Certimundi – Mercado de certificados digitais tem novas opções

por marcese

CERTIMUNDI Certificado Digital

Com atividades em Campo Mourão desde 2016 a Certimundi/Digitalsign é uma empresa especializada na comercialização e emissão de certificados digitais.

A Certimundi trabalha em parceria com a Digitalsign,  empresa portuguesa com 16 anos de mercado e detentora de 70% do mercado de seu país, está no Brasil desde 2011 e tem como missão tornar a certificação digital a identidade eletrônica de cada brasileiro e de cada empresa, agilizando os processos de cidadãos e empresas via web e tornando-os mais seguros.

A Certimundi/Digitalsign oferece aos seus clientes certificados para pessoas físicas, jurídicas, profissionais qualificados, certificados para servidor entre outros.

Pensou em opção para certificação digital, pensou Certimundi!

Contato pelo (44) 3810-3262 ou certificado@certimundi.com.br • Avenida Irmãos Pereira, 2716 – Centro – Campo Mourão – PR.

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Anonymous invade sistemas e divulga banco de dados da JBS

por marcese

Hackers do grupo ativista Anonymous confirmaram uma invasão aos sistemas da JBS, brasileira que é uma das maiores empresas do mundo no ramo alimentício. O ataque envolve a obtenção de senhas e a criação de usuários dentro do banco de dados da companhia, que vão servir para monitoramento de acessos a arquivos e navegação local.

Para comprovar o acesso, o Anonymous publicou na internet uma lista de bancos de dados disponíveis nos sistemas da JBS e outra com suas etiquetas de produção – algumas, inclusive, teriam sido alteradas pelo grupo. Em manifesto, o grupo se refere à empresa como “uma corja de ladrões, corruptos (…) que estão acabando com nosso povo e nosso país”.

No texto, ainda, tentam tranquilizar os funcionários da companhia, afirmando que não existe problema algum com eles, e desafiam as autoridades. “Não vamos sossegar. Vocês podem pegar um, dois, três, quatro de nós, mais (sic) nunca conseguiram (sic) deter a todos”, termina o grupo, antes de apresentar uma sequência de informações sobre o banco de dados que comprova a invasão.

Apesar da revelação, dados de executivos ou usuários dos sistemas não foram vazados, nem senhas ou outras informações confidenciais. No passado, entretanto, o Anonymous já realizou ações semelhantes, revelando uma lista de e-mails relacionadas à Odebrecht, por exemplo, bem como invadindo os sistemas da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em protesto contra a iminência da imposição de franquias na banda larga doméstica.

A JBS, que é dona da Friboi, Seara, Swift e outras marcas, se tornou o centro de uma grande crise política na última semana. Em delação premiada, Joesley Batista, dono da companhia, revelou suas relações com o governo, que incluem mais de R$ 500 milhões em doações a políticos ao longo dos últimos 15 anos e gravações do presidente Michel Temer negociando o pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha. Outros nomes, como Aécio Neves, Fernando Pimentel, Cid Gomes e Gilberto Kassab – bem como os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – também foram citados.

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União perderá R$ 27 bi com decisão do STF sobre ICMS

por marcese

BRASÍLIA – O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira que o ICMS não compõe a base de cálculo do PIS e da Cofins. A decisão representa derrota bilionária para o governo federal. Pelos cálculos da Advocacia-Geral da União (AGU), a perda na arrecadação com a mudança da regra no cálculo do imposto será de R$ 27 bilhões por ano. Caso as empresas cobrem na Justiça a devolução do dinheiro pago indevidamente, o rombo para os cofres públicos poderá superar R$ 250,3 bilhões, que é a arrecadação do governo com PIS e Cofins, incluindo o ICMS no cálculo, entre 2003 e 2014.

A decisão do STF tem repercussão geral — ou seja, juízes e tribunais de todo o país são obrigados a aplicar o mesmo entendimento ao analisar processos semelhantes. Há cerca de dez mil processos com tramitação paralisada, aguardando a decisão do Supremo.

O STF não decidiu a abrangência da decisão. Com isso, as empresas poderão adotar a nova regra de cálculo a partir da publicação oficial da decisão, que deve levar alguns dias. Contribuintes que tenham pago o imposto de forma mais onerosa poderão também entrar na Justiça com pedido de ressarcimento.

No julgamento, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pediu que a decisão tivesse validade somente a partir de 1º de janeiro de 2018. Mas, como o pedido não havia sido feito por escrito no processo, o tribunal não analisou o caso. No entanto, nada impede que o governo faça o pedido nos próximos dias, para tentar amenizar o tamanho do rombo.

