Gestão de Estoque: Qual sua importância estratégica?

por Equipe de conteúdo

 

O que é gestão de estoque e o que você precisa saber sobre ela

A gestão de estoque corresponde a uma etapa essencial para o controle interno de uma empresa. O estoque é como o coração de uma organização e, portanto, devemos dar a atenção devida a ele. “Organização” e “controle” devem ser adjetivos comuns nessa área da empresa, de forma que nada esteja por fora do radar de seus gestores.

Apesar de ser uma etapa importantíssima, ainda há muitas dúvidas acerca do que é e como deve ser feita a gestão de estoque da maneira correta. Foi pensando nisso que reunimos todas as informações sobre o assunto para você, finalmente, colocar em prática.

Continue lendo e entenda o que é, como funciona, os tipos e a importância de uma gestão de estoque para um empreendimento. Além disso, elencamos um passo a passo prática e dinâmico para implementação. Aproveite e confira também nossa publicação sobre a importância do Sistema ERP para seu negócio.

Afinal, o que é gestão de estoque?

A gestão de estoque é a atividade de controlar e organizar as quantidades de matérias-primas e insumos necessários para a operação de uma empresa, bem como dos produtos acabados que serão comercializados aos revendedores e clientes finais. Mais do que isso, a gestão de estoque vai além de um mero controle físico, ela deve prover inteligência estratégica para que a empresa tenha conhecimento do seu “mix” de produtos e suas demandas.

Com esse resumo do que é gestão de estoque, conseguimos entender que o conceito vai além do que simplesmente manter os produtos armazenados corretamente. A gestão de estoque faz parte das questões estratégicas de uma empresa e afeta todos os departamentos.

Tais controles podem ser divididos entre estratégico e físico:

Gestão de estoque estratégica

Do que se refere a gestão de estoque estratégica de uma empresa, é papel dela:

  • controlar os dados sobre os volumes estocados disponíveis para produção e venda (inventários e relatório de estoques em geral);
  • gerar inteligência do negócio sobre as demandas de cada produto em cada época do ano (Sazonalidade, por exemplo);
  • datas de vencimento, numeração de lotes e rastreabilidade;
  • emissão de relatórios para prestação de contas aos órgãos reguladores, órgãos fiscais, entre outras.

 

Gestão de estoque físico

Sobre a gestão física de um estoque, é importante considerar:

  • controlar o ambiente garantindo condições ideais de armazenamento, refrigeração, ventilação e umidade;
  • segurança física contra danos causados pelo clima, furtos e roubos;
  • acesso restrito a pessoal autorizado em caso de produtos controlados, perigosos, inflamáveis ou estratégicos para empresa;

Como funciona a gestão de estoque?

Essa gestão determinará as necessidades de aquisição de estoques em relação às promoções que deverão ser feitas para que haja um fluxo harmonioso entre os volumes estocados e as vendas nas épocas certas. Pareceu complicado? Então calma lá!

Imagine que a gestão de estoque conduzida de maneira adequada numa rede de farmácias, por exemplo, deverá identificar que no verão o consumo de bronzeadores e protetores solares tendem a aumentar. Outro caso são os supermercados que, também no final de ano, com as festas de natal e ano novo, devem estar preparados para o aumento nas vendas de carnes em geral.

Esse mesmo supermercado deve saber que no meio do ano durante os meses de junho e julho aumenta consideravelmente o consumo de itens das festas juninas como pipoca, amendoim e outros. Ou seja, essas empresas precisam estar preparadas para esses e outros eventos.

Para tanto, as empresas devem analisar seus estoques, fazer projeções e decidir se deverão fazer ou não novas compras, ou ainda, se os estoques atuais são suficientes para suprir a demanda. Quando se trata das vendas para atacado, a indústria em geral trabalha com prazos de entrega e, caso a empresa que atua na venda ao consumidor final não faça um bom planejamento, as coisas podem desandar consideravelmente.

Conheça os tipos de gestão de estoque

As práticas de gestão de estoque são divididas, também, em diferentes metodologias, tais quais UEPS, Just in Time e PEPS.

  • O UEPS significa “último a entrar e primeiro a sair” e, por isso, nesse método, o primeiro produto a entrar no estoque deve ser o primeiro a ser vendido.
  • Em contrapartida, o método PEPS “primeiro a entrar, primeiro a sair”, opera em função dos primeiros produtos entrados devem ser os primeiros a serem comercializados.
  • Já no método Just In Time, o nível de produtos devem ser o mínimo possível, reduzindo os custos de demanda.

Esses são alguns dos tipos de gestão de estoque e cada um deles são indicados para fins específicos. Atente-se ao modelo de negócio da sua empresa e trabalhe em função disso.

A importância da gestão de estoque para um empreendimento

Uma má gestão de estoque pode comprometer a sobrevivência de um negócio, especialmente se considerarmos os custos cada vez mais crescentes nas matérias-prima. Dessa forma, a gestão de estoque deve ser vista com alta importância estratégica.

Apesar disso, ter um depósito cheio de matérias-primas e mercadorias não é garantia de sucesso do negócio. A questão central é saber o quais e quantos produtos devem ser armazenados. Estoques são investimentos, afinal, para que a empresa os tenha, houve uma saída de dinheiro do caixa.

Se a empresa tem estoques enormes, mas que não “giram” com a velocidade adequada, a empresa em algum momento pode ter problema de caixa. Isso porque o dinheiro que deveria estar na conta bancária, está nos depósitos. Um exemplo prático sobre isso são as empresas que possuem mercadoria em excesso, mas não possuem dinheiro para pagar seus funcionários.

Outra situação de má gestão seria aquela em que produtos são jogados fora por extravio ou vencimento. Ou ainda, quando ocorre a depreciação total de itens em estoque causado pela obsolescência. Isso acontece quando a empresa esquece ou negligencia a venda de alguns produtos estocados. Com o tempo e a evolução tecnológica eles simplesmente perdem todo o valor.

Existem produtos que são estratégicos de serem mantidos em maiores volumes, outros pelo contrário, devem ser armazenados ao mínimo. Cada empresa deve acumular experiência e inteligência para fazer a gestão de estoque ideal, mantendo os volumes de estoque adequados, nem em excesso e nem em níveis muito baixos.

Deve haver, também, um constante fluxo de informação entre a direção da empresa, o setor de estoque e o setor comercial devem ter comunicação constante para que não aconteçam falhas de operação.

Uma gestão organizada dos estoques atuará de modo que os estoques em excesso não comprometam a saúde financeira da empresa e que os estoques muito baixos ou mesmo que a ausência de produtos nas prateleiras gere a perda de vendas. Diante de todo esse contexto, fica mais que evidente que a gestão de estoque é um dos pilares de sucesso das empresas.

Como aplicar a gestão de estoque efetivamente – passo a passo

Antes de mais nada, é necessário que exista um forte senso de prioridade e disciplina entre todo o time de uma instituição, começando pela direção. Atrelado a uma boa gestão de estoque, um sistema ERP também é capaz de otimizar ainda mais esses processos. Com ele, serão garantidas as ferramentas certas para todo o ciclo de gestão do estoque, desde o pedido de compra até as etapas finais financeiras e contábeis.

Além disso, o sistema de gestão ERP ajuda em questões estratégicas como a margem de lucratividade dos produtos, bem como o controle de estoques mínimos e máximos. Esse grande aliado ajuda uma organização a ter controle sobre todos os processos e etapas.

