2015 marca os 10 anos da criação da Nota Fiscal Eletrônica

by marcese

Logo NF-e fundo branco

O mês de Agosto pode ser considerado o aniversário do projeto da Nota Fiscal Eletrônica e em 2015 essa data marca os 10 anos desde o começo de tudo.

De acordo com o portal da NF-e na Fazenda: “No final de agosto/2005, no evento do II ENAT | Encontro Nacional de Administradores Tributários, em São Paulo, os Secretários de Fazenda dos Estados e DF, o Secretário da Receita Federal e os representantes das Secretarias de Finanças dos municípios das Capitais assinaram o Protocolo ENAT 03/2005, visando o desenvolvimento e a implantação da Nota Fiscal Eletrônica, consolidando de forma definitiva a coordenação técnica e o desenvolvimento do projeto sob a responsabilidade do Encat (Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais) com a participação, da agora denominada, Receita Federal do Brasil (RFB). ”

Com isso estava lançada a pedra fundamental para que o projeto se consolidasse e tomasse corpo nos anos seguintes.

A NF-e foi uma solução de entrega dos dados da Nota Fiscal antes em papel em formato digital (XML) pelo contribuinte, em tempo real, de forma que a empresa vendedora, transmite no ato da vendas, os dados para a Sefaz de seus estado, que autoriza a transação e posteriormente envia esses dados, também de forma digital para a empresa compradora.

Essa mudança radical permitiu que o Fisco e as empresas destinatárias ficassem sabendo em tempo real das Notas emitidas e modernizou de forma acentuada o cenário fiscal brasileiro.

A NF-e começou a ser emitida em projeto piloto em algumas empresas em 2006 e começou a ser efetivada via Sefaz em todo o país a partir do ano de 2008.

Com sua maturidade (está na versão 3.10) uma vasta família de outros produtos -e surgiu, como como o Conhecimento Eletrônico de Transporte (CT-e) , Carta de correção Eletrônica (CC-e), Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) e a mais nova de todas lançada em 2015 Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e).

Nestes 10 anos foram emitidas mais de 12 bilhões de NF-e e o número de emissores chegou a perto de 1,25 milhão.

A NF-e também foi responsável por pavimentar o caminho para a adoção do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) que reúne a entrega em formato eletrônico dos arquivos contábeis das empresas, também no formato XML.

O Projeto é sem dúvida um marco na questão fiscal nacional e já serve de modelo para outros países.

 

 

 

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Grupo de discussão da NF-e Unimake completa 7 anos

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O grupo de discussão de assuntos da Nota Fiscal Eletrônica UNINFE comemora 07 anos de criação neste dia 05/08.

O Grupo foi criado pela Unimake para congregar a comunidade de usuários que utilizam a aplicação open source de transmissão de arquivos XML de mesmo nome, o Uninfe.

Desde então o Uninfe passou também a enviar os XML´s dos novos tipos de documentos fiscais eletrônicos que foram criados, como Conhecimento Eletrônico de Transporte (CT-e) , Carta de correção Eletrônica (CC-e), Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) e a mais nova de todas lançada em 2015 Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e).

Nesses 84 meses de atividade o grupo somou mais de 2.700 participantes e mais de 72.500 mensagens, o que significa um volume de praticamente 865 mensagens postadas e comentadas por mês.

O impacto do grupo é tão positivo que hoje a comunidade mesmo colabora na solução de dúvidas e troca de ideias, além é claro, de contar com a participação de profissionais da empresa.

O Grupo também discute aspectos de outros produtos da Unimake como o Unidanfe (Que realiza a impressão e o envio dos documentos fiscais aos clientes finais) e DANFE View (Armazenador e gerenciador de arquivos XML)

Quer ficar por dentro do que o grupo tem discutido e conhecer melhor as ferramentas open source de transmissão de NF-e, CC-e e CT-e da Unimake acesse:

http://br.groups.yahoo.com/group/uninfe/

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Saiba em que situações sua empresa pode aderir ao Simples Nacional

by marcese

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O regime tributário Simples Nacional, ou apenas Simples passou por muitas mudanças desde sua criação na década de 1990, hoje são muitas as possibilidades de adesão ao regime, saiba quais:

Impeditivos à Opção do Simples

Não se inclui no regime diferenciado e favorecido do Simples Nacional, para nenhum efeito legal, a pessoa jurídica:

I – de cujo capital participe outra pessoa jurídica;

II – que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior,

III – de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar do Simples Nacional, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais).

