas relatam ter problemas em solucionar questões de tributos – muitos deles iniciados logo na abertura do negócio e pagamento dos primeiros impostos.

Logo, os principais pontos positivos de um planejamento estratégico são:

  • maior economia;
  • melhora a segurança;
  • vantagens na competitividade.

Maior economia aliado a redução de gastos

Um dos principais destaques do planejamento tributário eficiente é o corte dos gastos empresariais. Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a tributação sobre a renda empresarial brasileira, é uma das mais caras em todo o mundo.

Logo, os efeitos positivos da redução fiscal nas alíquotas dos tributos, tornam o planejamento uma boa estratégia entre os gestores brasileiros. Além disso, as vantagens relacionadas a melhor competitividade e segurança são outros fatores primordiais.

Apriomora a segurança interna

O bom planejamento tributário resulta em diversos benefícios, mas também funciona de maneira preventiva, pois evita perdas e falhas contábeis posteriores a sua prática. Desta forma, fica acessível prevenir multas fiscais ou sonegação de impostos.

Vantagens na competitividade

Além da economia e segurança que despontam entre as maiores importâncias do planejamento tributário, a melhor competitividade no mercado também é um destaque que a UNIMAKE ressalta. Afinal, empresas que poupam mais, também são capazes de investir capital em ferramentas como um bom Sistema ERP, e sair na frente da concorrência.

Como realizar o planejamento tributário?

Existem diversos tópicos essenciais que o seu planejamento tributário deve abordar. Para que a sua empresa cumpra com o propósito e alcance os resultados positivos listados acima, é preciso estar atento:

  1. coleta de informações e dados;
  2. enquadramento da natureza jurídica;
  3. análise do regime tributário;
  4. definição de datas.

Você também pode conferir: plano de ação 5W2H, a metodologia que irá ajudar o seu empreendimento!

1. Coleta dos dados

A coleta de dados como o segmento, alcance e estrutura empresarial são importantes na definição do plano tributário. Afinal, a maneira como o negócio é enquadrado e as atividades desempenhadas definem os tributos pagos. Informações como modalidade da empresa e mercadoria produzida ou comercializada, influenciam de forma direta os gastos tributários.

2. Natureza jurídica

O segmento legal da empresa é caracterizado pela sua natureza jurídica. No mercado existem dezenas de enquadramentos disponíveis, entre eles, a UNIMAKE destaca alguns como:

  • LTDA: Sociedade Limitada;
  • Sociedade Anônima;
  • EI: Empresário Individual;
  • Sociedade Mista;
  • Cooperativa;
  • ME: Microempresa;
  • EPP: Empresa de Pequeno Porte;
  • MEI: Microempreendedor Individual.

3. Regime tributário

Logo após a natureza jurídica definida, o regime tributário contribui com o recolhimento efetivo dos impostos. Aqui as empresas devem reter atenção, pois os regimes vigentes no Brasil influenciam – e muito – nos valores praticados nos tributos. Veja mais:

Simples Nacional

O Simples Nacional é o imposto responsável por unificar e tornar mais simples o pagamento de tributos. O regime é destinado para pequenas e micro empresas, e segundo especialistas em Contabilidade e Finanças, é um dos maiores responsáveis pelas reduções ficais em termos legais no Brasil.

Lucro Real

O Lucro Real é o regime tributário responsável por calcular a base de impostos para empresas que faturam mais que R$78 milhões anualmente.

4. Datas e metas

Eis um dos tópicos essenciais para as empresas que realizam o planejamento tributário de forma coesa. Após as definições citadas acima, é importante definir as datas para início e conclusão do plano, assim como para a realização de cada tarefa estabelecida.

Para que o pagamento de todos os tributos seja realizado no cronograma definido, ferramentas de gestão financeira são bem-vindas. Portanto, invista em um sistema para o controle devido dos impostos outras saídas empresariais.

O planejamento tributário é feito apenas por especialistas?

O planejamento tributário é fundamental nas empresas de diversos portes e segmentos. Desta forma, atualmente não apenas contadores e juristas são responsáveis pelo planejamento coeso, gestores e empresários também são responsáveis pela tarefa.

Desta forma, a conquista dos pontos positivos elencados acima, é feita em concordância com os demais departamentos empresariais, e não somente aqueles destinados às finanças e termos legais. Por fim, saiba as vantagens do planejamento tributário.

Vantagens de um planejamento tributário

Os pontos positivos do planejamento tributário contribuem com o crescimento econômico e de gestão financeira de micro, pequena, médias e grandes empresas. Desde a abertura do CNPJ, até o gerenciamento das finanças ao longo dos meses, planejar de maneira eficiente os tributos contribui também para:

  • reduzir os custos empresariais;
  • evitar multas fiscais;
  • influencia no crescimento da empresa;
  • possibilita um orçamento eficiente;
  • apresenta um regime tributário com os impostos devidos;
  • antecipa cenários que a empresa pode enfrentar.

Gostou de conhecer a importância do planejamento tributário no seu negócio? Então, siga acompanhando nossos conteúdos que preparamos semanalmente para a sua empresa aqui no blog. Além disso, envie o artigo para sócios interessados no assunto.

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NFF – Tudo o que você precisa saber sobre Nota Fiscal Fácil!

por Equipe de Conteúdo

Ter uma empresa ou abrir um negócio é sinônimo de estar atento às obrigações legais. Desta forma, não basta ter consciência destas responsabilidades, mas efetuar mudanças para maior organização das informações. Dentre as obrigatoriedades empresariais, o envio dos dados relacionados ao faturamento para o Fisco é destacado.

Entretanto, diversas empresas brasileiras enfrentam problemas com a Receita Federal por erros na NFF – a Nota Fiscal Fácil. Criada para a facilitação do acesso aos documentos fiscais, algumas dúvidas ainda pairam sobre o assunto entre gestores e empresários.

Deseja saber os detalhes do que é a Nota Fiscal e como evitar as principais falhas na emissão do documento? Então, confira o artigo completo que a UNIMAKE preparou para você, logo na sequência.

  1. O que é a Nota Fiscal Fácil?
  2. Por que a NFF é importante?
  3. Conheça os Benefícios da NFF!
  4. Quem precisa usar a Nota Fiscal Fácil?
  5. Guia completo do Sistema Nota Fiscal Fácil.

