Comissão rejeita obrigação de registro de ponto em todas as empresas

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A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou projeto de lei que torna obrigatório o registro de ponto independentemente do número de funcionários da empresa (PL 5737/16).

O projeto é de autoria do deputado Victor Mendes (PSD-MA) e foi relatado na comissão pelo deputado Laercio Oliveira (SD-SE).

Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43) exige o registro de ponto apenas em empresas com mais de dez empregados. O registro pode ser manual, mecânico ou eletrônico.

Custo
A rejeição foi pedida pelo relator. Para Laercio Oliveira, a obrigatoriedade de marcação de ponto para todos os empregados traria um custo financeiro elevado para as empresas, principalmente as de pequeno porte, que teriam que adaptar os seus sistemas de acompanhamento funcional.

“Há que se levar em consideração que o Brasil se encontra em período de forte crise que tem impactado principalmente os pequenos e médios empresários, onde qualquer tipo de novo custo pode ser o fato gerador da extinção da empresa”, disse Oliveira.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/518660-COMISSAO-REJEITA-OBRIGACAO-DE-REGISTRO-DE-PONTO-EM-TODAS-AS-EMPRESAS.html

 

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Nono dígito começa no sul do país em 06/11

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A Anatel, por meio da Resolução nº 553, publicada em 14 de dezembro de 2010, alterou o Regulamento de Numeração do Serviço Móvel Pessoal (SMP). Essa mudança prevê a inclusão do dígito 9 nos números celulares atuais.

O nono dígito adicionado aos números será o nove (9), que ocupará a posição à frente dos números atuais, passando a ter o formato 9 xxxx xxxx.

Dessa forma PR, SC e RS juntam-se a outros estados brasileiros que já adotaram o padrão de nove números nas chamadas para celular.

A mudança acontece no dia 06/11, até lá as ligações devem ser feitas no padrão atual.

 

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Exigência do CEST é adiada para 1º de julho de 2017

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A CONFAZ adia exigência do Código Especificador da Substituição Tributária – CEST prevista para 1º de outubro de 2016

O Convênio ICMS 90/2016, publicado no DOU desta terça-feira (13/09), adia para 1º de julho de 2017 a exigência do CEST.

O adiamento da exigência do CEST para 1º de julho de 2017 veio em boa hora, visto que muitas empresas ainda não atualizaram o cadastro de mercadorias para incluir o Código Especificador de Substituição Tributária instituído pelo Convênio ICMS 92/2015.

O Convênio ICMS 90/2016, alterou redação  do Convênio ICMS 92/2015 que criou o CEST e uniformizou em âmbito nacional a lista de mercadorias sujeitas às regras de Substituição Tributária do ICMS.
Com o advento do Convênio ICMS 92/2015, desde 1º de janeiro de 2016 os Estados e o Distrito Federal somente podem cobrar ICMS-ST das mercadorias listadas no ICMS 92/2015.

Confira aqui integra no Convênio ICMS 90/2016.

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Governo adia e-Social para 2018

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A obrigatoriedade passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2018 para empregadores e contribuintes com faturamento em 2016 acima de R$ 78 milhões e em 1º de julho para os demais.

O uso do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial, por empregadores começará a ser obrigatório somente a partir de 2018, em vez de setembro deste ano, como foi definido ano passado.

O adiamento consta da resolução do Comitê Diretivo do eSocial publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (31/08).

De acordo com a norma, a obrigatoriedade do eSocial se dará em 1º de janeiro de 2018 para os empregadores e contribuintes com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78 milhões e em 1º de julho de 2018 para os demais empregadores e contribuintes.

“Fica dispensada a prestação das informações dos eventos relativos a saúde e segurança do trabalhador (SST) nos seis primeiros meses depois das datas de início da obrigatoriedade”, diz a resolução. “Até 1º de julho de 2017, será disponibilizado aos empregadores e contribuintes ambiente de produção restrito com vistas ao aperfeiçoamento do sistema”, acrescenta.