Nota: para fins de opção e permanência no Simples Nacional, poderão ser auferidas em cada ano-calendário receitas no mercado interno até o limite de R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) e, adicionalmente, receitas decorrentes da exportação de mercadorias ou serviços, inclusive quando realizada por meio de comercial exportadora ou da sociedade de propósito específico prevista no artigo 56 da Lei Complementar 123/2006, desde que as receitas de exportação de mercadorias também não excedam R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais).

IV – cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada pelo Simples Nacional, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais).

V – cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado, de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais).

VI – constituídas sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo.

VII – que participe do capital de outra pessoa jurídica;

VIII – que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar;

Notas:

  • A atividade de correspondente no País, classificada no código CNAE 6619-3/02 – voltada a recebimentos e pagamentos de quaisquer natureza, realizados mediante contratos e convênios de prestação de serviços mantidos por instituição financeira com terceiros, na forma regulamentada pelo Banco Central do Brasil -, é compatível com a opção pelo Simples Nacional (Solução de Consulta Cosit 210/2014).
  • A atividade de correspondente de instituições financeiras (correspondente bancário), segundo regulamentação do Banco Central do Brasil, envolve diversos serviços. Os que caracterizam intermediação de negócios eram vedados até 2014 e devem ser tributados pelo Anexo VI a partir de 2015; os demais são tributados pelo Anexo III (Solução de Consulta Disit/SRRF 9.027/2014).

IX – resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 (cinco) anos-calendário anteriores;

X – constituída sob a forma de sociedades por ações;

XI – cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade (vedação incluída pela Lei Complementar 147/2014).

Exceções – Participações Específicas

O disposto nos itens IV e VII anteriores não se aplica à participação no capital de cooperativas de crédito, bem como em centrais de compras, bolsas de subcontratação, no consórcio referido no artigo 50 da Lei Complementar 123/2006, e na sociedade de propósito específico prevista no artigo 56 da Lei Complementar 123/2006, e em associações assemelhadas, sociedades de interesse econômico, sociedades de garantia solidária e outros tipos de sociedade, que tenham como objetivo social a defesa exclusiva dos interesses econômicos das microempresas e empresas de pequeno porte.

Entretanto, sendo tal empresa integrante de SPE que seja sócia ostensiva de Sociedade em Conta de Participação – SCP, não poderá beneficiar-se do tratamento tributário diferenciado (por violação do § 5º do artigo 3º da LC 123/2006), o que implica na sua exclusão do Simples Nacional.

Lembrando que as SCPs são consideradas pessoas jurídicas, para fins tributários.

Bases: § 5º do art. 3º e art. 57 da LC 123/2006, Solução de Consulta Cosit 139/2015.

Irregularidade nas Inscrições

A ausência ou irregularidade na inscrição municipal ou estadual, quando exigível, também é considerada como pendência impeditiva à opção pelo Simples Nacional.

Fonte: http://guiatributario.net/2015/06/26/impeditivos-a-opcao-do-simples/

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livrarias, óticas e restaurantes entram em obrigatoriedade com a NFC-e em Agosto

by marcese

Bookstore

A Nota Fiscal Eletrônica de Consumidor (NFC-e) iniciou sua obrigatoriedade no estado do Paraná em 01/07 para postos de combustíveis e agora na segunda fase de acordo com a resolução SEFAZ 145/2015 vários outros segmentos econômicos entrarão no estado de obrigatoriedade a partir de 01/08/2015.

A NFC-e é o novo documento fiscal eletrônico que vem para substituir o Cupom Fiscal e as Notas de consumidor em papel (Modelo 2).

Será emitida para pessoas físicas com ou sem identificação (Informação do nome e CPF do comprador) em operações de até 200 mil Reais.

Entre as vantagens da NFC-e podemos destacar a dispensa do uso do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), podendo ser utilizada qualquer impressora não fiscal, térmica ou laser, sem necessidade de autorização pela SEFAZ, a simplificação de obrigações acessórias (dispensa de impressão de Redução Z e Leitura X e a interação com os consumidores, que poderão acessar posteriormente as NFC-e através de tablets e Smartphones.