O que é a Nota Fiscal Fácil?

A NFF – Nota Fiscal Fácil foi criada pelo CONFAZ, o Conselho Nacional de Política Fazendária em 2019. O documento fiscal tem como objetivo simplificar alguns processos na emissão dos documentos fiscais eletrônicos.

 

Portal Nacional da NFF divulga que, entre as principais funções da NFF, os pequenos e micro empresários são favorecidos com informações nas vendas de produtos e prestação de serviços. Agora que você sabe o que é a NFF, entenda a importância do documento.

Por que a NFF é importante?

Uma das principais razões para a criação da Nota Fiscal Fácil, é que muitos empresários brasileiros preenchem de maneira equivocada os documentos fiscais eletrônicos – o que, com frequência, ocasiona multas e outras penalidades fiscais.

Para simplificar a rotina das micro e pequenas empresas, a Nota Fiscal Eletrônica é importante para a regulamentação do comércio de mercadorias e serviços como transporte. Para facilitar a compreensão, elencamos alguns benefícios da NFF:

Conheça os Benefícios da NFF

A NFF é um documento fiscal que facilita rotinas de pequenos empresários, e desde a criação pelo CONFAZ, o Conselho Nacional de Política Fazendária, contribui com diversos benefícios empresariais, auxiliando a desafogar gastos.

Outro ponto positivo da Nota Fiscal Fácil é a emissão digital, diminuindo despesas com papéis e impressões dos documentos. Para acessá-la, basta o acesso online do Portal da Nota Fiscal Fácil. Dentre os destaques da NFF, elencamos:

  • app para emissão dos documento sob cuidados do Fisco;
  • visualização facilitada, basta acessar do celular;
  • documentos para fiscalização acessível e com poucos campos para preenchimento;
  • documento digital sem impressão obrigatória, portanto, a consulta é realizada no Portal da Nota Fiscal Fácil.

Confira também: Como saber se caí na malha fina? A Unimake responde!

Quem pode usar a Nota Fiscal Fácil?

A utilização da NFF contribui com a rotina de diversos micro empreendimentos no Brasil. Entretanto, os regimes especiais devem seguir alguns critérios, e para ajudar na compreensão, listamos quem pode utilizar a Nota Fiscal Fácil:

 

  1. os produtores primários, contribuintes eventuais e não contribuintes devem utilizar a Nota Fiscal Eletrônica – a NFe;
  2. quem vende para consumidores finais de maneira presencial, deve emitir a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – a NFCe;
  3. os TAC, transportadores rodoviários autônomos, devem conhecer o CTe e MDFe.

Ao fazer o cadastro no Portal Nacional da Nota Fiscal Fácil, o usuário deve informar o CPF, e o Sistema da Secretaria da Fazenda informa se o documento está habilitado para a emissão da NFF. Na sequência listamos algumas dicas para este processo.

Guia completo do Sistema Nota Fiscal Fácil

Para contribuintes que, segundo os parâmetros elencados acima, estão aptos para a utilização da Nota Fiscal Fácil, o direcionamento inicial é realizar o download do aplicativo da Nota Fiscal Fácil no smartphone com chip telefônico.

Elencamos o passo a passo simplificado logo abaixo:

  • Baixe o app da NFF no celular;
  • Faça o cadastro;
  • Emita os documentos fiscais.

1. Baixe o app da NFF no celular

O app da Nota Fiscal Fácil possui download para celulares IOS e Android, além disso, os usuários têm fácil acesso à loja de aplicativo. Basta abrir a loja do sistema operacional e baixar o aplicativo da NFF no seu smarthphone.

2. Faça o cadastro no app da NFF

Logo após realizar o download do aplicativo, é necessário que o cadastro seja realizado, contando para isso, com o número de CPF na senha. Outra exigência é a utilização de um número móvel habilitado, pois através dele serão feitas as aprovações do cadastro. Além do cadastro no aplicativo e credenciais com o CPF, vale destacar que:

  • cada smartphone possui permissão de um mesmo CPF;
  • se em um mesmo aparelho são credenciados dois ou mais documentos de pessoa física, apenas o último credenciado é válido, sendo os anteriores invalidados;
  • um mesmo cadastro de pessoa física pode ser cadastrado em diversos celulares;
  • o Portal Nacional da Nota Fiscal Fácil sincroniza os smartphones com login.

3. Emita os documentos fiscais

Agora que você possui o número cadastrado, o app da NFF disponibiliza a emissão dos documentos eletrônicos essenciais para as rotinas empresariais. Entretanto, esteja atendo aos seguintes critérios:

  • escolha a operação ideal para ser realizada: serviço de transporte ou circulação de mercadoria;
  • forneça as informações do destinatário do documento;
  • informe as informações requeridas no app.

Preencher a totalidade dos dados deve respeitar o código de barras que o aparelho realiza do documento fiscal de origem, a exemplo da leitura do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, o DANFe.

Na sequência do cadastro, a emissão é requerida e os dados enviados para a Secretaria da Fazenda, a SEFAZ, que realiza a autorização do documento. Por fim, o acesso é disponibilizado através de um link por WhatsApp, correio eletrônico ou SMS.

Você pode conferir: Automação de processos para gestão de NFes – entenda o assunto

Gostou de conhecer o que é a Nota Fiscal Fácil, quem pode emiti-la e quais os benefícios com a utilização do documento fiscal? Então, siga por dentro dos conteúdos que a UNIMAKE desenvolve semanalmente para a sua empresa aqui no Blog. Além disso, compartilhe com amigos e sócios interessados no assunto.

Até a próxima conversa!

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Afinal, como saber se caí na malha fina? A Unimake responde!

por Equipe de Conteúdo

Atualmente, empresas de médio e grande porte enfrentam desafios relacionados a descentralização de decisões e prestações fiscais. Não raramente, pequenos empresários também relatam dificuldades em acompanhar todas as rotinas empresariais.

A malha fiscal, popularmente conhecida como malha fina, é um ótimo exemplo disso. Como sabemos, as empresas devem prestar a Declaração de Imposto de Renda, instância analisada pela Receita Federal brasileira, na qual são averiguadas todas as informações descritas. Caso existam diferenças entre a declaração e dados de terceiros, uma análise mais detalhada é requerida.