O eSocial vai unificar o envio de informações pelo empregador ao governo em relação aos seus empregados. Instituído por decreto em dezembro de 2014, o sistema padroniza a transmissão, validação, armazenamento e distribuição de dados referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos funcionários.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/leis_e_tributos/governo_adia_esocial_para_2018

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SPED: Bloco K e o desafio de prestar informações ao Fisco

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That, my friend, is a pic of a rocket factory. You won´t see many of these

Estamos acompanhando a obrigatoriedade do Bloco K no âmbito do SPED, instituída pelo Governo Federal, através do Decreto 6.022/2007, para estabelecimentos industriais, ou a eles equiparados, e atacadistas. Para essas empresas, será obrigatória a escrituração do Bloco K no SPED Fiscal, a partir de janeiro de 2017, conforme Ajuste Sinief nº 8, de outubro de 2015, contendo as informações de movimentação de estoques e da produção.

Inicialmente, todas as indústrias estariam obrigadas a apresentar o Bloco K a partir de 1º de janeiro de 2016. Entretanto, esse prazo terá de ser observado somente pelas empresas com faturamento anual igual ou superior a R$ 300 milhões e pelas pessoas jurídicas habilitadas no Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof).

A nova regra ainda determina que as indústrias com faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões ficarão obrigadas ao Bloco K somente a partir de 1º de janeiro de 2018. Para outras empresas e comerciantes atacadistas, a exigência valerá a partir de 1º de janeiro de 2019.

Como toda novidade contábil gera um pouco de preocupação por parte das empresas, diante da demanda de responsabilidades e das penalidades envolvidas, é indispensável se atualizar sobre os processos que serão informados e as características que deverão ser aplicadas ao Bloco K. Em caso de omissão de informações em meio magnético ou a sua entrega em condições que impossibilitem a leitura e tratamento e/ou com dados incompletos, correspondente ao controle de estoque e/ou registro de inventário, a multa é o equivalente a 1% do valor do estoque no final do período conforme prevê o artigo 527, inciso VIII “Z” do RICMS/SP.

Mas, o que realmente será mudado com as novas informações do Bloco K?

A atuação da fiscalização passará a ter um amplo acesso com as novas informações das empresas, facilitando as informações de cruzamento de saldos com toda a parte de inventário da companhia.

A Receita Federal do Brasil terá registradas no Bloco K as quantidades produzidas a partir das informações do estoque das empresas, contemplando os insumos adquiridos em cada operação de produto acabado, a projeção de estoque de matéria-prima e de produto acabado, e ainda, informações de industrialização efetuada por terceiros.

A gestão da empresa e os seus controles de estoque terão a oportunidade de se aperfeiçoar, já que a nova exigência deve obrigar o contribuinte a aprimorá-los.

A produção deverá abrir informações sigilosas, o que exige atenção, caso a caso. A ficha técnica padronizada, registrada no Bloco K, por exemplo, deverá informar o consumo específico padronizado e a perda normal para se produzir uma unidade de produto.

A multa pelo não fornecimento de informações relacionadas ao Bloco K ou sua entrega com dados incompletos pode chegar a 1% do valor total do estoque no período.

Resumindo, o Bloco K está gerando riscos, desafios e oportunidades para as empresas, que a partir de então, precisarão elaborar um planejamento de qualificação para a equipe de profissionais responsável pelas áreas fiscal e contábil.

 

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-nova-fase-do-sped-fiscal-para-as-empresas-bloco-k/112635/

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O que muda com o fim do emissor de NF-e de São Paulo?

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A SEFAZ SP anunciou recentemente que deixará de fornecer atualizações para seu emissor de Nota Fiscal Eletrônica.

A manutenção será dada até 31/12/2016.

Na prática o que acontece com os usuários que o utilizam?

Após esse período ainda que o aplicativo continue funcionando, não receberá mais atualizações.

Se porventura a Fazenda promover alguma mudança no leiaute da Nota Fiscal Eletrônica ou de outros documentos eletrônicos (CT-e, CC-e, por exemplo) o aplicativo não será mais capaz de enviar o XML correto e por consequência o contribuinte usuário estará impedido de emitir o documento pelo aplicativo.

Também não é possível prever em que momento essas mudanças acontecerão, podem levar meses ou semanas, de modo que em algum momento ao longo de 2017 o aplicativo deixará ser funcional para um ou mais tipos de documentos fiscais eletrônicos.

Quais as alternativas para os usuários?

Como apontado pela própria SEFAZ SP em seu comunicado (Leia aqui) recomenda aos usuários que busquem soluções no mercado.