Confira todos os segmentos que iniciam o processo de obrigatoriedade em 01/08:

5611-2/01 – Restaurantes e similares
5611-2/02  -  Bares  e  outros  estabelecimentos  especializados  em servir bebidas
5611-2/03 – Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares
5612-1/00 – Serviços ambulantes de alimentação
5620-1/01 – Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas
5620-1/02  -  Serviços  de  alimentação  para  eventos  e recepções  – bufe
5620-1/03 – Cantinas – serviços de alimentação privativos
5620-1/04 – Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar
4756-3/00 – Comércio   varejista   especializado   de   instrumentos musicais e acessórios
4761-0/01 – Comércio varejista de livros
4761-0/02 – Comércio varejista de jornais e revistas
4762-8/00 – Comércio varejista de discos, cds, dvds  e fitas
4774-1/00 – Comércio varejista de artigos de óptica
4782-2/02 – Comércio varejista de artigos de viagem
4789-0/06  – Comércio  varejista  de  fogos  de  artifício  e  artigos pirotécnicos
4789-0/09 – Comércio varejista de armas e munições

Sua empresa é uma das que estão entre os segmentos obrigados? Confira as soluções que a Unimake Software oferece para emissão de NFC-e e outras ferramentas de gestão.

Fale com o nosso departamento comercial pelo comercial@unimake.com.br ou nosso fone (44) 3141-4900.

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Entenda o “golpe do boleto” e saiba como se proteger

by marcese

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Cliente tem boleto fraudado e, apesar de pagar sua fatura, o dinheiro é desviado para outra conta, fazendo com que ele pareça inadimplente.

O cliente recebe sua fatura do cartão em casa. Vai ao banco mais próximo e paga a conta respeitando a data do vencimento. Mas, no mês seguinte, recebe notificação de que está inadimplente. Como? Esse é o “golpe do boleto”, que consiste em uma fraude do boleto bancário.

A fatura tem alguns números do código de barras alterado e a quantia que o cliente acredita estar sendo usada para pagar suas contas é na verdade desviada para uma outra canta bancária. Quadrilhas especializadas adulteram as cobranças. A contadora Alice de paula Pereira contou a O Globo que teve uma das faturas do cartão de crédito do Banco do Brasil, que recebe em casa todos os meses, fraudada, perdendo mais de R$ 5 mil.

Segundo as investigações policiais que se deram até o momento, a frauda acontece durante a entrega dos boletos. As quadrilhas em questão interceptam as correspondências e substituem as faturas corretas pelas adulteradas, e mudança é praticamente imperceptível ao destinatário. Alice, por exemplo, só percebeu a irregularidade quando, após já ter pago uma parcela da fatura daquele mês, o pagamento do valor que restava não foi aceito no caixa eletrônico. Com ajuda de uma funcionária do banco, que identificou números estranhos no código de barras, Alice começou a investigar a fraude.

Ela disse a O Globo que foram quatro meses de negociação até o Banco do Brasil concordar em abater o valor que ela já tinha pago através da fatura falsa. Renata Reis, supervisora de Assuntos Financeiros do Procon-SP, disse ao mesmo jornal que a responsabilidade nesse caso é da empresa credora. O banco só poderia ser eximido da reparação dos danos causados ao consumidor se a fraude ocorresse fora de seu sistema de emissão e entrega de boletos.

Como evitar o golpe

A dificuldade de identificar o golpe do boleto é que dificilmente o consumidor desconfia da correspondência que recebe em casa. Por isso é essencial fazer o alerta. É importante tomar alguns cuidados com as faturas, mesmo as entregues pelo banco. Observar a qualidade do documento, por exemplo, é uma forma de perceber o golpe. Papel e impressão inferiores aos de costume, formatação estranha, erros de português e outros aspectos parecidos são indicativos da interceptação do boleto.

O consumidor deve também conferir se os três primeiros números do código de barras correspondem ao código do banco em questão. Esses códigos podem ser acessados aqui. Se não baterem, é melhor não fazer o pagamento e esclarecer o assunto com o banco.

Boletos enviados por email também devem ser analisados com cautela. E a recomendação final é verificar sempre os códigos do beneficiado pelo pagamento, que aparecem na tela do caixa eletrônico.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/conheca-o-golpe-do-boleto-e-saiba-como-se-proteger/102039/

 

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O e-Social é quase um enigma para os empresários

by marcese

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O banco de dados que receberá as informações trabalhistas e previdenciárias deve passar a ser obrigatório para algumas empresas a partir de 2016, segundo Paulo Magarotto, auditor fiscal da Receita

Seis anos atrás a Receita Federal decidiu criar a folha de pagamento digital para ter mais controle sobre os dados de trabalhadores informados pelas empresas. Era uma proposta simples, mas que acabaria se tornando embrião para o complexo e-Social.

