SAT – Instruções de configuração no UNINFE

by marcese

Desde Dezembro/2016 o UNINFE, componente de envio de arquivos XML de Documentos Fiscais Eletrônicos da Unimake está apto a enviar arquivos do SAT (Sistema Autenticador e Transmissor) da Sefaz-SP.

De modo a auxiliar os programadores que utilizam nossa ferramenta foi disponibilizado no manual de integração do SAT ao Uninfe no wiki da empresa.

O material vem sendo melhorado, de modo que novas instruções serão publicadas periodicamente.

Acesse wiki.unimake.com.br/index.php/Manuais:UniNFe e no fim da página encontrará a seção “SAT”.

Dúvidas e sugestões entre em contato conosco unimake@unimake.com.br

Equipe Unimake.

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Refresco no bloco K? Receita recua e criará grupo de discussão

by marcese

Por enquanto, a Receita não vai exigir os registros mais complexos, que obrigam as empresas a detalhar os insumos utilizados na produção de todos os bens

A Receita Federal cedeu à pressão do setor industrial e abrandou, temporariamente, as exigências para o envio das informações do Bloco K, o livro de registro de controle de produção e estoque na versão digital, a mais nova obrigação tributária, mensal, no âmbito do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital).

Com as exigências anteriores, muitas empresas do setor industrial se preparavam para ingressar na Justiça alegando quebra de segredo industrial.

As mudanças estão previstas no ajuste Sinief nº 25, publicado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que estabeleceu a entrega do Bloco K simplificado a partir de janeiro deste ano somente para as empresas com faturamento acima de R$ 300 milhões por ano.

A partir de janeiro de 2018, as informações sobre a movimentação de estoques serão exigidas das empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões por ano. A partir de janeiro de 2019, entretanto, as empresas serão obrigadas a fornecer mais informações sobre o processo produtivo.

A entrega de dados em arquivos digitais sobre os estoques será feita de forma escalonada, de acordo com o faturamento e o ramo de atividade.

Por ora, o fisco não vai exigir os registros que geram os maiores problemas para a indústria, que alegava riscos de quebra do segredo industrial, aumento de custos e risco maior de autuação.

São os registros mais complexos, que exigiam das empresas dados detalhados sobre a lista de insumos utilizados na produção de todos os bens, as quantidades produzidas de cada um e de insumos efetivamente consumidos no processo.

A inclusão dos novos registros no Bloco K a partir de 2019 será discutida em um grupo de trabalho a ser formado pela Receita Federal, os fiscos estaduais e o setor industrial.

Também será discutida a possibilidade da entrega do bloco K simplificada, futuramente, pelas empresas com faturamento inferior a R$ 78 milhões por ano.

De acordo com Talita Regina Maymone, Coordenadora Fiscal da Attend Assessoria Consultoria e Auditoria, embora essa simplificação tenha prazo para acabar, representa uma importante conquista do setor industrial.

“Entregar a receita do bolo ao fisco, com informações detalhadas sobre matéria-prima e insumos pode ser um risco para as empresas que não fazem um controle rigoroso da produção e estoque”, afirma Talita.

Com a alteração, haverá mais tempo para as empresas se prepararem e se adaptarem às exigências.

CAPACITAÇÃO

O maior desafio para as empresas incluídas na lista de obrigatoriedade, na visão da especialista, será o de selecionar pessoas qualificadas e de confiança que conheçam a rotina do processo produtivo para a tarefa de processar as informações solicitadas pelo fisco, evitando erros nos dados enviados e também o uso indevido das informações sigilosas da produção.

Com a exigência do Bloco K, além do fisco, mais pessoas terão acesso às informações sobre a produção.

Talita explica que, com as mudanças, as empresas estão desobrigadas neste ano e em 2018 da entrega dos registros do Bloco K 200, que informa o estoque final escriturado no período, e do Bloco K 280, que tem como objetivo fazer a correção de estoque de período de apuração anterior.

“As retificações não são vistas com bons olhos pelo fisco, daí a importância de prorrogar a entrega dos dois blocos”, diz.

Para o economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, a simplificação do Bloco K é uma vitória parcial da indústria, pois havia uma preocupação com prazos e a burocracia impostas pelo fisco.