Fazendo isso, ainda que seja uma solução paga, os usuários passarão a contar com aplicativos que oferecem suporte e atualizações constantes, reduzindo assim grandes probabilidades de parada no processo de emissão.

A Unimake Software oferece seu emissor de NF-e (Acesse o material aqui) que também permite emissão de NFC-e, CT-e, MDF-e e CC-e.

O aplicativo traz para seus clientes, além da vantagem de uma excelente relação custo benefício funcionalidades muito mais avançadas que o emissor de SP como cadastro simplificado de clientes e tributações, além da impressão automática do DANFE e o envio automático do XML para os clientes finais.

Migre para nossa solução agora mesmo,  fale com nossa equipe comercial pelo e-mail comercial@unimake.com.br ou pelos fones 44 3141-4900 e 44 9109-6614

 

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O Senado quer ouvir a opinião da população sobre limitação nas franquias de internet

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O Senado Federal quer saber a opinião dos internautas em relação a um dos temas mais polêmicos que dominou o noticiário tecnológico nos últimos meses: o limite de dados da internet fixa. Em uma enquete disponível no site oficial do Senado, os usuários podem responder as questões que ficarão disponíveis neste link até 15/06.

De acordo com a página, as perguntas são relativas à proibição da limitação de consumo de dados na internet banda larga fixa e têm como base os projetos de lei 174/2016 e 176/2016, além da SUG 7/2016.

  1. Você é a favor ou contra a limitação de consumo de dados na internet de banda larga fixa?
  2. Em sua opinião, limitar o consumo de dados está ou não está de acordo com os princípios previstos no Marco Civil da Internet?
  3. Você é a favor ou contra o bloqueio coletivo de aplicativos de comunicação por decisões judiciais?
  4. Em sua opinião, com a limitação do consumo de dados na internet de banda larga fixa:
  • O lucro das empresas vai aumentar, permanecer igual ou diminuir?
  • A qualidade dos serviços vai aumentar, permanecer igual ou diminuir?
  • A satisfação dos clientes vai aumentar, permanecer igual ou diminuir?
  • Os gastos dos clientes com internet vão aumentar, permanecer iguais ou diminuir?

Caso não saiba, há sempre uma alternativa em que o usuário pode declarar que não tem conhecimento ou que prefere não opinar naquela questão de passar para a próxima pergunta.

Entenda

A polêmica da limitação da internet banda larga fixa surgiu quando a Vivo anunciou que os planos oferecidos pela operadora poderiam penalizar internautas que gastassem toda a franquia de dados contratada com o bloqueio da conexão, como já acontece com a internet móvel.

A decisão gerou bastante polêmica e foi contestada por diversos órgãos ligados à defesa do consumidor e por petições criadas por internautas que pediam o fim da limitação da internet.

Fonte:

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/senado-lanca-enquete-para-saber-se-voce-e-contra-o-limite-de-dados-da-internet/58537

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País atinge marca de 14 bilhões de NF-e´s emitidas

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O projeto nacional da Nota Fiscal Eletrônica atingiu nesta semana incríveis 14 bilhões de NF-e´s emitidas.

Esse volume foi emitido por mais de 1,3 milhão de contribuintes nos 27 estados da federação e demonstra a maturidade do projeto que completa 11 anos em 2016.

A NF-e surgiu como um protocolo de intenções num encontro do ENCAT (Encontro Nacional dos Administradores e Coordenadores Tributários Estaduais) e a Receita Federal.

A intenção do projeto foi a de agilizar o processo de emissão e circulação da NF entre as partes (Comprador e vendedor) dispensando as autorizações de impressão que tinham de ser obtidas junto à Receitas Estaduais; a economia de papel com a dispensa dos formulários contínuos (A NF´s chegavam a ter 6 vias em algumas empresas) e o maior controle em tempo real das operações pelo Fisco.

Inicialmente grandes empresas aderiram ao projeto, fato em que foram beneficiadas imediatamente pois algumas emitem centenas de milhares de Notas Fiscais por ano e posteriormente o fisco foi escalonando para mais atividades de forma que hoje atende a praticamente todos os segmentos econômicos brasileiros.

Sem dúvida é o maior projeto de “electronic invoice” do mundo e certamente um case para países que queiram adotar o sistema.