O banco de dados que receberia apenas informações da folha de pagamento acabou crescendo, abrangendo também a escrituração digital de todas as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais –um monstrengo que necessita de cinco entes públicos para ser administrado (Receita, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica).

Também exigirá esforço do contribuinte para dar conta de todas as obrigações acessórias trazidas por ele. Para incluir um funcionário nesse banco de dados a empresa precisará preencher 1.480 campos. Esse volume de informação exigido era ainda maior, quando os envolvidos na estruturação do e-Social perceberam que sua cria poderia sair do controle.

Há alguns meses o banco de dados foi rachado em dois, gerando o irmão menor do e-Social, que foi chamado de EFD-Reinf (Retenções e Informações Fiscais). Ele irá comportar informações sobre serviços prestados por Pessoas Jurídicas, cooperativas, informações sobre patrocínios a associações desportivas, pagamentos que não são provenientes de remuneração, como aluguel, entre outros dados.

“O e-Social estava ficando inchado e com a operacionalização muito complexa. Tinha informações sociais envolvidas com outras que não tinham esse cunho, por isso criamos um módulo paralelo, para deixar o e-Social mais lógico”, disse Paulo Magarotto, auditor-fiscal da Receita Federal que esteve nesta quarta-feira, na Associação Comercial de São Paulo (ACSP) explicando a empresários como lidar com essa nova realidade digital.

O porte avantajado do e-Social torna difícil sua operacionalização, tanto que os responsáveis por desenvolver o banco de dados não se sentem seguros em cravar uma data para que seu uso seja obrigatório pelas empresas. Há uma estimativa prevendo sua obrigatoriedade para setembro de 2016, isso, para empresas que faturaram mais de R$ 78 milhões em 2014. Para as demais empresas, seria apenas em 2017.

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Mas o histórico de lançamentos cancelados ao longo os últimos seis anos tem deixado o empresário com o pé atrás em relação ao início da obrigatoriedade.

Magarotto justificou a demora dizendo que só faz sentido lançar uma plataforma tão ampla quando todos os envolvidos tiverem 100% de certeza de que ela funciona perfeitamente.

Independentemente do prazo para a obrigatoriedade, é importante que os empresários estejam familiarizados com a plataforma, porque ela exigirá mudanças drásticas no dia-a-dia contábil das empresas.

Embora o e-Social não altere as datas para as empresas cumprirem suas obrigações acessórias – a GFIP, por exemplo, continuará a ser entregue no dia 7 de cada mês -, ele elimina algumas obrigações, e cria outras tantas.

Como exemplo de nova obrigação acessória, ao contratar um empregado o contratante terá 48 horas para incluir os dados desse trabalhador no banco de dados. Caso contrário, poderá ser multado.

O e-Social não será muito tolerante com erros. O sistema limitará a quantidade de retificações que o contribuinte poderá fazer. Em outras palavras, ele exigirá uma melhor qualidade das informações enviadas pelo aos entes públicos.

Por outro lado, com os sistemas dos cinco entes públicos envolvidos com a plataformas interligados, o cruzamento dos dados enviados pelas empresas permitirá que incoerências nessas informações sejam facilmente identificadas.

O QUE É O e-SOCIAL

De maneira simplificada, o e-Social é um banco de dados que será abastecido pelos contribuintes com informações da folha de pagamento, com obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais. Por sua vez, os entes públicos acessarão nesse banco aquelas informações pertinentes às suas atribuições.

Trata-se de um dos braços do Sistema Publico de Escrituração Digital (Sped). Todos aqueles que contratam mão-de-obra remunerada serão obrigados a se adequarem ao e-Social, sejam Pessoa Jurídica, entes públicos ou Pessoa Física. As regras também incluem empregadores domésticos.

VERSÃO SIMPLIFICADA

Empresas com até sete funcionários, e empregadores domésticos, poderão usar uma versão simplificada do e-Social. Serão menos campos para serem preenchidos, mas não há grandes definições em relação a esta opção mais simples. “O que está sendo definido agora é o quanto esta plataforma será menor do que o e-Social completo”, disse Maragotto.

“Mas devemos ter novidades logo já que a lei complementar que regulamenta os direitos dos empregados domésticos já foi regulamentada”, completou o auditor fiscal.