O ideal seria a Receita abrir mão das informações detalhadas sobre o estoque, que trazem muitos problemas com a questão do sigilo industrial.

“O fisco quer entrar na seara da vida interna das empresas de forma exagerada, com total falta de bom senso porque essa interferência na administração não guarda relação com a tributação”, afirma Solimeo.

Uma pesquisa recente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP) com empresários de contabilidade, demonstrou o grau de insatisfação com a exigência do fisco.

Para 32% dos entrevistados, o Bloco K resultará em mais burocracia e custos para as empresas.

Outros 31% advertiram que a crise é um grande entrave para as adaptações, uma vez que a exigência impõe a compra de softwares de gestão, além de treinamento de pessoal.

De acordo com a pesquisa, só 14% das organizações listadas na primeira etapa de implantação estão preparadas para a entrega.

 

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/leis_e_tributos/fisco_simplifica_por_dois_anos_o_bloco_k

 

 

 

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Post image for DANFE View armazena XML de CF-e/SAT

DANFE View armazena XML de CF-e/SAT

by Sérgio Castelão Pinheiro

O DANFE View, a partir da versão 2.5.9, contará com a funcionalidade de visualizar e armazenar em sua base de dados os arquivos XML de CF-e/SAT.

Essa versão, que está em testes, deverá ser lançada oficialmente ainda na primeira quinzena de janeiro.

Mas não precisa esperar tanto: você pode testa-la antes do seu lançamento. Acesse unimake.com.br, baixe a versão beta do DANFE View 2.5.9 e faça sua instalação.
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Unimake entre as melhores para se trabalhar no Paraná

by marcese

 

gptw-parana-2016Com unidades em Campo Mourão e Paranavaí, ambas no Noroeste, a Unimake Software fornece tecnologia para a agroindústria e o varejo. Apesar das duas sedes, a empresa trabalha integrada e com intenso contato pessoal, segundo Marcese Maschieto, sócio e diretor comercial.

“À medida que a empresa cresce é um desafio manter o clima de ‘calor humano’. Nós conseguimos sustentar esse ambiente: temos uma forte cultura de feedback e nunca deixamos uma informação sem resposta. É o senso de pertencimento e valorização que faz o engajamento”, resume.

Para manter essa cultura, bons líderes são essenciais. Por isso, há três anos a Unimake fez o fortalecimento de sua liderança. “Em uma empresa de TI pode acontecer de uma mesma pessoa programar, atender clientes e fazer várias coisas. Nós começamos a qualificar funções específicas”, afirma.

Hoje a equipe é dividida igualmente entre profissionais de tecnologia e de áreas multidisciplinares. Além disso, diferente de outras companhias de tecnologia, o time da Unimake tem média de idade variada, entre 20 e 40 anos.

Os líderes são, geralmente, mais maduros. “São pessoas que procuramos inicialmente pelo perfil técnico. Quando demonstraram aptidão na gestão de pessoas, as promovemos e damos autonomia. Não são ‘paraquedistas’”, revela o sócio. De acordo com Maschieto, líderes e subordinados têm algo em comum: a cumplicidade. “Não vemos pessoas individualistas. Um problema nunca é de um só: é de todos”, finaliza.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/especiais/melhores-empresas/2016/unimake-investe-em-feedback-para-garantir-engajamento-de-funcionarios-516pvvdp4d33cn17ybmgl7xzh

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Comissão rejeita obrigação de registro de ponto em todas as empresas

by marcese

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A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços rejeitou projeto de lei que torna obrigatório o registro de ponto independentemente do número de funcionários da empresa (PL 5737/16).

O projeto é de autoria do deputado Victor Mendes (PSD-MA) e foi relatado na comissão pelo deputado Laercio Oliveira (SD-SE).

Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43) exige o registro de ponto apenas em empresas com mais de dez empregados. O registro pode ser manual, mecânico ou eletrônico.

Custo
A rejeição foi pedida pelo relator. Para Laercio Oliveira, a obrigatoriedade de marcação de ponto para todos os empregados traria um custo financeiro elevado para as empresas, principalmente as de pequeno porte, que teriam que adaptar os seus sistemas de acompanhamento funcional.