Deseja saber se caiu na malha fina da Receita? Então, siga com a UNIMAKE e descubra como receber a sua restituição do fisco!

O que é malha fina?

Cair na malha fina, popularmente conhecida como malha fiscal, é quando a declaração do Imposto de Renda é confiscada para análises mais profundas. Nesta ocasião, a Receita Federal analisa com detalhes declarações, informações incompletas ou com ambiguidade.

Além disso, a malha fiscal também é requerida em casos com suspeitas de fraude. Outros motivos também surgem como as principais razões para que os contribuintes caiam na malha fina. Fique por dentro de algumas razões e corrija-as quanto antes:

  • falhas na digitação dos documentos;
  • declaração de valores incorretos;
  • ausência de rendimentos declarados;
  • falta ou erros nas informações cadastrais;
  • falha na inclusão de dependentes ou ausência de rendimentos declarados;
  • informações ambíguas ou diferentes da fonte financiadora.

Fique atento ao preenchimento da declaração de Imposto de Renda realizada anualmente, e principalmente, não caia nos erros descritos acima. Se você está se perguntando “como saber se cai na malha fina?”, a UNIMAKE responde logo na sequência.

Conheça o Gestor na Mão: o aplicativo de celular para gestão empresarial.

Como descobrir se caí na malha fina?

Muitos gestores nos perguntam como saber se caíram na malha fiscal. Desde empresários até outros declarantes, com frequência são detectados erros na declaração do Imposto de Renda. Agora que sabemos as principais razões, veja o que fazer nessas horas.

Caso você não tenha recebido a restituição do Imposto declarado, prontamente acesse o e-CAC, o portal da Receita Federal. Lá você monitora o estado da declaração, antes mesmo da data limite para a restituição do valor. Entenda todo o processo:

  1. realize o login utilizando a senha cadastrada ou o código de acesso único;
  2. localize “Meu Imposto de Renda” entre as abas na página;
  3. acesse “Extrato do Processamento da DIRPF”;
  4. posteriormente, entre em “Processamento”;
  5. na sequência, clique em “Pendência de Malha”;
  6. neste momento, todas as pendências irão aparecer listadas.

Caso não existam pendências em lista, você não caiu na malha fina. Agora, se a sua intenção é saber como driblar esta situação e evitar estas falhas, nós preparamos um tópico completo logo abaixo.

Controle Financeiro Empresarial: entenda a importância!

Como evitar cair na malha fiscal?

Para driblar a malha fina, os empresários devem estar atentos às boas práticas de gestão. Desde os princípios básicos de organização de documentos, até mesmo a centralização das informações em um mesmo sistema, a UNIMAKE preparou tópicos que vão ajudar você a lidar melhor com a malha fiscal:

1. Discordância nos informes de rendimentos

Documento fundamental para empresas em diversos segmentos, o informe de rendimentos declara quais foram os valores gastos pelo declarante no período analisado. Para declarar o seu informe, o banco de dados da Receita Federal viabiliza as informações.

Caiu na malha fina, e na declaração consta diferenças nos informes de rendimento? Procure agendar horário com a Receita, e com os documentos emitidos pela corretora ou banco, regularize a situação fiscal.

2. Erros de digitação

Os erros de digitação são uma das causas mais comuns que levam as pessoas a cair na malha do Fisco. Portanto, antes de enviar a sua declaração para a Receita Federal, revise os dados inscritos, bem como, esteja atento se eles estão completos. Caso você receba esta notificação, saiba que regularizá-la é um processo simples. Mas esteja atento com as datas limites para evitar multas.

3. Omissão de informações

Nesse tópico, a declaração correta de recebimento de pensões, aluguéis e renda de dependentes é essencial para quem desejar não ter problemas com o Fisco. Quando existem omissões nos comprovantes de renda, a Receita Federal realiza uma notificação ao declarante, que deverá prestar declarações de maneira presencial.

Já no caso dos aluguéis, caso o pagamento é feito de maneira direta ao declarante, o valor deve ser declarado à Receita Federal, através do e-CAC. Caso o intermediário seja uma imobiliária, os rendimentos devem ser comprovados com informes.

4. Inclusão de dependentes

Essa é uma das causas mais frequentes dos declarantes divorciados que caem na malha. Apenas quem possui a guarda da criança deve declará-la como sua dependente. Já quem paga pensão, pode declarar os filhos como alimentandos.

Como saber se caiu na malha fina da Receita nestes casos? Caso esse seja o seu motivo, apresente ao Fisco os documentos que comprovem a guarda ou pagamento de pensões.

Como isso pode prejudicar o empreendedor?

Cair na malha fiscal prejudica o departamento financeiro das empresas, afinal de contas, as multas que advêm destas práticas poderiam ser substituídas por investimentos lucrativos a médio e longo prazo. Além disso, a prática também sinaliza uma desorganização dos documentos e informações descentralizadas, um fator crítico em diversos empreendimentos.

Logo, encontrar ferramentas para o gerenciamento empresarial é essencial para a saúde das finanças de todo empreendedor de sucesso, e disso, a UNIMAKE entende bem, não é mesmo?

Veja também: a importância de escolher um sistema de gestão para sua empresa

Gostou de conhecer o que é a malha fina e de que formas não cair nela? Então, siga acompanhando os conteúdos que a UNIMAKE prepara semanalmente aqui no Blog. Além do mais, compartilhe com amigos e parceiros de negócios interessados no assunto.

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ERP para Varejo – Entenda sua importância e vantagens!

por Equipe de Conteúdo

ERP varejo, você sabe o que significa e como funciona? Atualmente, definir o sucesso de uma empresa varejista vai muito além de observar os lucros ao final do mês. O mercado a cada dia mais apresenta novas propostas de negócio, e ter o controle de gastos, investimentos e relacionamentos são diferenciais decisivos.

Neste cenário, o Sistema ERP para Varejo surge como uma ferramenta essencial para uma administração inteligente de recursos, característica que destaca empreendedores de sucesso.

Deseja aprender o que é o ERP para Varejo e qual o melhor sistema? Então, siga com a Unimake na leitura do artigo!

Confira também: 7 motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

O que é o ERP para Varejo?