A proposta é que a versão simplificada funcione em ambiente web, permitindo que a inserção dos dados dos empregados seja feita em uma página on-line, sem a necessidade de implantação da plataforma do e-Social.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/categoria/leis_e_tributos/o_e_social_e_quase_um_enigma_para_os_empresarios

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Contagem regressiva para a entrada em vigor da NFC-e no PR

by marcese

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A Nota Fiscal Eletrônica de Consumidor (NFC-e) que vem sendo amplamente divulgada na mídia finalmente entra em vigor no estado do Paraná no dia 01/07/2015.

Inicialmente obrigatória para o segmento de postos de combustíveis, ela se estenderá para outros segmentos até o final de 2015 e outros mais no decorrer de 2016.

O que é a NFC-e?

A NFC-e vem para substituir as Notas Fiscais em papel, modelo 2 e o Cupom Fiscal (ECF) e é usada essencialmente para a venda de mercadorias para pessoas físicas, sem necessidade de identificação do consumidor.

Sua estrutura de envio será bastante parecida com  a da NF-e, onde o emitente enviará um arquivo eletrônico (XML) para a SEFAZ e sendo o XML aprovado o documento é impresso, conhecido  de DANFE NFC-e.

É válido destacar que o DANFE NFC-e trará impresso um QR Code, um código único que poderá ser escaneado com aparelhos smartphone onde o consumidor pode verificar a existência da NFC-e no site da SEFAZ, ou seja, mesmo que o consumidor perca o DANFE, poderá ter um registro de suas compras através do celular.

Limites de valor

Algumas informações interessantes sobre o uso da NFC-e:

Para compras no valor de até 10 mil Reais não é necessário que conste no documento o nome e CPF do consumidor.

O limite de compras numa mesma NFC-e é de até 200 mil Reais, bastando apenas que seja informado o nome e CPF do consumidor.

Ou seja, é possível comprar um bom carro com apenas uma NFC-e.

Que empresas entram?

Inicialmente no Paraná serão obrigados a emitir a NFC-e a partir de 01/07 postos de combustível, na sequência a partir de 01/09, restaurantes, bares e similares e a partir de setembro outros segmentos.

Para conhecer a lista completa clique neste link: http://www.sefanet.pr.gov.br/dados/SEFADOCUMENTOS/101201500145.pdf

Como as empresas devem se preparar?

Inicialmente verificando com o contador a obrigatoriedade da empresa a partir do CNAE e na sequência preparando a infraestrutura, com a aquisição (caso não possua) de computador, impressora térmica simples e conexão de internet e de um sistema emissor.

A Unimake Software está preparada para fornecer sistema emissor de NFC-e em condições extremamente acessíveis para as empresas que necessitem ingressar nesse processo.

Converse com nosso departamento comercial pelos canais:

Fones: (44) 3141-4900 / (44) 9109-6614 ou

Email: comercial@unimake.com.br

 

 

 

 

 

 

 

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“Traga o seu dispositivo”, BYOD é desafio para empresas brasileiras

by marcese

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Empresas brasileiras ainda não estão preparadas para adoção do BYOD

As companhias brasileiras ainda se mostram relutantes em investir em projetos voltados à consumerização. Uma pesquisa sobre mobilidade no ambiente corporativo feita pela IDC Brasil junto a 261 empresas indica que a maioria dos respondentes (61%) considera o quesito “segurança” como a principal barreira para permissão ou incentivo a políticas BYOD (Bring your own device).

Ao mesmo tempo, poucas organizações se mostraram aptas para o desenvolvimento ou compra de soluções de MDM (Mobile Device Management) ou MEM (Mobile Enterprise Managment), a fim de garantir segurança das informações. Apenas 5% das respondentes afirmaram que contam com tecnologia dedicada ao tema.

“Os mercados ainda estão carentes de soluções de MDM. A adoção ainda está começando, seja para devices corporativos seja para BYOD”, pontua Pietro Delai, gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil.

Durante a 5ª edição do Premier 100 IT Leaders Conference, evento promovido pela Computerworld Brasil, que acontece nesta semana em Punta del Este, o especialista aponta que atualmente 16,8% das empresas fornecem dispositivos móveis para seus funcionários, sendo a maioria deles smartphones.

A tendência, observa, é que as companhias comecem a adotar novas estratégias em segurança para incentivo para que funcionários tragam seus próprios dispositivos para o ambiente de trabalho.

No entanto, a baixa adoção de MDM e MEM indica que é preciso um processo de educação do próprio mercado corporativo brasileiro tanto em questão de segurança quanto aspectos que dizem respeito à própria valorização da mobilidade.

“O objetivo de aumentar a mobilidade é aumentar a produtividade. E o desafio é mostrar e agregar valor no uso de dispositivos móveis”, acredita o consultor.