Com esses pontos levantados, vamos para um passo a passo sobre como aplicar a gestão de estoque na prática:

  1. registre dados em inventários: ter todos os dados em inventários é um passo essencial para todas as empresas com estoque. Lembre-se também de dispor cada produto no seu devido lugar;
  2. tenha acesso aos custos totais e gerais: o monitoramento de um estoque requer também um levantamento sobre os custos e receita.
  3. integre seu estoque a um sistema integrado: com um sistema ERP você tem mais facilidade e assertividade no que se refere ao controle de estoque;
  4. analise, reveja e fiscalize o funcionamento do setor: a última e mais importante etapa é a fiscalização de estoque, o momento em que você entende as necessidades dele – o que está faltando, o que tem excesso, o que precisa ou não ser comprado, e por aí vai.

Agora que você conhece as principais informações sobre a gestão de estoque, é hora de colocar em prática! Veja mais sobre as vantagens de integração ao sistema ERP. Acompanhe nosso blog que publicaremos novos materiais relacionados à gestão e organização das empresas.

Até a próxima!

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NSU: O Número Sequencial Único da NF-e — Entenda a sigla com a UNIMAKE

por jeber

Chegou a hora de entender de verdade o que é o NSU da Nota Fiscal Eletrônica!

Tudo bem, você já deve ter reparado que existe um Número Sequencial Único (NSU) na Nota Fiscal Eletrônica de algum produto ou serviço que você adquiriu ou vendeu, mas você sabe o que ele significa e qual sua importância? Vem conhecer mais sobre a sigla NSU e sua funcionalidade para uma boa e automatizada gestão empresarial!

O que é o número do NSU?

O Número Sequencial Único – NSU – é um código numérico gerado pelo Ambiente Nacional da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) para os interessados nos Documentos Fiscais (emitentes, destinatários, transportados e terceiros).

Apenas a partir do NSU é possível identificar documentos como uma Nota Fiscal eletrônica (NF-e), uma Carta de Correção eletrônica (CT-e), um evento da NF-e, ou um conjunto desses arquivos.

Pense que você, como pessoa física, possui um documento de identificação chamado também por uma sigla – o RG, Registro Geral. Esse é, portando, sua identificação e individualização, certo? Deste modo, o NSU trata-se de uma espécie de RG de cada evento no ambiente dos documentos fiscais que referenciam um CNPJ.

Como funciona a geração de um Número Sequencial Único?

A própria SEFAZ, após protocolocar/autorizar um evento ou um documento fiscal (Nf-e, CC-e, etc) em seu Ambiente Nacional (AN), gera um Número Sequencial Único para esse documento ou evento.

Ademais, o NSU é por CNPJ, ou seja, cada CNPJ sempre terá acesso aos documentos fiscais destinados sequenciados no AN, local onde todas as informações sobre documentos destinados é centralizada.

O arquivo, depois de gerado pela SEFAZ, retorna em formato XML e pode ser copiado e distribuído.

Para que serve o NSU?

Por mais que pareça óbvio, o NSU tem como principal funcionalidade possibilitar e facilitar a distribuição de documentos fiscais, mas não só: ele serve para que um contribuinte consiga identificar todas as menções a um CNPJ – o ator fiscal da NF-e – no ambiente de documentos fiscais.

Em outras palavras, o NSU facilita o processo da empresa que emitiu a nota e os demais envolvidos e mencionados na NF-e possam ter acesso às informações ali constantes, e um NSU pode contar em seu escopo até 50 documentos diferentes com informações resumidas ou completas.

Basicamente, esse NSU existe para que uma empresa consiga fiscalizar, por meio de um sistema de gestão – ERP –, como seu CNPJ está referenciado, podendo qualquer um dos atores referenciados no documento fiscal fazer uma consulta por esse NSU.

Leia também: 7 motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

Como consultar uma NSU?

Por meio de um Número Sequencial Único qualquer um dos atores da NF-e: emissor, destinatário, transportador e terceiros. Este são os atores que, usualmente, fazem parte do processo de produção, e por isso podem acessar o arquivo XML por meio do NSU quando for preciso.

Como localizar o NSU no arquivo de retorno?

Após a consulta, um arquivo de retorno compactado – XML – será recebido, e para localizar o NSU nele procure os campos maxNSU e ultNSU:

<maxNSU>000000000000200</maxNSU>

<ultNSU>000000000000003</ultNSU>

Mas cautela! Se forem feitas muitas consultas seguidas pelo mesmo NSU, a SEFAZ pode bloquear temporariamente o CNPJ – já que a quantidade máxima de documentos retornáveis é de 50 documentos por NSU.

Onde encontrar o NSU no documento impresso?

Para aqueles comerciários que ainda fazem uso de documentos fiscais impressos, o NSU pode ser encontrado no próprio ticket emitido.

Mas, o pulo do gato na conferência e consulta desse Número Sequencial Único se dá para aqueles que utilizam softwares e módulos integrados: o próprio sistema já sabe, conforme predefinido pelo desenvolvedor, onde se localiza o NSU.

Qual a importância do NSU para a gestão empresarial automatizada?

Como destacamos, a distribuição e consulta do NSU para aqueles que possuem softwares de gestão empresarial é essencialmente maior, haja vista que há uma integração de informações (já que todos os registros de NSU de uma empresa podem ser encontrados no mesmo lugar de forma fácil), o que auxilia uma empresa à:

  • ter maior controle sobre a conciliação bancária de todos os eventos financeiros de um negócio;
  • ter rastreabilidade sobre a integralidade das informações fiscais de um negócio;
  • melhor gerenciamento de notas fiscais, evitando problemas com o fisco e com a legislação vigente do país.

Desta forma, ter um módulo de NF-e que envolve a pesquisa de NSU e o armazenamento dos arquivos XML’s de retorno é imprescindível se você deseja que seu negócio caminhe na linha e ainda seja ágil!

Apenas um sistema de gestão te ajuda a absorver a complexidade no gerenciamento dos NSUs, e o fazer da forma correta.

Quantos dígitos tem o NSU?

Esse Número Sequencial Único atribuído a cada documento fiscal emitido tem a capacidade de 10 dígitos e as possibilidades numéricas vão de 0000000001 a 9.999.999.999.

 

Toda transação tem um NSU, e se a meta é fazer com o que o negócio seja alavancado, é preciso também focar nas formas de gerenciamento eficaz dele, e por isso entender o que é NSU e como um software integrado de gestão te ajuda nisso foi nosso post de hoje.

Nos conte: você já sabia como o Número Sequencial Único funciona?

Para ler a seguir: Como agir quando sua nota fiscal é denegada?

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Como agir quando sua nota fiscal é denegada?

por jeber

Assim como outros problemas fiscais, a nota fiscal denegada causa diversas dúvidas no empreendedor, afinal, por que a NFe emitida por mim foi denegada? Como emiti-la? Será que a Sefaz tem algum problema com o meu negócio?

Essas são apenas algumas dúvidas que pairam sobre essa temática, e entender sobre ela ajuda o empreendedor e estar regularizado perante o fisco.

O que é nota fiscal denegada?

Uma nota fiscal denegada é aquela que a Secretaria da Fazenda e Planejamento – Sefaz – identifica alguma irregularidade no cadastro do emitente ou do destinatário da nota.