“Há que se levar em consideração que o Brasil se encontra em período de forte crise que tem impactado principalmente os pequenos e médios empresários, onde qualquer tipo de novo custo pode ser o fato gerador da extinção da empresa”, disse Oliveira.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/518660-COMISSAO-REJEITA-OBRIGACAO-DE-REGISTRO-DE-PONTO-EM-TODAS-AS-EMPRESAS.html

 

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Nono dígito começa no sul do país em 06/11

by marcese

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A Anatel, por meio da Resolução nº 553, publicada em 14 de dezembro de 2010, alterou o Regulamento de Numeração do Serviço Móvel Pessoal (SMP). Essa mudança prevê a inclusão do dígito 9 nos números celulares atuais.

O nono dígito adicionado aos números será o nove (9), que ocupará a posição à frente dos números atuais, passando a ter o formato 9 xxxx xxxx.

Dessa forma PR, SC e RS juntam-se a outros estados brasileiros que já adotaram o padrão de nove números nas chamadas para celular.

A mudança acontece no dia 06/11, até lá as ligações devem ser feitas no padrão atual.

 

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Exigência do CEST é adiada para 1º de julho de 2017

by marcese

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A CONFAZ adia exigência do Código Especificador da Substituição Tributária – CEST prevista para 1º de outubro de 2016

O Convênio ICMS 90/2016, publicado no DOU desta terça-feira (13/09), adia para 1º de julho de 2017 a exigência do CEST.

O adiamento da exigência do CEST para 1º de julho de 2017 veio em boa hora, visto que muitas empresas ainda não atualizaram o cadastro de mercadorias para incluir o Código Especificador de Substituição Tributária instituído pelo Convênio ICMS 92/2015.

O Convênio ICMS 90/2016, alterou redação  do Convênio ICMS 92/2015 que criou o CEST e uniformizou em âmbito nacional a lista de mercadorias sujeitas às regras de Substituição Tributária do ICMS.
Com o advento do Convênio ICMS 92/2015, desde 1º de janeiro de 2016 os Estados e o Distrito Federal somente podem cobrar ICMS-ST das mercadorias listadas no ICMS 92/2015.

Confira aqui integra no Convênio ICMS 90/2016.

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Governo adia e-Social para 2018

by marcese

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A obrigatoriedade passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2018 para empregadores e contribuintes com faturamento em 2016 acima de R$ 78 milhões e em 1º de julho para os demais.

O uso do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial, por empregadores começará a ser obrigatório somente a partir de 2018, em vez de setembro deste ano, como foi definido ano passado.

O adiamento consta da resolução do Comitê Diretivo do eSocial publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (31/08).

De acordo com a norma, a obrigatoriedade do eSocial se dará em 1º de janeiro de 2018 para os empregadores e contribuintes com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78 milhões e em 1º de julho de 2018 para os demais empregadores e contribuintes.

“Fica dispensada a prestação das informações dos eventos relativos a saúde e segurança do trabalhador (SST) nos seis primeiros meses depois das datas de início da obrigatoriedade”, diz a resolução. “Até 1º de julho de 2017, será disponibilizado aos empregadores e contribuintes ambiente de produção restrito com vistas ao aperfeiçoamento do sistema”, acrescenta.

O eSocial vai unificar o envio de informações pelo empregador ao governo em relação aos seus empregados. Instituído por decreto em dezembro de 2014, o sistema padroniza a transmissão, validação, armazenamento e distribuição de dados referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos funcionários.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/leis_e_tributos/governo_adia_esocial_para_2018

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SPED: Bloco K e o desafio de prestar informações ao Fisco

by marcese

That, my friend, is a pic of a rocket factory. You won´t see many of these

Estamos acompanhando a obrigatoriedade do Bloco K no âmbito do SPED, instituída pelo Governo Federal, através do Decreto 6.022/2007, para estabelecimentos industriais, ou a eles equiparados, e atacadistas. Para essas empresas, será obrigatória a escrituração do Bloco K no SPED Fiscal, a partir de janeiro de 2017, conforme Ajuste Sinief nº 8, de outubro de 2015, contendo as informações de movimentação de estoques e da produção.

Inicialmente, todas as indústrias estariam obrigadas a apresentar o Bloco K a partir de 1º de janeiro de 2016. Entretanto, esse prazo terá de ser observado somente pelas empresas com faturamento anual igual ou superior a R$ 300 milhões e pelas pessoas jurídicas habilitadas no Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof).