Segundo a pesquisa da IDC, dispositivos móveis ainda têm seu potencial pouco explorado no mercado corporativo. O levantamento revela que 82% dos executivos usam o aparelho da empresa mais para acessar internet e e-mail.

Soluções em plataformas de colaboração, por exemplo, ainda são tímidas. Apenas 19% das empresas disseram que contam com aplicações nessa direção.

“Essas aplicações são primárias. E são as que mais estão em uso. Apenas 28% das corporações mostraram que têm aplicativos mais sofisticados disponíveis para seus colaboradores”, destaca Delai.

Para ele, o que falta é levar o payback de investimentos de mobilidade para as empresas. “Temos várias aplicações que poderiam mudar os processos dentro das corporações, que proporcionaram agilidade e produtividade, que não estão sendo aproveitadas”, critica.

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Aplicativos zumbis povoam milhões de smartphones

by marcese

App zumbi Unimake 2De acordo com estudo, praticamente toda empresa tem um dispositivo rodando um aplicativo que não encontra-se mais disponível em suas respectivas app stores

Existem cerca de 3 milhões de apps zumbis – sistemas que foram removidos dos marketplaces dos fabricantes e que não tem mais suporte por seus criadores – vagando nos smartphones corporativos ao redor do mundo.

Segundo estudo recente, praticamente toda empresa tem um dispositivo suportando um aplicativo “morto vivo”. Esses sistemas podem, evidentemente, ser perigosos de diversas formas, ressalta Domingo Guerra, presidente e fundador da provedora de segurança móvel Appthority, responsável pelo estudo.

Na visão do executivo, esses sistemas possivelmente foram removidos das app stores por serem inseguros ou conter malwares. Ele ainda pontua que esses sistemas podem muito bem terem sido desenvolvidos para abrir brechas nos aparelhos.

Do total de apps aproximadamente 5,2% são para iOS e 3,9% para Android. De acordo com a Appthority, aplicativos zumbis representam um grande risco às organizações pois as empresas não revelam os motivos pelos quais esses sistemas foram removidos de suas lojas.

Fonte: http://computerworld.com.br/apps-zumbis-povoam-smartphones-corporativos

 

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Brasileiros devem ter novo documento unificado em breve

by marcese

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Daqui a alguns anos, os brasileiros não vão mais precisar se preocupar com seus diferentes documentos de identificação. Na última quinta-feira (28), a presidente Dilma Rousseff aprovou o projeto de lei elaborado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que propõe a criação do Registro Civil Nacional, o RCN. O novo documento reúne dados como RG, CPF, título de eleitor e até mesmo antecedentes criminais em uma identidade inteligente com número único.

Além de unificar os documentos oficiais e facilitar o uso dos dados pelo titular, o RCN também deve garantir mais segurança, eliminando possibilidade de emissão de múltiplas identidades. Atualmente, cada estado mantém registros próprios, permitindo que um mesmo cidadão possua até 27 números diferentes de RG.

Essa falta de controle de dados a nível nacional é um dos facilitadores para crimes de fraude no sistema financeiro e nos benefícios, como Previdência Social, Bolsa Família, FGTS e Receita Federal. A proposta de corrigir essa falha e criar um cadastro nacional de identidades, com armazenamento eletrônico de dados, está prevista em lei desde 1997, mas nunca saiu do papel.

RCN

 

O documento único proposto pelo TSE irá armazenar todos os dados do cidadão dentro de um chip, onde futuramente poderão ser inclusas informações biográficas, históricos de multas ou processos judiciais.

O registro da cédula de identidade inteligente será feito a partir da leitura biométrica das digitais e também da face, tecnologias que vão evitar crimes de falsa identidade, fraudes cometidas por pessoas que se passam por terceiros.

Informações biométricas de mais de 24 milhões de brasileiros natos ou naturalizados já foram coletadas pela Justiça Eleitoral nas últimas eleições. Desta forma, o RCN surgirá a partir das digitais registradas no banco de dados do Estado.

No ano passado, a inexistência de um banco de dados nacional e unificado com informações relacionadas aos cidadãos impossibilitou a criação do Registro de Identidade do Cidadão (RIC), proposto pelo Ministério da Justiça.

O projeto que cria o RCN passa a valer após a regulamentação da lei no Congresso Nacional, o que pode ocorrer ainda este ano.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/brasileiros-terao-documentos-unificados-em-identidade-com-chip/101732/

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