O Sistema ERP – da língua inglesa, Enterprise Resource Planning, ou ainda, o Sistema de Gestão Empresarial, é uma ferramenta desenvolvida para a integração dos setores empresariais. O software centraliza e coleta os dados gerados, fomentando desta forma, informações para as rotinas de trabalho.

Quando o Sistema ERP é destinado para o Varejo, o software é desenvolvido especialmente para os processos destas empresas, sistema integrado com diversos segmentos, visando maior organização, controle de informações e também de resultados.

Veja como funciona o ERP para Varejo e o que considerar ao escolher o seu.

Ah! Fique por dentro também do nosso post sobre as 5 vantagens que a Business Intelligence vai trazer para sua empresa.

De que forma funciona o Sistema ERP no Varejo?

Pesquisas da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, a SBVC, apontam para o crescimento das vendas no Varejo mesmo em tempos de crise. Desta maneira, empresários do ramo investem em ferramentas que auxiliam a controlar o fluxo, além de gerir com precisão os recursos utilizados nos negócios.

O Sistema ERP para o Varejo é uma destas soluções que agregam decisões rápidas, conexão com diferentes setores em uma empresa, bem como, a comunicação efetiva entre clientes e fornecedores. Para isso, o software deve centralizar os dados e informações empresariais, além de dispor de algumas funcionalidades que otimizam tempo e esforços. Veja sobre elas:

  • gerenciamento de entradas e saídas;
  • maior controle de estoque;
  • integração com e-commerce.

Na gestão de entradas e saídas

O Sistema ERP para Varejo auxilia na organização e acompanhamento das vendas. Mas a ferramenta vai além, pois também contribui com o controle financeiro das entradas e saídas na empresa. Desta maneira, os dados são centralizados, oferecendo aos gestores o armazenamento de notas ficais, pedidos, gastos e entradas em um dado período.

Veja mais: Fluxo de caixa ajuda a guiar a gestão financeira das empresas

No controle de estoque

No Sistema ERP a gestão do estoque é um dos maiores benefícios oferecidos. Como sabemos, o gerenciamento eficiente do estoque é essencial para manter a saúde financeira da empresa em dia. Identificação de produtos em alta, falta de mercadoria para as vendas, itens próximos ao vencimento, este são alguns dos muitos momentos que o controle de estoque é decisivo.

Saiba também: O que é gestão de estoque e o que você precisa saber sobre o assunto.

Na integração com e-commerce

Anteriormente, a Unimake frisou a funcionalidade de centralizar informações que o Sistema ERP oferece. Além desta centralização que otimiza esforços, com o software é possível integrar empresas com e-commerce, a loja virtual.

Com a integração, os lucros são maximizados e o alcance das vendas favorecido – diversos cases de sucesso com negócios no varejo defendem o uso do software de gerenciamento para fortalecer alcances empresariais. Garanta a melhor opção!

Mas afinal, qual o melhor ERP para Varejo?

O melhor Sistema ERP para varejo é o Único ERP para Varejo. Com ele, tarefas como controle de vendas e entregas futuras, agilidade nos processos de comercialização e administração das comissões são centralizadas e geridas em tempo real.

Além disso, a Unimake também destaca em relação ao ERP para Varejo:

 

  • Possibilidade de manusear produtos pelo código de barras.
  • Localizar produtos no estoque.
  • Administração do estoque máximo e mínimo.
  • Análise de crédito do cliente.
  • Cuidado com cheques pré-datados e acesso de usuários.
  • Gerenciamento de caixa e controle de contas.

Lembre-se: um ERP especializado em Varejo consegue potencializar as vendas, bons relacionamentos com clientes, fornecedores e o desempenho das empresas. Há décadas atrás, os Sistemas ERP eram genéricos, o que dificultava a centralização das informações e oferta de ferramentas úteis para as rotinas empresariais.

Atualmente, Sistemas como o Único ERP suprem as necessidades que administradores buscam em um software de gestão inteligente. Afinal de contas, quando direcionado ao segmento ideal, as potencialidades do programa são utilizadas, possibilitando um controle de funções eficientes e direcionado para as necessidades específicas das empresas.

Gostou de conhecer com detalhes o que é o ERP para Varejo e qual a melhor opção deste software no mercado? Então, siga por dentro das novidades que a Unimake prepara semanalmente para você aqui no Blog. Preparamos artigos completos para você e o seu negócio. Até o próximo!

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Automação de processos para gestão de NFes – entenda o assunto!

por Equipe de Conteúdo

Afinal, você sabe o que é e como funciona a automação de processos na prática?!

Grandes desafios exigem amplas escolhas, e como prova desta máxima, a gestão empresarial surge como um dos maiores desafios enfrentados por administradores em diversos segmentos. Atualmente, os setores de uma empresa crescem, a medida que as demandas e exigências acompanham a evolução dos lucros.

Neste cenário guiado por desafios, a automação de processos desenvolveu-se como uma ferramenta decisiva para o sucesso. Mas acredite, antes desta decisão, muitos gestores enfrentam períodos de dúvidas e questionamentos quanto o gerenciamento de estoque, documentos e relações com clientes, parceiros e fornecedores.

Deseja entender mais sobre o assunto e tomar decisões assertivas dentro da sua empresa? Então, confira o artigo completo que a UNIMAKE preparou para você e o seu negócio. Entenda a automação de processos para gestão de NFes na sequência.

Veja também: os principais motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

Você sabe o que é uma NFe?

A NFe, como é conhecida a Nota Fiscal Eletrônica, é um documento lançado pelo Sistema Público de Escrituração Digital, o SPED, que desde o ano 2008, determina a emissão de NFes para empresas em diversos segmentos ou alcances. Neste sentido, vale destacar que o MEI, o Microempreendedor Individual, está isento da emissão da NFe em alguns casos.

Qual a importância do gerenciamento da Nota Fiscal Eletrônica?

Como a UNIMAKE destaca, a emissão da Nota Fiscal Eletrônica é obrigatória para as empresas brasileiras, e ainda que o consumidor não a solicite, ela deve ser emitida. Portanto, o investimento em automação de processos para gestão de NFes é prioridade para empresários que almejam crescimentos com um bom preparo e gerenciamento coeso de decisões.