Quando uma nota fiscal é emitida (assinatura digital do arquivo XML) e enviada para a avaliação da Sefaz, esse órgão a submete a diversas regras de validação, e é neste momento que ela poderá ser aprovada, denegada ou rejeitada.

Ao ser denegada, uma nota fiscal não pode ser faturada nem tampouco cancelada ou inutilizada, de modo que o esse novo status é definitivo e o número da NFe deverá ser registrada junto ao fisco e armazenada pelo prazo de 5 (anos), segundo o art. 173 da Lei nº 5.172 do Código Tributário Nacional.

É importante citar que uma nota denegada passou por todo o processo de validação da Sefaz, e por isso o registro neste órgão é indispensável.

É importante que os empreendedores monitorem sempre as NFe denegadas que são emitidas contra seu CNPJ, ok?

Diferença entre nota denegada e nota rejeitada

Você já sabe que uma NFe emitida poderá ser aprovada, denegada ou rejeitada pela Sefaz, e entendido o caso de denegação, falta saber o que é a NFe rejeitada e qual a diferença entre ela e a denegada. Sobre a nota fiscal aprovada, não temos muito a que nos delongar, visto que esta vai produzir seus efeitos usuais.

Podemos dizer que ambas as NFe a Secretaria da Fazenda não autoriza que a operação fiscal a que essa nota fiscal está ligada seja consumada.

Assim sendo, a principal diferença se dá no status das duas NFe: enquanto a denegação é definitiva e gera a inutilização da NFe, a rejeição pode ser corrigida e reenviada com a mesma numeração.

Podem ser mais de 500 motivos os que resultam na rejeição de notas fiscais, sendo alguns deles:

  • falha nos cálculos;
  • dados incorretos na NFe;
  • assinatura digital do arquivo XML inválida;
  • Erro 205: se a numeração da NFe rejeitada corresponder ao mesmo número de uma NFe denegada (que é inutilizado, lembra?).

Assim sendo, resta claro que outra diferença basilar na diferença entre as duas notas são os seus motivos. Enquanto a rejeitada apresenta as causas aduzidas acima, a denegação pode ocorrer apenas nos casos de:

  • Erro 301: a emissão da nota possuir irregularidades com o Fisco;
  • Erro 302: o destinatário da nota encontrar-se irregular no Fisco;
  • Erro 303: o destinatário da nota não estar habilitado para operar na unidade federativa daquele Fisco (no país).

O que fazer em caso de NFe denegada?

Para cada motivo de denegação existe uma forma de resolução da NFe denegada. Algumas podem ser executadas pelo próprio emitente da nota, já outras não. Vamos falar da possibilidade de solução nos três:

Erro 301: uso denegado pela irregularidade do emitente

Nesse caso, como o erro é com o emitente, este terá de verificar se sua própria Inscrição Estadual está regular, e essa busca pode ser realizada facilmente pelo site do SINTEGRA ou no Cadastro Centralizado do Contribuinte (CCC) de seu estado de atuação.

Se sua IE estiver suspensa, cancelada, baixada ou em processo de baixa, o resultado da pesquisa irá acusar como “não habilitado”, e a única forma de sair dessa situação é o emitente entrar em contato com a Sefaz para regularizar sua situação, e assim conseguir emitir mais NFe’s.

Erro 302: uso denegado pela irregularidade do destinatário

Siga a mesma linha de raciocínio trazida acima, mas no ponto de vista do destinatário. Isso significa que o emitente nada pode fazer sobre essa NFe denegada e tampouco para corrigir a situação, já que quem tem de fazer isso é justamente o destinatário junto à Sefaz.

Erro 303: uso denegado por destinatário não habilitado a operar na UF

Durante o processo de validação e registro da NF-e a Sefaz identificará esse erro, que tem a chance de ser corrigido em uma nova emissão – mas para esse mesmo número. Sempre será assim, senão a nova nota será rejeitada!

Para que o processo de emissão da NFe e seus documentos auxiliares seja refeito em novo documento com nova numeração, é preciso verificar corretamente o cadastro de seu destinatário junto à Receita Federal.

Como evitar que uma NFe seja denegada?

Nesse caso, administrar um cadastro atualizado da situação fiscal de seus fornecedores pode ser uma saída fácil, mas não aplicável no caso de saída de volumes muito altos de NFe diariamente: a gestão manual de dados não será suficiente.

A solução mais segura para empreendedores que não querem ter uma NFe denegada é optar por uma gestão automatizada de NFes, visto que esse sistema, quando integrado a um sistema ERP interno, assina e envia arquivos XML de NFe para o Sefaz ou à Prefeitura do domicílio da atividade empresarial e ainda imprime o DANFE através do sistema.

E se você tem receio de que essa tecnologia toda pode fazer com que mais dados do seu negócio se percam, espere até conhecer as funcionalidades de um bom sistema de armazenamento de dados de NFe e seus documentos auxiliares!

Tenha em mente que uma nota fiscal denegada já é uma questão bastante séria, então imagine o problema que várias dessas podem causar para o controle contábil de sua empresa. Com certeza você não quer trabalhar com o fisco no seu pé, não é? Esteja por dentro das soluções tecnológicas que facilitam seu empreendimento aqui no blog da UNIMAKE Software!

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Hacker invade sistemas do STJ e criptografa processos e e-mails

por Equipe de Conteúdo

No último dia 03, um ciberataque promovido contra o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ocasionou a parada total dos sistemas internos, cancelando sessões virtuais, julgamentos e paralisando processos em andamento. O invasor “sequestrou” o ambiente virtual da Corte utilizando de um RansomExx, que nada mais é do que uma versão alterada do mesmo ransomware que atacou, em junho de 2020, o Departamento de Transporte do Texas e, mais tarde, em outubro, o site do Tribunal de Pernambuco.

O que foi afetado

Uma fonte ligada ao ataque informou ao site O Bastidor que todo o acervo de processos do STJ foi invadido e criptografado, além de todas as informações dos servidores e sistemas da corte, incluindo backups e o acesso à e-mails por parte dos ministros. O site também teve acesso à um print de um arquivo em que são dadas as orientações sobre como deve ser realizado o contato para a efetuação do pagamento para a liberação dos arquivos.

De acordo com a mensagem, a extensão “.stj888” foi utilizada nos arquivos codificados, e qualquer tentativa de alteração pode tornar os arquivos indecifráveis até mesmo para o autor do ataque. Para provar a autenticidade da situação, o autor do ataque se coloca à disposição para decifrar um pequeno arquivo, de até 900KB, gratuitamente antes da realização do pagamento para liberação dos dados.

FALE COM NOSSA EQUIPE

O momento atual interferiu 

Ao que tudo indica, a pandemia causada pelo Covid-19 facilitou o ataque, uma vez que os funcionários passaram a trabalhar em regime de home-office, facilitando acessos que antes, por questões de segurança, só seriam possíveis presencialmente, como abordado nesse artigo. O autor teria conseguido acesso à rede no domingo do dia 1, e o sequestro dos dados teria sido facilitado pelo fato de que o técnico não estava atuando presencialmente. Toda a liberdade nesse contexto teria permitido a familiarização do invasor com os sistemas até o ataque final, que foi enviado por e-mail.

Para advogado especialista em crimes virtuais Luiz Augusto D’Urso, o ataque “é mais um exemplo da necessidade de se repensar a segurança digital no Brasil, uma vez que estes sistemas se tornaram imprescindíveis para o funcionamento da sociedade”. Reforçando, ele afirma que esse “é um dos ataques mais graves na história de nosso país, em razão da importância e da quantidade de informações que podem ser perdidas”.