GILMAR MENDES TEME ALTA DE IMPOSTOS

A polêmica aguardava uma decisão final da corte há uma década. Em 2014, o STF já havia declarado esse entendimento sobre o cálculo de PIS/Cofins. No entanto, a decisão tinha sido tomada em um caso específico, sem repercussão geral. Agora, a regra vale para todas as empresas. Sem incluir o ICMS no cálculo de PIS/Cofins, o valor dos impostos recolhidos pelos contribuintes cairá.

O placar ficou em seis votos a quatro contra a União. Votaram a favor dos contribuintes a presidente do tribunal, ministra Carmen Lúcia, e os ministros Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello. A favor da União, votaram os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

A decisão foi tomada no recurso proposto pela empresa Imcopa Importação, Exportação e Indústria de Óleos, que produz óleos industriais. O argumento usado pela defesa era que o ICMS arrecadado não pode ser considerado receita ou faturamento — e, por isso, não pode ser incluído na base de cálculo de PIS/Cofins. E ainda afirmou que uma decisão favorável à tributação que considerasse o ICMS como receita iria ferir a repartição de receitas entre os entes da federação. Isso porque o ICMS é um imposto estadual, enquanto PIS e Cofins são federais.

— Tributos não devem integrar a base de cálculo de outro tributo. A receita de terceiros não deve integrar a base de cálculo da tributação — disse Barroso.

No processo, a PGFN sustentou não haver proibição constitucional à incidência de tributo sobre tributo. Por isso, seria permitido que a base de cálculo de PIS/Cofins abrangesse o ICMS. Gilmar, que concorda com essa tese, afirmou que, com a perda de arrecadação, a União provavelmente aumentará outros impostos:

— A exclusão do ICMS do cálculo gera consequências perversas ao sistema tributário e à Seguridade Social, como o aumento de alíquotas para fazer face às perdas de receitas para custear o Estado. A decisão vai desonerar o contribuinte a curto prazo, porque obriga o Estado a instituir novos tributos, se tiver um mínimo de responsabilidade.

A equipe econômica vai recorrer da decisão do STF. Segundo técnicos do governo, a ideia é pedir aos ministros uma modulação da decisão, para reduzir seu impacto sobre os cofres do governo. Será apresentado um embargo de declaração, recurso no qual se pede um esclarecimento. Na modulação, os ministros teriam de dizer se a decisão terá efeitos retroativos e quando ela deve entrar em vigor.

“A União ingressará com o recurso de embargos de declaração, a serem opostos quando da publicação do acórdão, a fim de que o seu pedido de modulação de efeitos seja apreciado pela Corte. Nele a União requererá que a decisão do STF tenha efeitos a partir de 2018. Somente com a apreciação dos embargos de declaração pelo plenário do STF é que se poderá dimensionar o eventual impacto dessa decisão”, informou a Fazenda.

O tributarista Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal, classificou a decisão do STF de “maluquice”. Para ele, a repercussão sobre o sistema tributário pode ser catastrófica, e o contribuinte será o maior prejudicado, pois fatalmente terá de pagar mais impostos:

— É uma maluquice, uma coisa completamente absurda. O contribuinte terá de pagar por isso. Não há outro jeito.

Já o diretor de políticas estratégicas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) elogiou a decisão. Para ele, a incidência de um imposto sobre outro sempre foi uma anomalia:

— A CNI sempre defendeu a não incidência de um imposto sobre outro. Todas as propostas de reforma tributária no Brasil buscam eliminar essa distorção.

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Novidade: UniNFe converte NFCe para SAT CFe

por Wandrey Mundin Ferreira

O UniNFe agora conta com uma novidade que irá facilitar a vida dos desenvolvedores de ERP, que é a possibilidade converter o XML da NFC-e para SAT/CFe.

Para os desenvolvedores que já trabalharam muito para preparar seu ERP para gerar a NFC-e e não desejam ter o mesmo trabalho com SAT CF-e, com o uso do UniNFe isso fica bem mais simples, pois, ele converte o XML da NFC-e para o padrão do SAT CFe exigido pela SEFAZ do Estado de São Paulo e envia para o equipamento SAT CFe configurado, eliminando uma grande etapa no processo de integração.

Maiores detalhes técnicos de como realizar a integração, clique aqui…

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Boleto bancário poderá ser pago em qualquer instituição após vencimento

por marcese

A forma como milhões de brasileiros pagam suas contas começa a mudar a partir de março. Alvo de fraudes milionárias nos últimos anos, os boletos bancários vão ficar mais modernos. O benefício mais visível para o cliente será a possibilidade de pagamento em qualquer banco mesmo após a data de vencimento.