A nova regra ainda determina que as indústrias com faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões ficarão obrigadas ao Bloco K somente a partir de 1º de janeiro de 2018. Para outras empresas e comerciantes atacadistas, a exigência valerá a partir de 1º de janeiro de 2019.

Como toda novidade contábil gera um pouco de preocupação por parte das empresas, diante da demanda de responsabilidades e das penalidades envolvidas, é indispensável se atualizar sobre os processos que serão informados e as características que deverão ser aplicadas ao Bloco K. Em caso de omissão de informações em meio magnético ou a sua entrega em condições que impossibilitem a leitura e tratamento e/ou com dados incompletos, correspondente ao controle de estoque e/ou registro de inventário, a multa é o equivalente a 1% do valor do estoque no final do período conforme prevê o artigo 527, inciso VIII “Z” do RICMS/SP.

Mas, o que realmente será mudado com as novas informações do Bloco K?

A atuação da fiscalização passará a ter um amplo acesso com as novas informações das empresas, facilitando as informações de cruzamento de saldos com toda a parte de inventário da companhia.

A Receita Federal do Brasil terá registradas no Bloco K as quantidades produzidas a partir das informações do estoque das empresas, contemplando os insumos adquiridos em cada operação de produto acabado, a projeção de estoque de matéria-prima e de produto acabado, e ainda, informações de industrialização efetuada por terceiros.

A gestão da empresa e os seus controles de estoque terão a oportunidade de se aperfeiçoar, já que a nova exigência deve obrigar o contribuinte a aprimorá-los.

A produção deverá abrir informações sigilosas, o que exige atenção, caso a caso. A ficha técnica padronizada, registrada no Bloco K, por exemplo, deverá informar o consumo específico padronizado e a perda normal para se produzir uma unidade de produto.

A multa pelo não fornecimento de informações relacionadas ao Bloco K ou sua entrega com dados incompletos pode chegar a 1% do valor total do estoque no período.

Resumindo, o Bloco K está gerando riscos, desafios e oportunidades para as empresas, que a partir de então, precisarão elaborar um planejamento de qualificação para a equipe de profissionais responsável pelas áreas fiscal e contábil.

 

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-nova-fase-do-sped-fiscal-para-as-empresas-bloco-k/112635/

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O que muda com o fim do emissor de NF-e de São Paulo?

by marcese

Emissor NF-e blog 2

A SEFAZ SP anunciou recentemente que deixará de fornecer atualizações para seu emissor de Nota Fiscal Eletrônica.

A manutenção será dada até 31/12/2016.

Na prática o que acontece com os usuários que o utilizam?

Após esse período ainda que o aplicativo continue funcionando, não receberá mais atualizações.

Se porventura a Fazenda promover alguma mudança no leiaute da Nota Fiscal Eletrônica ou de outros documentos eletrônicos (CT-e, CC-e, por exemplo) o aplicativo não será mais capaz de enviar o XML correto e por consequência o contribuinte usuário estará impedido de emitir o documento pelo aplicativo.

Também não é possível prever em que momento essas mudanças acontecerão, podem levar meses ou semanas, de modo que em algum momento ao longo de 2017 o aplicativo deixará ser funcional para um ou mais tipos de documentos fiscais eletrônicos.

Quais as alternativas para os usuários?

Como apontado pela própria SEFAZ SP em seu comunicado (Leia aqui) recomenda aos usuários que busquem soluções no mercado.

Fazendo isso, ainda que seja uma solução paga, os usuários passarão a contar com aplicativos que oferecem suporte e atualizações constantes, reduzindo assim grandes probabilidades de parada no processo de emissão.

A Unimake Software oferece seu emissor de NF-e (Acesse o material aqui) que também permite emissão de NFC-e, CT-e, MDF-e e CC-e.

O aplicativo traz para seus clientes, além da vantagem de uma excelente relação custo benefício funcionalidades muito mais avançadas que o emissor de SP como cadastro simplificado de clientes e tributações, além da impressão automática do DANFE e o envio automático do XML para os clientes finais.

Migre para nossa solução agora mesmo,  fale com nossa equipe comercial pelo e-mail comercial@unimake.com.br ou pelos fones 44 3141-4900 e 44 9109-6614

 

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