Veja onde a informação é obtida na fonte, acessando http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/infoEstatisticas.aspx

 

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UNINFE agrega novos munícipios em que os contribuintes podem emitir NFS-e diretamente pelo ERP

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A lista de cidades cujos contribuintes podem emitir NFS-e (Nota Eletrônica de prestação de serviços) diretamente pelo sistema de faturamento (ERP) usando o componente UNINFE vem aumentando a cada dia.

Com as recentes integrações promovidas pela Unimake agora já são 185 cidades ao todo que podem contar com essa comodidade.

Emitindo Notas de Serviço diretamente pelo ERP

É importante entender o funcionamento do projeto da NFS-e:

Diferentemente do projeto NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) cujo documento serve para a venda de mercadorias e o projeto é de âmbito nacional, o projeto NFS-e é conduzido individualmente por cada prefeitura.

Por não se tratar de um projeto unificado, logo, vários “padrões” surgiram, de modo que muitos sistemas de faturamento (ERP) não estão preparados para que o contribuinte fature seus serviços de forma direta. Quando o sistema não está integrado, o contribuinte tem que logar no site de sua prefeitura e emitir a nota pela interface lá oferecida.

Isso gera transtornos, pois necessita recadastrado de serviços, de clientes, de tributação, entre outros.

Neste contexto a Unimake vem trabalhando para facilitar essa rotina, adaptando os diferentes leiautes de diversos municípios no país de forma que ao integrar o componente UNINFE fornecido pela empresa, o contribuinte possa emitir as NFS-e diretamente de seu sistema, de forma simples e rápida como assim se consegue com a NF-e desde 2008.

Sem custo de manutenção

O UNINFE é open source (Código fonte livre) e gratuito, não gera custos (por parte da Unimake) para download e integração, todavia é possível que a empresa que presta suporte possa cobrar pelo serviço de integração com o ERP. Recomendamos aos contribuintes que conversem com seus técnicos sobre isso.

Economia de tempo = economia de dinheiro

Imagine emitir uma nota de serviço em poucos segundos? Tendo seu ERP integrado ao UNINFE isso é possível, porquê ao emitir a nota o contribuinte a faz a partir de seu sistema, utilizando todas as informações já cadastradas e as regras de tributação parametrizadas. Ter que fazer isso no site da prefeitura implica em acessar o site, fazer login e (re)digitar muitas informações.

Minha cidades está na lista, como faço para usar o UNINFE?

Por ser um aplicativo muito técnico o componente UNINFE atualmente é instalado e configurado em sua maior parte por software houses ou departamentos internos de TI´s das empresas.

Caso você não seja da área técnica e quer conhecer a ferramenta, solicite ao seu fornecedor ou departamento de TI que acesse o portal do projeto http://www.unimake.com.br/uninfe/ e lá encontrará todo o material necessário de como fazer a integração ao seu ERP.

Minha cidade não está na lista, como faço para usar o UNINFE?

Peça para o seu técnico de TI entrar em contato com nosso equipe através do endereço www.suporte.unimake.com.br

Relação dos municípios

Confira abaixo da lista completa de cidades que podem ser integradas ao UNINFE:

Município Padrão
Alagoinhas – BA FREIRE_INFORMATICA
Almirante Tamandaré – PR BETHA
Ananindeua – PA GINFES
Anapolis – GO ISSNET
Apucarana – PR ISSONLINE
Aracaju – SE WEBISS
Aracatuba – SP ISSONLINE
Araraquara – SP GINFES
Arcos – MG WEBISS
Assis – SP PRONIN
Balsa Nova – PR EQUIPLANO
Barretos – SP SIGCORP_SIGISS
Bauru – SP SIGCORP_SIGISS
Bebedouro – SP CONAM
Belém – PA DSF
Belford Roxo – RJ GINFES
Belo Horizonte – MG BHISS
Bento Gonçalves – RS BETHA
Bertioga – SP GINFES
Betim – MG GINFES
Birigui – SP SMARAPD
Blumenau – SC BLUMENAU_SC
Botucatu – SP SIGCORP_SIGISS
Brumado – BA WEBISS
Caçapava do Sul – RS DUETO
Cachoeirinha – RS THEMA
Cafelândia – PR EQUIPLANO
Caieiras – SP CONAM
Campinas – SP DSF
Campo Bom – RS GIF
Campo Grande – MS DSF
Campo Largo – PR IPM
Campo Mourão – PR IPM
Campos dos Goytacazes – RJ GINFES
Candói – PR EQUIPLANO
Canoas – RS CANOAS_RS
Capanema – PR EQUIPLANO
Capinzal – SC BETHA
Capitão Leônidas Marques – PR EQUIPLANO
Caraguatatuba – SP GINFES
Carâmbei – PR EQUIPLANO
Cariacica – ES SMARAPD
Caruaru – PE GINFES
Cascavel – PR ISSNET
Cataguases – MG GINFES
Caxias do Sul – RS GIF
Cedral – SP GINFES
Cianorte – PR SIGCORP_SIGISS
Cláudio – MG NOTAINTELIGENTE
Cocal do Sul – SC BETHA
Colatina – ES EL
Contagem – MG PRONIN
Cosmorama – SP FIORILLI
Cotia – SP GINFES
Criciúma – SC BETHA
Cuiabá – MT ISSNET
Curitiba – PR EGOVERNE
Curitibanos – SC BETHA
Diadema – SP GINFES
Divinópolis – MG GOVDIGITAL
Dois Vizinhos – PR EQUIPLANO
Duque de Caxias – RJ TIPLAN
Embu das Artes – SP SIMPLISS
Erechim – RS SYSTEMPRO
Estância Velha – RS TECNOSISTEMAS
Esteio – RS THEMA
Farroupilha – RS GIF
Feira de Santana – BA WEBISS
Formiga – MG WEBISS
Fortaleza – CE GINFES
Franca – SP GINFES
Francisco Beltrão – PR EQUIPLANO
Garibaldi – RS GIF
Gaspar – SC THEMA
Goiania – GO GOIANIA
Governador Valadares – MG ISSONLINE4R
Gravataí – RS IPM
Guaíba – RS GINFES
Guaratuba – PR EQUIPLANO
Guarulhos – SP GINFES
Herval D’Oeste – SC BETHA
Hortolândia – SP GINFES
Ibaiti – PR EQUIPLANO
Ibiporã – PR EQUIPLANO
Içara – SC WEBISS
Igarapé – MG SIGCORP_SIGISS
Iguatama – MG SIMPLISS
Ijui – RS DUETO
Imbituva – PR EQUIPLANO
Ipatinga – MG GINFES
Itaboraí – RJ GINFES
Itajubá – MG GINFES
Itapecerica da Serra – SP CONAM
Itapema – SC BETHA
Itu – SP GINFES
Itumbiara – GO PRODATA
Ivoti – RS TECNOSISTEMAS
Jacareí – SP ISSNET
Jaguariúna – SP GINFES
Jaú – SP CONAM
Joaçaba – SC BETHA
João Pessoa – PB GINFES
Juiz de Fora – MG BHISS
Jundiaí – SP GINFES
Juquiá – SP ISSONLINE4R
Lages – SC BETHA
Lagoa Santa – MG GINFES
Lajeado – RS THEMA
Laranjeiras do Sul – PR EQUIPLANO
Lavras – MG GOVDIGITAL
Limeira – SP CONAM
Londrina – PR SIGCORP_SIGISS
Lucas do Rio Verde – MT WEBISS
Luzerna – SC BETHA
Macaé – RJ TIPLAN
Maceió – AL GINFES
Mairipora – SP CONAM
Maracanaú – CE GINFES
Marechal Deodoro – AL GINFES
Maricá – RJ GINFES
Marília – SP SIGCORP_SIGISS
Mauá – SP GINFES
Mirassol – SP PRONIN
Missal – PR EQUIPLANO
Mococa – SP GINFES
Mogi das Cruzes – SP SMARAPD
Montenegro – RS THEMA
Morro da Fumaça – SC BETHA
Natal – RN NATALENSE
Niterói – RJ WEBISS
Nova Iguaçu – RJ GINFES
Nova Santa Rita – RS DUETO
Nova Veneza – SC BETHA
Novo Hamburgo – RS ISSNET
Olímpia – SP GINFES
Pará de Minas – MG GINFES
Paracatu – MG GOVDIGITAL
Paranaguá – PR IPM
Paranapanema – SP PRONIN
Paranavaí – PR BETHA
Parauapebas – PA GINFES
Parobé – RS GIF
Passo Fundo – RS THEMA