Por trás da inovação, está um projeto da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que fará com que todos os boletos passem a ser registrados em uma única plataforma até o fim do ano. A nova forma de cobrança também mudará a forma como empresas e instituições financeiras organizam os pagamentos.

O número de boletos emitidos no país chegou a 3,7 bilhões em 2015. A movimentação chamou a atenção de quadrilhas que se especializaram em fraudar os documentos. Sem o registro, o banco só toma conhecimento da emissão do boleto quando o documento bate na compensação, o que facilita a ação dos criminosos. No ano passado, o volume de recursos desviados com o golpe chegou a R$ 320 milhões, de acordo com dados preliminares da Febraban.

Com o novo sistema, a empresa que emitir uma cobrança precisa enviar os dados para o banco, que alimenta a plataforma. No momento do pagamento, os dados do código de barras serão comparados com os registrados no sistema. “Se as informações não estiverem na base, ou o boleto foi fraudado ou não foi registrado”, afirma Walter de Faria, diretor-adjunto de operações da Febraban.

A nova plataforma também deve evitar outros problemas recorrentes envolvendo boletos, como o erro no preenchimento de informações e o pagamento de títulos em duplicidade, segundo Faria. As mudanças ocorrerão de forma gradual. Em março, entrarão no sistema os boletos com valor acima de R$ 50 mil. Dois meses depois, as faturas a partir de R$ 2 mil passarão a ser registradas. O cronograma se estende até dezembro, quando 100% das cobranças devem estar na plataforma.

O processo de adaptação dos sistemas de bancos e empresas emissoras corre bem e não deve haver atrasos, segundo o executivo. Originalmente, o sistema estava previsto para entrar em operação no início deste ano.

Embora o registro não seja obrigatório, Faria espera que a adesão seja ampla, já que os títulos que não estiverem na plataforma só poderão ser pagos no banco ao qual estão vinculados. “Além disso, os fraudadores provavelmente vão monitorar as empresas que decidirem operar o sem registro”, afirma.

A perspectiva da entrada no novo sistema de cobrança ainda não inibiu as quadrilhas especializadas no chamado “golpe do boleto”. “A percepção é que houve uma migração recente da fraude de pessoas físicas para organizações maiores”, afirma Fernando Carbone, diretor da Kroll, consultoria de riscos que tem sido contratada por empresas lesadas com o golpe. Carbone diz que a soma de recursos desviados de clientes nos últimos meses foi de aproximadamente R$ 21 milhões.

Em geral, a fraude ocorre com um vírus instalado no computador do pagador do boleto. Mas as quadrilhas também se especializaram em encontrar falhas na página da internet ou e até em obter informações com funcionários da empresa emissora do boleto, segundo o diretor da Kroll.

Além de dificultar a ação dos golpistas, o registro dos boletos na plataforma vai mudar o cotidiano de uma série de companhias. A principal preocupação é com o aumento de custos. O valor da cobrança registrada vai depender da negociação com os clientes, mas a tendência é que seja maior do que o sistema atual. “Os bancos podem negociar um valor menor no registro e compensar com uma tarifa nos títulos que forem liquidados”, diz Eduardo Morishita, gerente de Produtos do Bank of America Merrill Lynch (BofA).

Os impactos da mudança serão diferentes dependendo da forma que cada empresa realiza sua cobrança. Entre os segmentos mais afetados está o de comércio eletrônico. Com o novo sistema, quando um consumidor optar por fazer uma compra com boleto, o documento precisará antes passar pelo sistema do banco. Hoje, esse processo é feito de forma automática pelo site.

As vantagens do novo sistema, porém, devem mais do que compensar a mudança no procedimento, segundo Dênis Corrêa, gerente-executivo da diretoria de soluções empresariais do Banco do Brasil. No BB, além de o sistema permitir a emissão e o registro do boleto de forma simultânea durante a compra, o processamento da operação será feito em 30 minutos, contra um dia que a loja precisa esperar hoje para saber se o boleto foi pago e despachar o pedido. “Trata-se de um benefício tremendo para o comércio”, diz.

Quem também deve mudar a forma de atuação em consequência da mudança são as entidades que se valem da emissão de boletos como forma de arrecadar recursos, como as ONGs, associações e igrejas. Como a maioria dos títulos não é paga, o custo do registro pode não valer a pena.