A solução

Entretanto, como seria possível garantir mais segurança aos seus dados, e prevenir-se contra os prejuízos desse tipo de ataque?

A Unimake Software desenvolveu a ferramenta Gemini Backup. Pensada para garantir o conforto e a segurança do usuário, ela realiza automaticamente backups dos seus dados, que são armazenados em servidores de alto desempenho e segurança. Monitorado 24 horas por dia, a Unimake garante que com o Gemini Backup seus dados estão seguros, pois em caso de ataque eles são restaurados em pouquíssimo tempo, consequentemente reduzindo suas perdas.

 

 

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5w2h: Como esse plano de ação pode ajudar sua empresa a ser mais eficiente

por Equipe de conteúdo

5w2h

É um fato! Boa parte dos projetos nas empresas em geral são atividades relativamente simples, que não demandam um planejamento complicado e demorado.

Por outro lado, pior do que ter um planejamento complexo e caro para fazer algo simples é não ter planejamento nenhum.

Isso porque sem nenhum tipo de controle, a execução de algo que era para ser simples pode acabar se tornando uma bagunça.

É por essa razão que a metodologia 5W2H foi criada e tem ajudado de forma simples o planejamento de tarefas em equipe no mundo todo nos últimos anos.

Vamos conhecê-la?

Origem da metodologia 5W2H

Essa metodologia ou ferramenta como muitos a chamam foi criada no Japão, mais especificamente dentro da indústria automotiva durante os anos de 1960 e 1970 como parte dos esforços de melhoria continua.

Com seu sucesso ela foi posteriormente difundida para todo o mundo.

O que é e como funciona a metodologia 5W2H

Como você deve estar pensando, 5W2H é uma sigla para as iniciais das palavras em inglês:

“What?”, que significa “o quê?”
“Why?”, que significa “por quê?”
“Who?”, que significa “quem?”
“Where?”, que significa “onde?”
“When?”, que significa “quando?”
“How?”, que significa “como?”
“How much?”, que significa “quanto?”

Basicamente, a metodologia 5W2H consiste em “fazer as perguntas certas” e alocar igualmente as pessoas certas para a execução de tarefas dentro de um projeto.

Sua aplicação tem como finalidade auxiliar na elaboração de planos de ação, como uma espécie de checklist que proporciona clareza aos membros da equipe quando da execução de um projeto, demostrando o papel de cada um e outras informações relevantes para o sucesso do referido projeto.

Apesar de simples, é considerada uma das técnicas mais eficazes em relação planejamento de atividades e elaboração de projetos.

 

Unimake Software um universo de soluções, venha conhecer

 

Exemplos de uso

Na prática a 5W2h consiste em planejar o que será feito, por que, quando, onde, quem e a que custo.

Isso é particularmente útil para atribuir as responsabilidades, prazos e as motivações do porquê da realização de uma tarefa/projeto.

Veja nesse exemplo:

A empresa decide fazer uma apresentação, no formato de live pela internet, para todos os seus vendedores, no país todo, sobre os números das vendas obtidos no primeiro semestre e apresentar as metas e estratégias para o segundo semestre.

Não é um projeto ultra complexo, mas também não é uma tarefa trivial.

Vai exigir planejamento e preparação da equipe comercial da matriz da empresa.

Logo o trabalho ficou distribuído assim:

Entendendo o que cada “pergunta” significa

What (o quê)
Essa pergunta ajudar a identificar o plano de ação, o “o quê” também ajuda quem está analisando o plano a entender exatamente o que será feito, de maneira clara.

Why (por que?)
Essa é com certeza uma das perguntas mais importantes da ferramenta 5W2H, afinal toda ação precisa ter uma justificativa já que, além de demandar tempo de trabalho dos colaboradores, pode consumir recursos financeiros da organização. Descreva em termos práticos o motivo da atividade estar sendo realizada.

Who (quem?)
A 5W2H é especialmente interessante de ser usada para projetos em equipe, logo é importante nomear um responsável para cada ação, de modo que haja clareza das responsabilidades de cada um.

Where (onde?)
Em algumas situações, parece que essa pergunta não faz sentido, por exemplo quando uma tarefa é realizada na internet, porém em outros casos é importante determinar o local onde a atividade será realizada. Por exemplo pode ser que a atividade envolva o transporte de algo ou deslocamento para outra cidade, sendo assim, perguntar “onde” vai ajudar a prever os eventuais custos dessa tarefa.

When (quando?)
O “quando” é uma informação fundamental, afinal toda atividade dentro de um projeto precisa ter prazo. Sem uma definição de data de entrega as tarefas tendem a ser procrastinadas e esquecidas.

How (como?)
Quando um membro da equipe consulta o plano de ação 5W2H, deve ser capaz de saber tudo sobre a atividade, todos os detalhes, inclusive o “modo de fazer”. Conforme a complexidade, você pode descrever o processo em passos e numerá-los ou, se não houver necessidade, fazer apenas uma descrição breve.

O grande trunfo da metodologia 5W2H é servir como material de apoio ao longo do projeto. É como se um plano de ação preparado com essa metodologia fosse um “mapa” que dá a visão geral a todos os envolvidos de tudo o que tem que ser feito, por quem será feito, em que prazos, locais etc.

Essa sacada é muito simples, porém extremante poderosa.

How much (quanto?)
Por último, mas não menos importante deve-se estimar o orçamento de um projeto planejado com a ferramenta. Em geral muitas atividades não tem custo, pelo menos não direto, pois serão realizadas pelo pessoal interno que já recebe salários para isso. Porém em outras pode haver custo, como por exemplo o aluguel ou a aquisição de um equipamento, o custo de transporte de um item, passagens, alimentação, etc. Logo é muito importante pensar em tudo isso na fase de planejamento para que a empresa se prepare financeiramente e não tenha surpresas durante a fase de execução.

 

Único-AGRO sistema específico para Agroindústria

 

É muito fácil de implantar

Como visto no exemplo acima um plano de ação 5W2H é muito fácil de ser criado, você pode usar o Excel ou Word.
Se preferir o Sebrae oferece um modelo que pode ser baixado em PDF, dá uma olhada clicando aqui.

Conclusão

A metodologia de plano de ação 5W2H apesar de muito simples é muito efetiva na realização de projetos simples.

Ela dá clareza ao gestor da empresa e ao time realizador dos aspectos gerais e mais importantes de um projeto.

É indicada para trabalhos em equipe para projetos simples, afinal ela é clara e simples o suficiente nesses casos.

Você conhecia essa ferramenta? Gostaria de colocá-la em prática?

É super simples, reúna seu time e mãos à obra.

Obrigado por ser um leitor do blog da Unimake, acompanhe-nos aqui e nas redes sociais que sempre publicaremos novos materiais relacionados à gestão e organização das empresas.

Obrigado e até o próximo artigo!

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Novos canais de atendimento agilizam o suporte aos clientes Unimake

por Equipe de conteúdo

Canais de atendimento Unimake

A Unimake vem aprimorando continuamente os canais de comunicação com seus clientes sempre buscando a agilidade e o máximo desempenho.

Sabemos o quão importante é ter soluções ágeis e principalmente a facilidade de manter esse contato entre a empresa e os usuários de seus sistemas.