Com frequência encontramos o argumento que, para investir em uma boa ferramenta de automação processual, apenas as empresas de médio e grande porte conseguem aportar. Entretanto, existe no mercado opções de sistemas acessíveis e com desempenhos acima da média, o que cobre investimentos, e ainda, conquistam margens de lucros interessantes.

Destacamos ainda, a importância da automatização na eliminação de multas, impressões de NFe, ajustes em trabalhos que exigem correções, controle de Notas Fiscais Eletrônicas emitidas por fornecedores e outras atividades mais. A estratégia de contingência, isto é, a ação que o sistema cumpre quando sites oficiais estão fora de operação, é essencial na gestão segura da NFe.

Como implementar o gerenciamento de NFes? Conheça as etapas

Antes das dicas que tornam a automação de processos uma estratégia acessível, vale mencionar que a adoção de ótimo softwares para a geração, distribuição e impressão de documentos como as Notas Ficais Eletrônicas. Com eles, os gestores e donos de empresa regatam um controle segura não apenas dos documentos, mas dos próprios processos e decisões empresariais.

Deseja conhecer maneiras para otimizar tempo e maiores investimentos nestas rotinas? Então, siga com a UNIMAKE neste conteúdo, pois logo abaixo elencamos algumas dicas essenciais.

1. A criação de rotinas empresariais

Gestores de projetos que são verdadeiros cases de sucesso são veementes, para a conquista de resultados satisfatórios, a criação de rotinas deve apoiar a automação de processos. Neste cenário, o conhecimento das demandas, bem como a ciência do caminho que deve ser trilhado e as rotinas estipuladas, são ações prioritárias em negócios de diferentes segmentos.

Para isso, as rotinas precisam incluir todas as áreas e setores da empresa – e não somente aquelas responsáveis por documentos como a Nota Fiscal Eletrônica. Eis aqui mais um argumento para a adoção de um bom sistema que centralize estes setores.

Saiba mais: UniNFe – Tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

2. Automatização de processos em prática

Assim como existem no mercado exemplos de sucesso, casos de gerenciamento descentralizado e arcaico são a prova da importância da automatização de processos, logo após a criação das rotinas corporativas. Especialistas em gestão de empresas apontam para o papel central dos sistemas de integração nesta organização.

Vale destacar que, apesar de o foco deste artigo mirar na gestão das NFes, as ferramentas de automatização apontam também para outras áreas e objetivos essenciais para todo empresário, isto é, a conquista de maiores lucros e a otimização de recursos.

E por falar em objetivos nobres, nós da UNIMAKE preparamos outro tópico fundamental logo na sequência: a segurança dos dados.

3. Armazenamento seguro e eficiente

Nas últimas décadas, os documentos eletrônicos trouxeram maior comodidade nas decisões e o corte de gastos com papeladas em escritórios em todo o Brasil. Entretanto, o cuidado com dados e o armazenamento de informações passaram a figurar entre as maiores preocupações de administradores.

Ao pensarmos em processos gerenciais, lidamos não apenas com os informes ou documentações da empresa, mas também com os dados de clientes, fornecedores e parceiros de negócio. E neste cenário, o sistema de integração auxilia com segurança, armazenando ainda, os documentos em períodos de 5 anos ou mais, conforme as exigências legais.

Automação de processos eficaz

Segundo pesquisas do IBGE, milhares de empresas fecham as portas logo após o primeiro ano de prestação de serviços. Os mesmos estudos são categóricos em afirmar, que a automação de processos é decisiva na saúde financeira de corporações.

Vale destacar também, que a utilização de documentos auxiliares como o DANFe, é um passo importante para a conquista destes processos. A Nota Fiscal Eletrônica é integrada por arquivo XML, o qual apresenta legitimidade jurídica, enquanto o DANFe é uma representação eficaz da NFe.

Gostou de conhecer o papel e a importância da automação de processos na conquista de ótimos resultados corporativos? Então, siga de olho nos conteúdos que a UNIMAKE prepara semanalmente para o seu negócio. Além disso, envie este artigo para sócios e parceiros interessados no assunto.

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ERP para Varejo – Entenda sua importância e vantagens!

por Equipe de Conteúdo

Atualmente, definir o sucesso de uma empresa varejista vai muito além de observar os lucros ao fim do mês. O mercado a cada dia mais, apresenta novas propostas de negócio, e ter o controle de gastos, investimentos e relacionamentos são diferenciais decisivos.

Neste cenário, o Sistema ERP para Varejo surge como uma ferramenta essencial para uma administração inteligente de recursos, característica que destaca empreendedores de sucesso.

Deseja aprender o que é o ERP para Varejo e qual o melhor sistema? Então, siga com a Unimake na leitura do artigo!

Confira também: 7 motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

O que é o ERP para Varejo?

O Sistema ERP – da língua inglesa, Enterprise Resource Planning, ou ainda, o Sistema de Gestão Empresarial, é uma ferramenta desenvolvida para a integração dos setores empresariais. O software centraliza e coleta os dados gerados, fomentando desta forma, informações para as rotinas de trabalho.

Quando o Sistema ERP é destinado para o Varejo, o software é desenvolvido especialmente para os processos destas empresas, sistema integrado com diversos segmentos, visando maior organização, controle de informações e também de resultados.

Veja como funciona o ERP para Varejo e o que considerar ao escolher o seu.

Fique por dentro: 5 vantagens que a Business Intelligence vai trazer para sua empresa

De que forma funciona o Sistema ERP no Varejo?

Pesquisas da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, a SBVC, apontam para o crescimento das vendas no Varejo mesmo em tempos de crise. Desta maneira, empresários do ramo investem em ferramentas que auxiliam a controlar o fluxo, além de gerir com precisão os recursos utilizados nos negócios.

O Sistema ERP para o Varejo é uma destas soluções que agregam decisões rápidas, conexão com diferentes setores em uma empresa, bem como, a comunicação efetiva entre clientes e fornecedores. Para isso, o software deve centralizar os dados e informações empresariais, além de dispor de algumas funcionalidades que otimizam tempo e esforços. Veja sobre elas:

  • Gerenciamento de entradas e saídas.
  • Maior controle de estoque.
  • Integração com e-commerce.