De forma indireta, o novo sistema de cobrança de boletos pode afetar até a competição bancária. Com a possibilidade de pagamento de boletos vencidos em toda a rede, instituições de menor porte devem ganhar maior competitividade em serviços prestados a empresas. “Com a mudança, cai por terra o argumento de que as empresas precisam de um banco com rede de agências em cash management [gestão de caixa]”, afirma Annali Duarte, diretora dos negócios de transações bancárias do BofA.

Fonte: http://www.valor.com.br/financas/4845238/boleto-bancario-podera-ser-pago-em-qualquer-instituicao-apos-vencimento?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Press+Clipping+Fenacon+-+24+de+janeiro+de+2017
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SAT – Instruções de configuração no UNINFE

por marcese

Desde Dezembro/2016 o UNINFE, componente de envio de arquivos XML de Documentos Fiscais Eletrônicos da Unimake está apto a enviar arquivos do SAT (Sistema Autenticador e Transmissor) da Sefaz-SP.

De modo a auxiliar os programadores que utilizam nossa ferramenta foi disponibilizado no manual de integração do SAT ao Uninfe no wiki da empresa.

O material vem sendo melhorado, de modo que novas instruções serão publicadas periodicamente.

Acesse wiki.unimake.com.br/index.php/Manuais:UniNFe e no fim da página encontrará a seção “SAT”.

Dúvidas e sugestões entre em contato conosco unimake@unimake.com.br

Equipe Unimake.

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Refresco no bloco K? Receita recua e criará grupo de discussão

por marcese

Por enquanto, a Receita não vai exigir os registros mais complexos, que obrigam as empresas a detalhar os insumos utilizados na produção de todos os bens

A Receita Federal cedeu à pressão do setor industrial e abrandou, temporariamente, as exigências para o envio das informações do Bloco K, o livro de registro de controle de produção e estoque na versão digital, a mais nova obrigação tributária, mensal, no âmbito do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital).

Com as exigências anteriores, muitas empresas do setor industrial se preparavam para ingressar na Justiça alegando quebra de segredo industrial.

As mudanças estão previstas no ajuste Sinief nº 25, publicado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que estabeleceu a entrega do Bloco K simplificado a partir de janeiro deste ano somente para as empresas com faturamento acima de R$ 300 milhões por ano.

A partir de janeiro de 2018, as informações sobre a movimentação de estoques serão exigidas das empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões por ano. A partir de janeiro de 2019, entretanto, as empresas serão obrigadas a fornecer mais informações sobre o processo produtivo.

A entrega de dados em arquivos digitais sobre os estoques será feita de forma escalonada, de acordo com o faturamento e o ramo de atividade.

Por ora, o fisco não vai exigir os registros que geram os maiores problemas para a indústria, que alegava riscos de quebra do segredo industrial, aumento de custos e risco maior de autuação.

São os registros mais complexos, que exigiam das empresas dados detalhados sobre a lista de insumos utilizados na produção de todos os bens, as quantidades produzidas de cada um e de insumos efetivamente consumidos no processo.

A inclusão dos novos registros no Bloco K a partir de 2019 será discutida em um grupo de trabalho a ser formado pela Receita Federal, os fiscos estaduais e o setor industrial.

Também será discutida a possibilidade da entrega do bloco K simplificada, futuramente, pelas empresas com faturamento inferior a R$ 78 milhões por ano.

De acordo com Talita Regina Maymone, Coordenadora Fiscal da Attend Assessoria Consultoria e Auditoria, embora essa simplificação tenha prazo para acabar, representa uma importante conquista do setor industrial.

“Entregar a receita do bolo ao fisco, com informações detalhadas sobre matéria-prima e insumos pode ser um risco para as empresas que não fazem um controle rigoroso da produção e estoque”, afirma Talita.

Com a alteração, haverá mais tempo para as empresas se prepararem e se adaptarem às exigências.

CAPACITAÇÃO

O maior desafio para as empresas incluídas na lista de obrigatoriedade, na visão da especialista, será o de selecionar pessoas qualificadas e de confiança que conheçam a rotina do processo produtivo para a tarefa de processar as informações solicitadas pelo fisco, evitando erros nos dados enviados e também o uso indevido das informações sigilosas da produção.

Com a exigência do Bloco K, além do fisco, mais pessoas terão acesso às informações sobre a produção.

Talita explica que, com as mudanças, as empresas estão desobrigadas neste ano e em 2018 da entrega dos registros do Bloco K 200, que informa o estoque final escriturado no período, e do Bloco K 280, que tem como objetivo fazer a correção de estoque de período de apuração anterior.

“As retificações não são vistas com bons olhos pelo fisco, daí a importância de prorrogar a entrega dos dois blocos”, diz.