Dessa forma queremos trazer alguns esclarecimentos que vão ajudar na compreensão de como as informações de suporte que chegam até nós são processadas e principalmente, ajudar você amigo(a) cliente a escolher o melhor canal para você.

Atualmente oferecemos 4 canais de atendimento para suporte técnico e administrativo aos nossos clientes.

São eles:

• Telefone
• Painel do cliente
• E-mail
• Chat (Central de ajuda + Base de conhecimento)

Vale lembrar que o atendimento aos aplicativos Web (Uninfe, Unidanfe e DANFE View) se dá exclusivamente através do Chat.

Vamos falar mais sobre cada um deles

Telefone

O tradicional telefone é o (44) 3141-4900 onde podem ser escolhidas diversas opções no menu eletrônico.

Para cliente do Único ERP o caminho é escolher a opção 3 – Suporte a Produtos + 3 – Suporte ao Único ERP.

O cliente será atendido por um colaborador do setor de triagem que registrará um ticket no painel do cliente contendo a solicitação do usuário.

Painel do cliente

O painel do cliente é uma ferramenta recente de suporte implantada pela Unimake e visa facilitar a interação entre os usuários e nosso time de suporte.

O acesso no painel é feito através do endereço www.atendimento.unimake.com.br onde o próprio usuário pode relatar a ocorrência e um ticket será aberto automaticamente no final do processo.

A grande vantagem de se cadastrar e usar o painel do cliente é que além da facilidade e agilidade em abrir tickets o usuário pode acompanhar o status dos seus atendimentos sabendo como eles estão sendo processados.

A Unimake iniciou 2020 com o painel para 62 clientes e agora está em fase de expansão, então se você ainda não tem seu login e senha entre em contato com nosso suporte e solicite o acesso e treinamento.

E-mail

Outro canal bastante tradicional de suporte é o e-mail, onde os clientes Unimake podem enviar uma mensagem para suporte@unimake.com.br com todas as informações da solicitação.

Um fato bem legal sobre enviar um e-mail para o nosso suporte é que quando a mensagem chega até a Unimake um ticket é aberto diretamente no painel do cliente.

Chat dentro da central de ajuda

O quarto meio de comunicação com o suporte Unimake é através do CHAT dentro da página de CENTRAL DE AJUDA.

O acesso é feito em www.suporte.unimake.com.br onde o usuário clica no botão “Posso ajudar?” que fica no canto inferior direito da página e escolhendo a opção “Atendimento ao Único ERP”.

Além do chat outra grande vantagem da CENTRAL DE AJUDA é a base de conhecimento da empresa.

Clicando em “Base de conhecimento” e expandindo o produto “Único ERP” à esquerda da página, ou pesquisando o assunto diretamente em “Olá, como podemos ajudar você?”.

Esta base de conhecimento conta com diversos artigos de auxílio aos nossos produtos.

Vale dar uma olhada pois os usuários vão encontrar nessa seção muitas soluções para os problemas mais comuns.

 

Qual é a melhor opção para os usuários Unimake?

Todas as mudanças que implementamos num período recente foram com o intuito de dar mais poder aos usuários.

O fato é que a digitalização dos meios de comunicação os canais de internet ganharam recursos e muita força.

Vale salientar que não existe meio de contato “mais rápido”.

Todos os pontos de contato de suporte da Unimake são gerenciados por uma única equipe e uma única ferramenta, que é o painel do cliente.

Então quando o usuário liga, manda um e-mail, entra no chat ou acessa o painel do cliente, todas as informações (relato do problema por exemplo) “caem” no mesmo local.

Ou seja, elas são registradas na ferramenta de gestão de tickets da Unimake e são tratadas pela equipe de triagem que fará os encaminhamentos para os técnicos de suporte disponíveis e capacitados ao atendimento de acordo com o grau de complexidade da demanda.

Ou seja, os meios convencionais de contato como o telefone tem hoje a mesma velocidade de atendimento dos canais digitais, visto que toda a informação é canalizada para uma ferramenta central e tratada pelos atendentes Unimake.

Em todos os canais, seja por voz (telefone), seja por registro de texto (e-mail, chat e painel do cliente) vão gerar protocolos de atendimento nesta base comum e direcionados pelo nosso setor de triagem para a análise e priorização.

O que é a central de triagem?

A central de triagem é um departamento da Unimake composto pelos atendentes de “suporte nível I” da empresa (Situações de menor complexidade).

Esse departamento faz como o próprio nome diz, uma triagem de todos os atendimentos que chegam (ligações, e-mails, chat, etc.) e dão dois tipos de tratamento para esses contatos:

1) Se o chamado tiver uma solução que possa ser prontamente atendida: Os atendentes vão dar a solução imediatamente ao usuário solicitante.

2) Se a solução requerer uma solução mais complexa: Os atendentes vão encaminhá-la para um suporte nível II (Nível mais avançado) que analisará e prontamente retornará ao usuário com uma solução ou com uma análise de acordo com o caso.

O atendimento telefônico “vai morrer”?

O telefone ainda é uma importante ferramenta de comunicação e não, o suporte telefônico não vai morrer.

Porém com a modernização e a facilidade das ferramentas digitais é possível que ele perca espaço.

Vemos isso o tempo todo, como por exemplo as pessoas se acostumando a pedir comida e transporte pelos aplicativos do que ligando para fazer isso.

As ferramentas digitais de suporte da Unimake proporcionam essa facilidade e o melhor de tudo é que dão a possibilidade dos usuários acompanharem a situação de seus tickets, coisa que pelo telefone não é possível.

Além disso o telefone não garante um atendimento mais rápido, visto que todos os chamados sejam por telefone, sejam por texto caem na mesma ferramenta e são processadas pelo setor de triagem.

Como faço para me cadastrar no painel do cliente?

Por enquanto o cadastro está sendo feito apenas para clientes do Único ERP e para cadastrar-se entre em contato conosco pelo chat (www.suporte.unimake.com.br) ou pelo e-mail suporte@unimake.com.br e solicite a criação do seu login.

Nosso pessoal fará contato e agendará um treinamento de como usar a ferramenta.

Com isso você estará apto a abrir e acompanhar seus tickets de suporte num clique!

Esperamos ter ajudado com essas informações.

Conte sempre com nosso time de atendimento, obrigado, até o próximo artigo e bons negócios!

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Mudanças na consulta completa da NF-e a partir de Julho de 2020

por Equipe de conteúdo

A partir desta data, a consulta completa da NF-e no Portal Nacional da NF-e estará disponível somente para os participantes da operação comercial descritos no documento eletrônico.

Visando garantir mais segurança e sigilo sobre as informações que circulam nos Documentos Fiscais Eletrônicos a SEFAZ vai implementar a partir do dia 07/07/2020 uma importante mudança no processo de consulta de XML´s de NF-e.

A partir desta data, a consulta completa da NF-e no Portal Nacional da NF-e estará disponível somente para os participantes da operação comercial descritos no documento eletrônico.

Essa mudança vem em cumprimento ao Ajuste Sinief nº16/2018, de modo que a consulta completa da NF-e no Portal Nacional se tornará restrita apenas aos participantes da operação comercial descritos no documento eletrônico.

São eles:

  • Emitente,
  • Destinatário,
  • Transportador e
  • Terceiros

Estes últimos desde que informados na tag autXML.

A consulta completa por estes participantes se dará obrigatoriamente por meio de certificado digital.