Gestão de entradas e saídas

O Sistema ERP para Varejo auxilia na organização e acompanhamento das vendas. Mas a ferramenta vai além, pois também contribui com o controle financeiro das entradas e saídas na empresa. Desta maneira, os dados são centralizados, oferecendo aos gestores o armazenamento de notas ficais, pedidos, gastos e entradas em um dado período.

Veja mais: Fluxo de caixa ajuda a guiar a gestão financeira das empresas

Controle de estoque

No Sistema ERP a gestão do estoque é um dos maiores benefícios oferecidos. Como sabemos, o gerenciamento eficiente do estoque é essencial para manter a saúde financeira da empresa em dia. Identificação de produtos em alta, falta de mercadoria para as vendas, itens próximos ao vencimento, este são alguns dos muitos momentos que o controle de estoque é decisivo.

Saiba também: O que é gestão de estoque e o que você precisa saber sobre o assunto.

Integração com e-commerce

Anteriormente, a Unimake frisou a funcionalidade de centralizar informações que o Sistema ERP oferece. Além desta centralização que otimiza esforços, com o software é possível integrar empresas com e-commerce, a loja virtual.

Com a integração, os lucros são maximizados e o alcance das vendas favorecido – diversos cases de sucesso com negócios no varejo defendem o uso do software de gerenciamento para fortalecer alcances empresariais. Garanta a melhor opção!

Qual o melhor ERP para Varejo?

O melhor Sistema ERP para varejo é o Único ERP para Varejo. Com ele, tarefas como controle de vendas e entregas futuras, agilidade nos processos de comercialização e administração das comissões são centralizadas e geridas em tempo real.

Além disso, a Unimake também destaca em relação ao ERP para Varejo:

  • Possibilidade de manusear produtos pelo código de barras.
  • Localizar produtos no estoque.
  • Administração do estoque máximo e mínimo.
  • Análise de crédito do cliente.
  • Cuidado com cheques pré-datados e acesso de usuários.
  • Gerenciamento de caixa e controle de contas.

Lembre-se: um ERP especializado em Varejo consegue potencializar as vendas, bons relacionamentos com clientes, fornecedores e o desempenho das empresas. Há décadas atrás, os Sistemas ERP eram genéricos, o que dificultava a centralização das informações e oferta de ferramentas úteis para as rotinas empresariais.

Atualmente, Sistemas como o Único ERP suprem as necessidades que administradores buscam em um software de gestão inteligente. Afinal de contas, quando direcionado ao segmento ideal, as potencialidades do programa são utilizadas, possibilitando um controle de funções eficientes e direcionado para as necessidades específicas das empresas.

Gostou de conhecer com detalhes o que é o ERP para Varejo e qual a melhor opção deste software no mercado? Então, siga por dentro das novidades que a Unimake prepara semanalmente para você aqui no Blog. Preparamos artigos completos para você e o seu negócio.

Até o próximo!

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Tutorial simplificado: como abrir arquivo XML passo a passo!

por Equipe de Conteúdo

Os arquivos XML são essenciais para empresas que emitem ou recebem documentos fiscais como a Nota Fiscal Eletrônica, o CTe, o NFSe. Ainda que presentes no dia a dia empresarial, administradores e gestores questionam como abrir arquivo XML de forma acessível, e principalmente, como realizar a leitura do arquivo.

Deseja aprender os detalhes dos arquivos XML e ampliar os alcances do seu negócio? Então, confira o passo a passo que a UNIMAKE preparou na sequência.

NSU: O Número Sequencial Único da NF-e — Entenda a sigla com a Unimake

O que é o arquivo XML?

Também conhecido como extensible markup language, o arquivo XML é uma linguagem de marcação, isto é, códigos utilizados para criar documentações com dados estruturados de forma hierárquica.

Ao pensarmos em XML da Nota Fiscal Eletrônica, estamos relacionando o documento digital da NFe, um arquivo que segue estruturas estabelecidas pelo Fisco e atende padrões com rigor. Vale destacar que apesar de o DANFE ser inválido de maneira jurídica, o XML possui validade e deve ser armazenado por, pelo menos, 5 anos.

Erros no armazenamento do arquivo XML sancionam empresas e acarretam multas que superam o valor de R$1000,00 para cada documento com declaração ausente.

O que o arquivo XML de uma nota fiscal apresenta?

Que os arquivos XML são importantes, a UNIMAKE ressalta aqui no blog, mas com frequência empresários nos perguntam o que contêm estes documentos. Em geral, o arquivo XML apresenta em sua estrutura:

  • os dados presentes na nota fiscal eletrônica;
  • as informações de quem emite o arquivo e também a de quem está destinado;
  • as informações relacionadas a mercadoria ou ao serviço prestado;
  • os dados do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS);
  • as informações do transporte;
  • dados complementares.

Bem como outras questões fiscais, a NFe denegada causa dúvidas ao empreendedor, afinal, por que a Nota Fiscal Eletrônica emitida foi denegada? Como devo emiti-la? Será que a SEFAZ detectou alguma falha no meu negócio? Essas são algumas questões relacionadas a essa temática, e compreendê-las, ajuda empresários nas regulamentações com o Fisco.

Leia também: Como agir quando sua nota fiscal é denegada?

Qual a utilidade do arquivo XML?

O arquivo XML é útil e frequentemente utilizado para atestar a propriedade de uma mercadoria ou de um serviço adquirido. É com o arquivo em formato extensible markup language que a fiscalização confere detalhes dos bens e transações realizadas.

Fundamental para quem adquire ou vende um produto, o XML auxilia no armazenamento dos dados fiscais, contribuindo que informações essenciais mantenham-se registradas e sejam acessadas de maneira facilitada. Confira como logo abaixo.

Qual o programa que abre XML?

Existem algumas maneiras ágeis e seguras de abrir arquivos XML da NFe. Entretanto, nem todos são acessíveis, e para auxiliar o usuário, o DANFE View facilita o armazenamento, organização e transferência destes arquivos. Veja em quais programas também é possível abri-los:

  • Editor de textos.
  • Navegador da internet.
  • Excel.

Editor de texto ou bloco de notas

Uma maneira acessível de abrir arquivo XML é com o auxílio de um editor de texto ou bloco de notas. A grande vantagem de utilizar este recurso é a facilidade em ter um editor de texto instalado na máquina. Por outro lado, os dados aparecem em linha, dificultando a visualização das informações.