Para o economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, a simplificação do Bloco K é uma vitória parcial da indústria, pois havia uma preocupação com prazos e a burocracia impostas pelo fisco.

O ideal seria a Receita abrir mão das informações detalhadas sobre o estoque, que trazem muitos problemas com a questão do sigilo industrial.

“O fisco quer entrar na seara da vida interna das empresas de forma exagerada, com total falta de bom senso porque essa interferência na administração não guarda relação com a tributação”, afirma Solimeo.

Uma pesquisa recente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP) com empresários de contabilidade, demonstrou o grau de insatisfação com a exigência do fisco.

Para 32% dos entrevistados, o Bloco K resultará em mais burocracia e custos para as empresas.

Outros 31% advertiram que a crise é um grande entrave para as adaptações, uma vez que a exigência impõe a compra de softwares de gestão, além de treinamento de pessoal.

De acordo com a pesquisa, só 14% das organizações listadas na primeira etapa de implantação estão preparadas para a entrega.

 

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/leis_e_tributos/fisco_simplifica_por_dois_anos_o_bloco_k

 

 

 

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DANFE View armazena XML de CF-e/SAT

por Sérgio Castelão Pinheiro

O DANFE View, a partir da versão 2.5.9, contará com a funcionalidade de visualizar e armazenar em sua base de dados os arquivos XML de CF-e/SAT.

Essa versão, que está em testes, deverá ser lançada oficialmente ainda na primeira quinzena de janeiro.

Mas não precisa esperar tanto: você pode testa-la antes do seu lançamento. Acesse unimake.com.br, baixe a versão beta do DANFE View 2.5.9 e faça sua instalação.
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Unimake entre as melhores para se trabalhar no Paraná

por marcese

 

gptw-parana-2016Com unidades em Campo Mourão e Paranavaí, ambas no Noroeste, a Unimake Software fornece tecnologia para a agroindústria e o varejo. Apesar das duas sedes, a empresa trabalha integrada e com intenso contato pessoal, segundo Marcese Maschieto, sócio e diretor comercial.

“À medida que a empresa cresce é um desafio manter o clima de ‘calor humano’. Nós conseguimos sustentar esse ambiente: temos uma forte cultura de feedback e nunca deixamos uma informação sem resposta. É o senso de pertencimento e valorização que faz o engajamento”, resume.

Para manter essa cultura, bons líderes são essenciais. Por isso, há três anos a Unimake fez o fortalecimento de sua liderança. “Em uma empresa de TI pode acontecer de uma mesma pessoa programar, atender clientes e fazer várias coisas. Nós começamos a qualificar funções específicas”, afirma.

Hoje a equipe é dividida igualmente entre profissionais de tecnologia e de áreas multidisciplinares. Além disso, diferente de outras companhias de tecnologia, o time da Unimake tem média de idade variada, entre 20 e 40 anos.

Os líderes são, geralmente, mais maduros. “São pessoas que procuramos inicialmente pelo perfil técnico. Quando demonstraram aptidão na gestão de pessoas, as promovemos e damos autonomia. Não são ‘paraquedistas’”, revela o sócio. De acordo com Maschieto, líderes e subordinados têm algo em comum: a cumplicidade. “Não vemos pessoas individualistas. Um problema nunca é de um só: é de todos”, finaliza.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/melhores-empresas/2016/unimake-investe-em-feedback-para-garantir-engajamento-de-funcionarios-516pvvdp4d33cn17ybmgl7xzh

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Comissão rejeita obrigação de registro de ponto em todas as empresas

por marcese

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A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou projeto de lei que torna obrigatório o registro de ponto independentemente do número de funcionários da empresa (PL 5737/16).

O projeto é de autoria do deputado Victor Mendes (PSD-MA) e foi relatado na comissão pelo deputado Laercio Oliveira (SD-SE).

Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43) exige o registro de ponto apenas em empresas com mais de dez empregados. O registro pode ser manual, mecânico ou eletrônico.

Custo
A rejeição foi pedida pelo relator. Para Laercio Oliveira, a obrigatoriedade de marcação de ponto para todos os empregados traria um custo financeiro elevado para as empresas, principalmente as de pequeno porte, que teriam que adaptar os seus sistemas de acompanhamento funcional.

“Há que se levar em consideração que o Brasil se encontra em período de forte crise que tem impactado principalmente os pequenos e médios empresários, onde qualquer tipo de novo custo pode ser o fato gerador da extinção da empresa”, disse Oliveira.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/518660-COMISSAO-REJEITA-OBRIGACAO-DE-REGISTRO-DE-PONTO-EM-TODAS-AS-EMPRESAS.html

 

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