Estas restrições não se aplicarão às NF-e´s cujos destinatários sejam pessoa física (CPF) sem inscrição estadual e pessoa jurídica (CNPJ) sem inscrição estadual.

Fonte: Receita Federal do Brasil – Matéria completa

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Covid: Portarias trazem orientações p/ ambientes de trabalho durante a pandemia

por Equipe de conteúdo

Portarias trazem orientações para ambientes de trabalho durante a pandemia

 

Publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (19/6), duas portarias conjuntas trazem medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da covid-19 nos ambientes de trabalho. Uma, de orientações gerais, é assinada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (Seprt-ME) e pelo Ministério da Saúde; a outra, específica para frigoríficos e latícinios, além das duas Pastas, tem a assinatura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Específica para a indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano e laticínios, a Portaria Conjunta 19 visa a prevenção, controle e mitigação de riscos de transmissão da covid-19 nos ambientes de trabalho durante a pandemia.

Entre as orientações estabelecidas pela portaria, estão o afastamento imediato, por 14 dias, dos trabalhadores que sejam casos confirmados ou suspeitos de covid-19 e também daqueles que tiveram contato com casos confirmados da doença. No período, a remuneração deve ser mantida pela empresa. Se os empregados estiverem assintomáticos por mais de 72 horas e um exame laboratorial descartar o novo coronavírus, é possível retornar ao trabalho antes das duas semanas.

Orientações gerais

A Portaria Conjunta 20 traz as medidas necessárias a serem observadas pelas mais diversas organizações – exceto serviços de saúde, para os quais há regulamentações específicas –, de forma a preservar a segurança e a saúde dos trabalhadores, os empregos e a atividade econômica. O documento, porém, não determina ou autoriza a abertura de estabelecimentos, limitando-se a apresentar um conjunto de disposições a serem observadas por aqueles que estiverem em funcionamento.

Com exceção do item 7.2 do Anexo I – referente ao fornecimento de máscaras cirúrgicas ou de tecido a todos os trabalhadores –, a Portaria 20 entra em vigor a partir da data de publicação e produz efeitos até o término da declaração de emergência em saúde pública, previsto na Portaria 1.565 de 2020.

Empregadores devem estabelecer e divulgar aos empregados – e terceirizados – os protocolos necessários para a identificação precoce e afastamento dos trabalhadores com sinais e sintomas; os procedimentos para que todos informem os sinais e sintomas, inclusive de forma remota; instruções sobre higiene; e eventuais necessidades de promoção de vacinação.

Também estão previstas medidas para possibilitar o distanciamento social nas instalações; para uso de equipamentos de proteção individual (EPI); para limpeza e desinfecção de locais de trabalho e áreas comuns; para o transporte fornecido pelas organizações; bem como ações para garantir a higienização das mãos em locais próximos ao trabalho e nas áreas de circulação.

Fonte: Ministério da Economia: Matéria original

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Persona: As vantagens de definir o perfil de cliente ideal para sua empresa

por Equipe de conteúdo

A persona ajuda as empresas a traçarem as melhores estratégias de comunicação, marketing e vendas de modo a atrairem o público certo e obterem os melhores resultados.

Persona, você já ouviu essa palavra ou leu sobre ela?

Ao pé da letra, persona é a palavra em latim para pessoa, mas nos últimos anos essa palavra ficou muito famosa não pelo seu lado linguístico e sim usada no mundo do marketing e vendas.

Se você quer melhorar as ações de marketing e vendas da sua empresa acompanhe-nos nesse artigo que vamos falar sobre isso.

O que é persona?

Persona é a representação fictícia do cliente ideal de uma empresa.

Ela é baseada em dados reais sobre o comportamento destes clientes bem como suas características demográficas.

Uma persona bem construída representa ainda a criação de suas histórias pessoais, motivações, objetivos, necessidade, desafios e preocupações.

Algumas pessoas também a chamam de buyer persona ou avatar.

Em resumo, quando se fala em estratégias de marketing e vendas para empresas, uma persona é a representação mais real possível da média dos clientes que esta empresa atende.

Para que a persona serve?

A persona serve para direcionar os esforços de marketing, vendas e as estratégias gerais de comunicação e de criação de novos produtos e/ou serviços da empresa.

De forma bem simplificada podemos dizer que a criação e o direcionamento das campanhas de marketing usam a persona para seu desenvolvimento visando atingir os clientes certos e obter os melhores resultados.

Qual é a diferença entre persona e público-alvo?

Até já falamos sobre público-alvo em outro artigo aqui no blog da Unimake, então vamos esclarecer isso.

É comum que haja confusão entre o conceito de público-alvo e persona, porém eles não exatamente são a mesma coisa.

Por exemplo:

Público-alvo: Homens de 25 a 45 anos, casados, proprietários de casas, com formação em ensino médio ou superior e renda média mensal entre R$ 4.000,00 e R$ 8.000,00 que gostam de fazer eles próprios os consertos e pequenas reformas domésticas com agilidade e praticidade.

Persona: Carlos, 30 anos, é casado e trabalha em escritório. Gosta de fazer pequenos trabalhos manuais. É organizado e sempre está mantendo sua casa em bom estado com as reformas em dia que ele próprio faz. Dispõe dos finais de semana para isso então precisa de materiais e ferramentas práticas, mas de custo acessível.

Percebe a diferença?

De maneira geral, público-alvo é uma parcela abrangente da sociedade para quem a empresa vende seus produtos ou serviços.

A persona, por outro lado é a representação do seu cliente ideal, de forma mais humanizada e personalizada possível.

Num primeiro momento isso soa a mesma coisa, porém quando se vai criar uma estratégia comercial e de marketing faz toda a diferença pensar de forma direcionada “à pessoa do Carlos” e não a um público-alvo alvo extenso e genérico.

Um fato importante relacionado à criação de personas é que as empresas não precisam ficar “presas” a uma só.
É possível e em alguns casos até saudável a empresa ter 3 ou 4 personas que serão usadas em suas estratégias.
Porém não é bom extrapolar, pois o uso de muitas personas provavelmente levará à perda do foco nas estratégias.

Como se define uma persona?

A definição de uma persona envolve o contato com o seu público-alvo, afinal um empreendedor que se preze conhece seus clientes.

A partir daí é necessária uma pesquisa para identificação das características comuns entre consumidores habituais.

Em geral no contato do dia a dia o empreendedor consegue identificar essas características em comum, e elas são o ponto de partida para a definição da persona da empresa.

Nos casos em que a empresa esteja em processo de abertura e ainda não tem base de clientes, o ideal é que o empreendedor tenha um conhecimento sólido do mercado em que vai atuar e use essa experiência para definir uma persona inicial e a partir da empresa aberta “ir melhorando ela” com os erros e acertos.

Em termos práticos, o que o empresário deve fazer é reservar um tempo somente para essa atividade.

Caso tenha equipe, reúna-os também nesse exercício.

Esse deve ser um exercício formal, onde os presentes vão refletir e elencar as situações de consumo e características mais comuns do perfil médio dos clientes.

Desse exercício devem ser listadas as necessidades, sonhos, desejos, dores, objetivos e também o perfil socioeconômico da persona.

Por exemplo:

  • Que problemas nosso cliente médio resolve consumindo nossos produtos e serviços?
  • O cliente médio do nosso negócio consome nossos produtos com mais tempo ou precisa de algo ágil?
  • Quanto em média ele está disposto a pagar?
  • Qual a idade e renda média dele?