Confira: A importância da gestão de estoque para um empreendimento

Navegador da internet

Para abrir o arquivo XML com o navegador de internet, como com o uso do bloco de notas, encontre o arquivo e selecione com o botão direito do mouse, a opção “abrir com”. Os navegadores reconhecem o arquivo, facilitando o acesso das informações presentes no documento de maneira simples, identificando também, as linhas de marcação automaticamente. O ponto negativo do uso do navegador, porém, é a obrigatoriedade de abrir o arquivo para identificá-lo, um processo pouco produtivo.

Excel

Abrir o arquivo XML utilizando o Excel é a maneira mais acessível das listadas acima. Afinal de contas, o Excel é a sugestão padrão da maior parte das máquinas quando os documentos XML são clicados. O programa oferece a possibilidade de converter o arquivo em tabela, permitindo que o usuário realize análises dos dados de maneira organizada.

É possível converter XML para PDF com segurança?

Uma pergunta frequente em relação aos arquivos XML é como convertê-los para PDF, pois o XML apresenta códigos que tornam a leitura complexa. O cuidado com este processo é necessário, pois ele garante as informações e o formato que a SEFAZ exige para os documentos com validade jurídica. Portanto, a utilização de software para a leitura e conversão de XML para PDF é essencial para que as informações e o formato sejam mantidos.

Gostou de aprender como abrir arquivo XML aqui no blog post da Unimake? Então, siga de olho nas novidades que semanalmente divulgamos no Blog. Além disso, compartilhe o arquivo com amigos e sócios interessados no assunto.

Até a próxima!

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O que é XML da NF-e? A Unimake responde!

por Equipe de Conteúdo

Nos últimos anos a nota fiscal eletrônica, também representada como NF-e, foi popularizada devido à importância e obrigatoriedade da utilização do documento para fins tributários. Devido à visibilidade conquistada, dúvidas como o que é XML da NF-e e como encontrar XML de uma nota fiscal eletrônica, surgiram entre administradores e clientes nas rotinas empresariais.

Deseja descobrir maiores detalhes relacionados ao tema? A Unimake responde às perguntas. Confira na sequência!

O que é um arquivo XML?

O arquivo de texto XML, no inglês Extensive Markup Language, é largamente utilizado na norma brasileira de escrituras fiscais, na NF-e, a nota fiscal eletrônica. Para isso, no arquivo XML estão contidas informações importantes do usuário emissor, o destinatário, bem como da mercadoria ou serviços comercializados.

Segundo as normas fiscais brasileiras, o emissor da NF-e e o destinatário devem preservar a nota fiscal eletrônica em um período de cinco anos. Vale lembrar que, caso o arquivo XML for solicitado pela Receita Federal Brasileira, e o emissor ou receptor não apresentem a nota fiscal, multas e penalizações são aplicadas.

Uma das maiores vantagens do uso do arquivo XML, foi a redução de gastos com papéis antes utilizados para a impressão dos documentos ficais, realidade simplificada nos últimos anos.

Veja também: Entenda mudanças na consulta completa da NF-e.

Quais informações estão presentes no XML da NF-e?

Os documentos fiscais possuem formato padrão, característica que facilita a gestão financeira, o controle contábil e do fisco brasileiro. Logo, a NF-e apresenta informações essenciais relacionadas ao emissor, ao receptor e também ao produto adquirido.

Conheça as principais informações contidas no XML da NF-e:

  • dados do emissor da NF-e e do destinatário: nome completo, razão social, CNPJ e endereço;
  • descrição dos produtos: quantidade, informações tributárias (como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e valores;
  • informações relacionadas ao frete e ao transporte: dados do responsável;
  • dados para a cobrança: endereço e formas de pagamento.

Como agir quando sua nota fiscal é denegada? Saiba o que fazer!

Obrigações do emissor do arquivo XML

A Unimake relembra, que tão importante quanto entender o que é XML da NF-e, é estar atento para as obrigatoriedades da emissão dos documentos fiscais. Para auxiliar no entendimento, destacamos um checklist essencial para empresários emissores.

 

  • o envio do arquivo XML da NF-e é obrigatório;
  • o cliente deve autenticar o arquivo XML e validar o certificado digital;
  • ferramentas são essenciais na documentação fiscal.

Com a utilização de ferramentas como o DANFE View OFFICE, os setores contábeis e financeiros empresariais são beneficiados com o envio de relatórios dos arquivos XML armazenados. Além disso, outras ações inteligentes são possibilitadas, como:

  1. visualização e impressão facilitada dos documentos DANFE, DACTE, CC-e e outros documentos fiscais;
  2. armazenamento seguro e organizado dos arquivos XML da empresa;
  3. envio automático dos arquivos XML para o escritório de contabilidade;
  4. backup automático e frequente dos arquivos XML;
  5. economia de tempo ao tentar localizar XML de maneira prática e ágil.

O que é o DANFE?

Como sabemos, a nota fiscal eletrônica é encontrada exclusivamente em formato digital. Para que as informações complexas deste documento eletrônico sejam simplificadas, o DANFE – o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – foi popularizado.

Desta forma, quando utilizadas as ferramentas que geram e emitem o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, é emitido um arquivo PDF e enviado seguido do arquivo XML por correio eletrônico. Entenda logo a baixo quando emitir o DANFE é obrigatório.

NSU: O Número Sequencial Único da NF-e — compreenda a sigla com a UNIMAKE.

Quando emitir o DANFE é obrigatório?

O DANFE é um documento fiscal que facilita a localização de informações presentes nas notas ficais eletrônicas. Logo, a emissão do arquivo passa a ser obrigatória em inúmeras situações, como:

  • quando existe o transporte de mercadorias, o DANFE possibilita a localização dos produtos e informações fiscais;
  • nas ocasiões em que o receptor não está credenciado para emitir nota fiscal eletrônica como pessoa física.

Como gerar o DANFE?

O arquivo DANFE é emitido por software, o qual produz o documento de maneira automatizada, contendo as informações simplificadas do XML da NF-e. Quando impresso, isto é, além da versão em PDF, o DANFE pode ser emitido em papel comum.