Pato Branco – PR PRONIN
Patos de Minas – MG CONSIST
Paulínia – SP GINFES
Pedro Leopoldo – MG GOVDIGITAL
Pelotas – RS GINFES
Penápolis – SP MGM
Picada Café – RS PRONIN
Piracicaba – SP SIMPLISS
Poá – SP CONAM
Poços de Caldas – MG GOVDIGITAL
Ponta Grossa – PR FINTEL
Ponte Nova – MG MEMORY
Portão – RS TECNOSISTEMAS
Porto Alegre – RS BHISS
Porto Velho – RO PORTOVELHENSE
Pranchita – PR EQUIPLANO
Prata – MG GOVDIGITAL
Presidente Prudente – SP SIMPLISS
Prudentópolis – PR EQUIPLANO
Quatro Barras – PR ELOTECH
Recife – PE ABRASF
Regente Feijó – SP PRONIN
Registro – SP GINFES
Resende – RJ TIPLAN
Ribeirão das Neves – MG GINFES
Ribeirão Preto – SP GINFES
Rio Azul – PR EQUIPLANO
Rio Bonito – RJ GINFES
Rio de Janeiro – RJ CARIOCA
Rio Grande – RS SIGCORP_SIGISS
Salvador – BA SALVADOR_BA
Santa Cruz do Sul – RS THEMA
Santa Fé do Sul – SP RLZ_INFORMATICA
Santa Maria – RS ISSNET
Santo André – SP GINFES
Santo Antonio do Sudoeste – PR EQUIPLANO
Santos – SP GINFES
São Bernardo do Campo – SP GINFES
São Caetano do Sul – SP GINFES
São Carlos – SP GINFES
São Gonçalo – RJ SIGCORP_SIGISS
São José – SC BETHA
São José da Lapa – MG GOVDIGITAL
São José do Rio Preto – SP GINFES
São José dos Campos – SP GINFES
São José dos Pinhais – PR GINFES
São Leopoldo – RS THEMA
São Luis – MA DSF
São Paulo – SP PAULISTANA
São Sebastião do Caí – RS TECNOSISTEMAS
Sapucaia do Sul – RS GIF
Sengés – PR EQUIPLANO
Sertãozinho – SP SMARAPD
Siderópolis – SC WEBISS
Simões Filho – BA EL
Sinop – MT FISSLEX
Sorocaba – SP DSF
Taboão da Serra – SP CONAM
Taquara – RS THEMA
Taquarituba – SP FIORILLI
Tatuí – SP GINFES
Taubaté – SP CONAM
Teresina – PI DSF
Toledo – PR EQUIPLANO
Tremembé – SP SIGCORP_SIGISS
Tres Coroas – RS DUETO
Triunfo – RS DUETO
Ubá – MG GINFES
Uberlândia – MG DSF
Umuarama – PR GINFES
Uruguaiana – RS DUETO
Urussanga – SC BETHA
Varginha – MG CONAM
Vila Velha – ES VVISS
Vitória – ES VVISS
Votuporanga – SP GINFES

 

Para manter-se atualizado sobre quais municípios estão integrados ao aplicativo Uninfe, acompanhe a lista em nosso site: http://www.unimake.com.br/uninfe/municipios.php

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Internet Unimake

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) decidiu que vai criar um Grupo de Trabalho que debaterá e estabelecerá posicionamento sobre o tema de franquia de dados na banda larga fixa.

De acordo com o site do CGI.br, o grupo será formado pelos seguintes membros da entidade: Flávia Lefèvre, representante do Terceiro Setor, Carlos Afonso, representante do Terceiro Setor, Rodrigo Zerbone, representante do Setor Governamental pela Agência Nacional de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, representante do Setor Governamental pelo Ministério das Comunicações, Marcos Dantas, representante da Comunidade Científica e Tecnológica, Demi Getschko, representante de Notório Saber em Assunto da Internet, Henrique Faulhaber, representante do Setor Empresarial pela indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software, e Eduardo Parajo, representante do Setor Empresarial pelos provedores de acesso e conteúdo da Internet.

O grupo vai apresentar uma proposta de posicionamento para debate e aprovação ao pleno na próxima reunião do CGI.br, que será realizada no dia 20 de maio, em sua sede, em São Paulo.

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