É recomendável que nessa tarefa de definição de persona sejam usados dados da empresa como relatórios de clientes e histórico de vendas que podem ser obtidos a partir do sistema de gestão.

Se a empresa quiser algo mais sofisticado também pode recorrer a pesquisas para idealização de sua persona com empresas especializadas.

O mais importante de tudo é que o empresário use a maior quantidade de possível de dados reais que tenha a mão, evitando ao máximo usar informações subjetivas e “achismos” na hora de definir sua persona.

A segunda coisa mais importante é ir melhorando o seu perfil com o passar do tempo, baseado nos erros e acertos que forem verificados.

Por quê definir uma persona?

Definir uma persona ajuda a empresa a ter foco e precisão em suas ações comerciais e de marketing.

Imagine quando você vai comprar um presente para um amigo, o que você faz?

Vai numa loja e compra a primeira coisa que vê ou analisa, reflete e tenta comprar algo que aquela pessoa gosta (ou precise) muito?

Agora de forma inversa ao nosso exemplo, quando você quer vender algo para alguém, você tentará fazer isso “de forma aleatória” para um público geral ou vai procurar fazer campanhas que tragam os clientes certos?

A persona serve para isso.

Para que sua empresa crie as estratégias com foco máximo no cliente que vai consumir seus produtos e serviços.

Essa estratégia vai além das campanhas de venda

A persona serve de base para todas as estratégias da empresa e não somente as de marketing direto em si.

Empresas que usam o marketing de conteúdo como ferramenta de atração e manutenção de clientes também usam a persona na hora de produzir seus materiais.

E não se trata apenas de estratégias de vendas.

As empresas que criam novos produtos ou serviços, precisam acima de tudo de ter o máximo de certeza possível sobre o perfil dos futuros consumidores.

Um produto criado com as perspectivas erradas de quem irá consumi-lo pode gerar um prejuízo enorme e até a falência do negócio.

Estas empresas se baseiam fortemente nas personas na hora de criarem ou melhorarem seus produtos.

Enfim, o uso dessa técnica é muito abrangente e funciona para todos os tamanhos e segmentos de empresas.

Os hábitos mudam e as pessoas também

A definição de uma persona não é algo escrito em pedra, portanto o empreendedor deve ficar atento às mudanças que ocorrem no mercado e na sociedade.

De tempos em tempos pode ser que seja necessário fazer “um realinhamento” do perfil de seus consumidores ideias.

Fique atento!

As vantagens da definição do perfil de cliente ideal

Alinhamento é parte do segredo das empresas de sucesso.

Quando uma empresa tem suas equipes alinhadas o desempenho, as vendas e os lucros só crescem e melhoram.

É como numa orquestra: A beleza da sinfonia está na sincronia entre todos os seus membros.

Ter uma (ou algumas) persona(s) bem definidas(s) ajuda ao time a ter clareza do produto, clareza na comunicação e clareza nas estratégias em geral.

Esse afinamento faz com que a empresa acerte e melhore cada vez mais.

Sua empresa já tem as personas definidas?

Não perca tempo, reúna sua equipe e comece a fazer esse exercício agora mesmo.

Você vai ver os resultados da sua empresa mudando de nível.

Esperamos que estas informações tenham lhe ajudado a ter uma melhor compreensão sobre esse assunto.

Acompanhe nosso blog que sempre publicaremos mais materiais relacionados à gestão e organização das empresas.

Obrigado e até o próximo artigo!

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Público-alvo: Entenda e defina qual é o ideal para sua empresa

por Equipe de conteúdo

A definição do público-alvo correta é um dos pilares das empresas de sucesso que melhor satisfazem seus clientes

A definição de um público-alvo adequado é um dos maiores ativos que uma empresa pode ter.

Ele a é a espinha dorsal de toda a estratégia comercial da empresa, de onde vem as receitas e os lucros e como a empresa se posiciona no mercado.

Neste texto vamos analisar as particularidades desse tema e como ele pode alavancar os negócios da sua empresa rumo à liderança.

Fique com a gente

Entendendo o que é público-alvo

De modo geral o público-alvo consiste num grupo específico de consumidores que compartilham um perfil semelhante.

Essas pessoas tem gostos ou necessidades parecidas que os levam a consumir determinados produtos e serviços.

O tema envolvendo o público-alvo é tão importante que Philip Kotler, um dos maiores autores em marketing de todos os tempos cunhou a frase:

“marketing consiste na tomada de ações que provoquem a reação desejada de um público-alvo.”

Ele continua:

“O processo deve começar tendo-se em mente um público-alvo bem definido: possíveis compradores dos produtos da empresa, usuários atuais, pessoas que decidem ou influenciam; indivíduos, grupos, públicos específicos ou o público em geral. O público-alvo exerce uma influência fundamental nas decisões do comunicador sobre o que, como, quando, onde e para quem dizer.”

Diante de tamanha importância não soaria exagero dizer que a definição do público alvo é o ponto de partida da constituição de uma empresa!

Como o empreendedor deve definir o público alvo de sua empresa?

Num conceito convencional o empreendedor tem que se fazer algumas perguntas para definir qual é o potencial público consumidor de sua empresa.

Esse exercício deve ser o mais sólido possível, de forma ideal com a realização de pesquisas e entrevistas.

Hoje existem muitas ferramentas com as quais o empresário pode contar para fazer esse levantamento, especialmente na internet com sites de pesquisas, formulários, buscas no Google, entidades de classe com o Sebrae, sindicatos e muito mais.

Para fugir do achismo, quanto mais dados o empreendedor reunir sobre seus futuros clientes melhor.

Um breve roteiro pode contar com os questionamentos a seguir:

 

1) Qual problema seu produto ou serviço resolve?

Em geral as pessoas compram benefícios e soluções e não produtos e serviços em si.

É como aquela famosa frase: “O Cliente não compra uma furadeira, ele compra o furo na parede”.

Essa pergunta apesar de parecer um tanto óbvia de todas é a mais importante de todas.

Para facilitar a partir daqui vamos chamar produtos e serviços apenas de “soluções”, ok?

Suas soluções vão ajudar os potenciais clientes a economizar dinheiro ou recursos?

Vai ajudá-los a ganhar mais dinheiro?

Organizar um processo?

Manter uma vida saudável?

Vai ajudá-los em sua locomoção? Educação? Um hobby talvez?

Identificar que tipo de vantagem sua empresa oferece é o primeiro passo para definir o tipo de pessoa que você deve mirar como cliente.

As soluções que a empresa oferece vão estar ligadas diretamente às necessidades do seu público-alvo.

Responder essa pergunta é o ponto de partida para definir seu público-alvo.

 

2) Quais são as maiores dificuldades, problemas ou desejos do seu público-alvo?

Aqui é importante que o empresário se coloque no lugar do cliente.

O empreendedor deve despir-se de suas vaidades e gostos pessoais e pensar com a cabeça de quem ele gostaria de atrair para tornar-se um consumidor.

Procurar imaginar como é o dia-a-dia desses consumidores.

As particularidades do local onde vivem, as limitações (ou não) de sua renda.

A fase da vida que estão passando (juventude, casamento com filhos, terceira idade, por exemplo).

Se o público forem empresas ou governos, que tipos de desafios eles tem como melhorar o desempenho, cumprir a legislação e as exigências dos órgãos reguladores?