Além disso, o tamanho mínimo é 210 x 297 mm (A4) e o máximo 230 x 330 mm (Ofício II). Outro fator essencial é a manutenção do contraste que permite a leitura do código de barras. Além do mais, esteja atento às fontes exigidas pela Receita Federal: utilize Courier New ou Times New Roman ao gerar os documentos.

Gostou de conhecer o que é XML da NF-e e como estes arquivos facilitam a vida de empresários e seus clientes? Então, siga de olho nos conteúdos que a Unimake prepara semanalmente para você aqui no Blog. Além disso, envie o artigo para amigos ou sócios interessados no assunto.

Até o próximo bate-papo!

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UniNFe – Tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

por Equipe de Conteúdo

UniNFe é um aplicativo que valida e transmite arquivos XML da Nota Fiscal Eletrônica (NFe), de maneira open source, isto é, com código-fonte aberto e gratuito. A aplicação é utilizada por empresas em diferentes frentes de tecnologia, ambientes que buscam a integração do envio de XML de clientes com o Sistema de Gestão ERP.

Deseja conhecer outros detalhes do que é o UniNFe, as principais características da versão livre, bem como os benefícios da versão plus? Então, confira na sequência o conteúdo completo que a Unimake preparou para a sua empresa. Veja mais!

O que é o UniNFe?

Como já adiantamos, o UniNFe é uma aplicação open source para emissão de arquivos XML dos documentos NFe, NFC-e, CT-e, CC-e, MDF-e, NFS-e, EFD-Reinf e e-Social para a regulamentação fiscal, que conta para isso, com integração ERP.

Vale destacar que o UniNFe é um aplicativo gratuito, no qual são enviados os arquivos XML para a Secretaria de Estado da Fazenda, a SEFAZ, ou em alguns casos, para a Prefeitura. Outra característica importante, é a possibilidade de impressão do DANFE com o mesmo sistema, sem obrigatoriedade de contratos. Deseja conhecer outras funcionalidades? A Unimake detalha logo abaixo.

Destaque: tanto o UniNFe, quanto o UniDANFE, são aplicações com versão livre: baixe, integre e use!

Por que utilizar o UniNFe?

O monitor de documentos fiscais eletrônicos, o UniNFe, foi criado para integrar os softwares ERP com o sistema de documentos fiscais eletrônicos da Secretaria de Estado da Fazenda. A principal função da ferramenta é a leitura de arquivos XML gerados pelo sistema ERP, com a inclusão de assinaturas digitais, validação acessível, envio para os serviços da SEFAZ e análise dos dados.

Um grande destaque na utilização do UniNFe, é a funcionalidade do app para a impressão de documentos fiscais eletrônicos, também conhecido como UniDANFe.

Falamos mais sobre o assunto nesta publicação, fique por dentro: UNINFE agrega municípios que os contribuintes podem emitir NFS-e pelo ERP.

Como instalar o UniNFe?

Ainda que o UniNFe seja um aplicativo de código-fonte aberto, para que a sua instalação seja descomplicada, seguir o passo a passo inicial é essencial para o uso frequente e assertivo de todas as funções. Confira na sequência:

 

1) Funcionalidade do app

Vale destacar, o UniNFe deve ser instalado em computadores que possuem certificado digital ou com acesso à pasta em que o arquivo está certificado. Desta forma, o usuário garante a correta utilização da aplicação.

2) Usuário do Sistema Operacional

O usuário do Sistema Operacional (SO) configurado ao instalar o certificado, precisa ser o mesmo ao executar o UniNFe para o seu correto funcionamento. Além disso, outros passos são essenciais para o uso efetivo do aplicativo, como:

  • instalação do .NET Framework;
  • o aplicativo não funciona se o .NET Framework 4.8 não estiver instalado na máquina em que o UniNFe será executado;
  • o setup para instalar o aplicativo verifica se o .NET Framework está instalado, e o sugere caso não esteja.

Para instalar o UniNFe, basta executar o setup e dar continuidade nas orientações do assistente para a instalação. A aplicação será automaticamente executada e alocada na área de notificação Systray do Windows. Já para abrir a tela principal, realize o clique duplo no ícone do aplicativo localizado na área de notificação.

Ah! Aproveite e veja também: SAT – conheça as instruções de configuração no UNINFE.

Como utilizar o UniNFe?

Assim que abrir a tela do aplicativo, com clique duplo sobre o ícone na área de notificação do sistema operacional – ou mesmo clicar com o botão direito do mouse, para executar o menu suspenso, irão aparecer os ícones desta tela principal. Surgiram dúvidas relacionadas aos ícones? A Unimake destaca as principais funcionalidades na sequência. Confira os detalhes:

 

  • sobre: apresenta informações gerais do UniNFe;
  • configurações: abre a tela que permite configurar a aplicação;
  • documentação: abre a página do manual (documentação) do aplicativo;
  • atualizar o UniNFe: abre a tela para atualização do aplicativo para versões mais atuais;
  • situação dos serviços: abre a tela para efetuar a consulta da situação dos serviços dos documentos fiscais eletrônicos;
  • cadastro de contribuintes: abre a tela para efetuar a consulta cadastro de contribuintes;
  • disponibilidade NFe: abre o site “disponibilidade de serviços” do “portal da nota fiscal eletrônica”;
  • atualizar WSDL: atualiza os arquivos de webservices e schemas para os originais que acompanham o instalador do aplicativo.
  • validar XML: abre a tela para validação dos XML dos documentos fiscais eletrônicos;
  • log: abre a tela para visualização dos logs gerados pelo aplicativo;
  • disponibilidade CTe: abre o site “disponibilidade de serviços” do “portal de conhecimento de transporte eletrônico”;
  • disponibilidade MDFe: abre o site “disponibilidade de serviços” do “portal de manifesto de documentos fiscais eletrônicos”;
  • municípios: abre a tela para configuração dos padrões de NFS-e dos municípios.

Gostou de entender melhor o que é o UniNFe e como efetuar a correta instalação do aplicativo na sua empresa? Então, siga acompanhando os conteúdos completos que a Unimake prepara semanalmente aqui no blog. Além disso, envie nosso conteúdo para amigos ou sócios interessados em conhecer o monitor de documentos fiscais eletrônicos integrados aos softwares ERP.

Até a próxima conversa!

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