No exercício de levantar qual o público-alvo esta pergunta n.o 2 “meio que se funde” com a pergunta n.o 1.

Vale ressaltar também que é muito importante que o empreendedor conheça a fundo suas soluções, pois um conhecimento superficial do ramo que a empresa atua poderá levar a estimativas equivocadas.

 

3) Onde estes clientes estão?

Responder essa pergunta leva em conta a estratégia da empresa em termos de alcance geográfico.

Por exemplo, uma empresa que comercializa tijolos teria grande dificuldade comercial se definisse seu público em outro estado, pois os custos de frete tornariam o negócio inviável.

Por outro lado, uma empresa que fabrica equipamentos médicos de alta tecnologia não teria problema algum em oferecê-los à hospitais em todas as regiões do país, afinal o alto valor agregado e a especificidade desse tipo de solução permite negócios feitos com clientes, mesmo que distantes.

Mesmo as empresas que atuam no e-commerce (vendas pela internet) em algumas situações e dependendo do tipo de produto vendido terão que delimitar seus público alvo à uma determinada região.

Para finalizar, um último exemplo: Um restaurante popular em São Paulo terá que definir seus potenciais clientes nos limites de seu bairro, afinal seria impraticável entregar uma refeição de R$ 20,00 do outro lado de uma cidade com 12 milhões de habitantes.

 

4) Qual o perfil sócio-econômico desses clientes?

Se falamos em pessoas físicas, essa pergunta quer saber: Qual é a renda, a escolaridade ou as particularidades desses clientes?

Uma loja de produtos populares tenderá a ter como alvo clientes das classes C, D e E.

Uma joalheira num shopping tenderá a vender para clientes das classes A e B.

Seu produto será para jovens que farão o vestibular? Então não vale a pena incluir em seu público alvo pessoas já graduadas.

Se o seu ramo for vendas para empresas, essas empresas serão pequenas, médias ou grandes?

Entender isso é mais um passo no processo de definição do seu público-alvo.

Ter as repostas a essas quatro perguntas ajudará muito o empreendedor a compreender e direcionar os esforços da empresa para o público com maior propensão a comprar dela.

Todas as empresas devem se preocupar em definir seus públicos alvo?

Absolutamente sim!

Definir e trabalhar voltado para um público direcionado deve se aplicar a todos os tipos e portes de empresas, desde a micro até a multinacional.

Todos os pilares da estratégia, desde o marketing, passando pelo comercial e pelo pós-venda vão ter que se basear no tipo de clientes que serão atendidos.

Não importa o tamanho do seu empreendimento, defina seu público-alvo!

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Exemplos de públicos-alvo

As vezes escrevemos bastante, mas ainda assim precisamos de alguns exemplos, aqui daremos alguns de públicos-alvo para empresas hipotéticas.

São apenas exemplos ok?

Para uma empresa que vende produtos para a pele:

Mulheres, de 25 a 35 anos, casadas, com filhos pequenos, com renda familiar entre 5 a 15 salários mínimos que buscam manter uma aparência saudável.

Para uma empresa que oferece cursos de inglês online:

Estudantes e profissionais, com idades entre 20 e 30 anos, de ambos os sexos, com renda familiar acima de 7 mil Reais mensais e que pretendem fazer intercâmbio ou viajar para o exterior nos próximos 18 meses.

Para uma empresa que vende pneus para caminhão:

Homens, com idade entre 25 e 55 anos, que trabalham como motoristas ou donos de transportadoras e que morem na região sul do Brasil.

Para uma distribuidora de medicamentos que atua na região Nordeste do país:

Farmácias com até 10 filiais, localizadas em capitais e/ou cidades com população acima de 500 mil habitantes.

 

Leia também: 7 motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

 

A importância de escolher corretamente seu público-alvo

Até há algum tempo atrás, ter um público-alvo era algo simples, bastava dizer que seu produto era feito para pessoas da idade X e com perfil econômico Y.

Se pensarmos em um carro, por exemplo, essa definição até então funcionava bem, afinal há algumas décadas praticamente todo mundo queria ter um.

Porém, não é mais surpresa que hoje somente isso basta.

O perfil do consumidor é cada vez mais específico, com muito mais nichos e necessidades especiais em cada um deles.

Vamos de novo com um exemplo?

Entre as décadas de 1960 até o começo dos anos 2000, a grande maioria dos homens jovens, acima de 15 anos (mesmo que ainda não pudesse dirigir) tinha no carro um sonho de consumo.

Atualmente pesquisas mostram que as novas gerações, em especial quem nasceu a partir de 2000 já não consideram um carro como um item tão essencial assim.

Muitos sequer estão tirando a carteira de motorista.

Isso está dando um nó na cabeça das fabricantes de automóveis que estão tendo que repensar não somente suas estratégias de marketing como o próprio futuro do carro em si.

Quem era público-alvo há 20 anos atrás hoje talvez não seja mais.

Esse afastamento dos jovens com relação ao desejo de ter um carro está relacionado com as mudanças em nossa sociedade.

A tecnologia (por exemplo os aplicativos de chamada de carros), a sofisticação (aumento da oferta de modelos) e as mudança na sociedade tem muito a ver com isso.

Vamos continuar no exemplo, ainda com carros.

Quem já tem uma certa idade vai lembrar que na década de 1980 o carro familiar de mais de 50% das famílias era o bom e velho Fusca.

O consumidor não tinha muito o que fazer, eram poucas opções, o poder aquisitivo era menor, então muitas famílias iam de Fusca mesmo.

E hoje, com as configurações familiares cada vez mais diferentes, tais como casais sem filhos, casais com filhos, mulheres solteiras com filhos, jovens morando sozinhos com pets, idosos, etc.

Então o público alvo de um SUV de 7 lugares é diferente do público de um casal sem filhos e por aí vai.

Então, novamente reforçando, a pesquisa e a definição do público-alvo corretos determinam substancialmente as chances de sucesso ou de fracasso de uma empresa.

Como a definição do público-alvo vai nortear as estratégias da empresa?

O perfil dos clientes é sem dúvida um dos pilares da estratégia de uma empresa e dessa forma mitos fatores internos serão impactados, tais como:

• A identidade visual e a linguagem da empresa;
• Quais os canais de comunicação ela vai usar;
• Como vai ser o leiaute e aparência das lojas;
• Que tipo de conteúdo produzir;
• Quais eventos vai participar;
• Qual será o perfil dos vendedores e do pessoal de atendimento em geral;
• Quais parcerias vai firmar?
• Até mesmo o nome da empresa pode ser influenciado.
• E muitos outros fatores.

No fim das contas o público-alvo vai determinar o posicionamento de mercado e até podemos dizer sem exagero que vai influenciar a cultura da empresa.

Conclusão

Começar um novo negócio é quase sempre a realização de um sonho.

Mais do que apenas ganhar dinheiro, muitos empreendedores alimentam verdadeiramente o sonho de ajudar seus clientes e a sociedade de forma geral.

Definir corretamente o público-alvo será um dos passos que o empreendedor deverá tomar nesse sentido.

Jamais ignore essa etapa, dê toda a ênfase possível na definição do público a que pertencem seus clientes e isso somado a um trabalho sério e uma boa condução na gestão sem dúvida trarão sucesso ao negócio.

Esperamos ter te “dado uma luz” sobre esse assunto.

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Obrigado e até mais!

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