O que é nota promissória? Entenda como funciona esse documento fiscal

por liveseo

Você sabe o que é uma nota promissória? A nota promissória é um método que registra, formalmente, um acordo de pagamento que pode existir entre pessoas, que podem ser físicas ou jurídicas. Apesar de ser tão utilizada no mundo dos negócios, ainda gera dúvidas entre os seus usuários quanto ao seu preenchimento e também sobre a sua validade perante à Justiça.

Acompanhe o nosso post e saiba todos os detalhes importantes sobre essa nota que pode ser utilizada em vários contextos de comercialização de forma prática, descomplicada aqui no blog da Unimake.

Afinal, o que é uma nota promissória?

Também conhecida apenas como promissória, esse documento tem como função formalizar, de maneira sistemática, um compromisso onde o emitente se compromete a pagar um valor acordado entre ambas as partes para quem está designado como o beneficiário, seja uma dívida por compra de produtos ou prestação de serviços.

Por ser um modo muito versátil, ela pode ser usada tanto para transações feitas entre membros da família ou amigos e também por pequenas, médias e grandes empresas que optem por essa facilidade. Outro ponto importante é que ela pode ser encontrada em formato de blocos em papelarias ou em versões online que podem ser impressas conforme o seu uso e a sua emissão e assinatura são feitas de maneira simples e sem maiores complicações.

Alguns questionamentos ainda podem surgir ao escolher essa opção que garante segurança para quem tem valores a serem recebidos. Confira!

Como funcionam essas notas?

O propósito dessa forma de compromisso financeiro é, como dito anteriormente, documentar que uma parte está se comprometendo a realizar um pagamento a um terceiro. E quando preenchida do modo correto, possui valor jurídico e pode ser usada como meio de contestação quando não for cumprida.

Por esse motivo, está entre um dos meios mais comuns para a protocolização e oficialização de operações monetárias sem o envolvimento de bancos ou outras organizações financeiras. Resumidamente, pode-se entender que:

  • promissórias atuam como títulos que formalizam o recebimento de determinado valor;
  • o emitente, também conhecido como subescritor, é o responsável por assinar e pagar o compromisso firmado entre as partes;
  • o beneficiário, ou tomador, é a pessoa que irá receber o valor acordado e documentado. Além disso, é ela que deve ficar com a nota original até que a quitação da dívida aconteça;
  • após a quitação da dívida, o devedor tem o direito de ficar com o documento na hipótese de futuras comprovações;
  • existe a possibilidade de protesto judicial caso o pagamento não seja honrado na data prevista, além de poder dissolver o acordo feito anteriormente;
  • tem valor perante a lei, quando os dados estão descritos de modo correto;
  • o prazo de validade é a data prevista para o cumprimento do combinado. Contudo, pode-se contestar a existência da dívida por até seis anos.

Tipos de promissória e suas funções

Existem duas possibilidades e configurações presentes atualmente e elas funcionam com propósitos e atribuições diferentes, que são os tipos: pró-solvendo e pró-soluto.

Em relação à versão pró-soluto, não é permitida a dissolução do negócio em eventual falha no cumprimento do pagamento acordado previamente. Na prática, isso significa que, se chegada a data do vencimento, o emitente não realizar a quitação da dívida, o credor não poderá dissolver o negócio e ter o seu bem de volta, por exemplo. Nessa situação, ele deve buscar auxílio judiciário para que o problema seja resolvido.

Já as notas de caráter pró-solvendo, a transação pode ser desfeita se o valor não for recebido dentro da data estipulada e registrada na certidão promissória. Por conta disso, fique atento aos detalhes descritos no papel antes de firmar um compromisso, seja você a parte devedora ou a pessoa no direito de receber a quantia acordada.

Como preencher e quais informações devem constar no documento

Existem algumas regras que precisam ser consideradas quanto ao dados presentes durante o preenchimento e, em evento de não completude do que se pede, ela pode perder o seu status de título válido quanto ao poder judiciário. Assim sendo, preste muita atenção em todos os elementos que precisam ser descritos, de forma legível:

  • o valor tem que ser colocado de forma clara que não deixe espaço para ambiguidade e de acordo com o cifrão monetário atual, que no Brasil é o sinal de R$, que indica que a quantia será paga em reais;
  • ter o termo “Nota Promissória” em alguma região do título a fim de evitar possíveis contestações e garantir sua validade;
  • possuir o CPF ou CNPJ e o nome completo da pessoa física ou jurídica que atuará como recebedor ou beneficiário; e
  • conter assinatura manual da pessoa devedora ou de um procurador devidamente documentado.

Outro ponto muito relevante é sobre o parcelamento de quantias aplicadas a esse modelo, pois uma nota configura apenas o valor integral. Na eventual escolha pelo pagamento em parcelas, é necessário e obrigatório que os documentos sejam feitos conforme a quantia a ser paga por mês, totalizando a soma final.

Ou seja, se a dívida é de R$ 1.000,00 reais e a quitação foi fracionada em cinco vezes, é preciso, então, emitir cinco promissórias de R$ 200,00, que só podem ser entregues, uma de cada vez, conforme a manutenção do que foi acordado.

Qual a lei que regulamenta essa forma de transação?

A legislação que regula e garante o status de título válido, além de delimitar quais são os seus usos é o decreto nº 2.044/1908, presente na Lei Uniforme de Genébra, promulgada no ano de 1930 e adotada pelo nosso país, onde, no artigo 75 podem ser encontradas todas as diretrizes no que tange ao preenchimento adequado para que sua validade seja garantida.

As orientações incluem que, para que se mantenha a legitimidade desse papel, ele não deve estar rasurado ou com letra ilegível que prejudique a interpretação do que foi descrito.

É possível vincular uma nota promissória a contratos?

De início, a resposta para essa pergunta é sim, desde que ambos os envolvidos estejam em comum entendimento de que isso será feito. Vale ressaltar que, esse documento, por si só, não configura um compromisso contratual, apenas de pagamento de uma quantia contraída em dívida ou empréstimo.

Prontinho, agora que você sabe para que serve, como preencher e quais são os direitos e deveres desse modo de registro de transações, fica muito mais simples implementar essa facilidade no seu dia a dia. Lembre-se de se atentar a todos os detalhes descritos nesse post para não ficar no prejuízo ou desvantagem.

E se você quer saber mais sobre finanças para grande ou pequenas empresas, continue acompanhando o nosso blog para ficar por dentro dos conteúdos mais relevantes e completos sobre o assunto, como o texto que aborda o que você precisa saber sobre planejamento tributário. Não perca a oportunidade de aperfeiçoar seus conhecimentos sobre esses tópicos tão importantes no seu cotidiano.

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O que é CCe e como utilizar essa ferramenta

por liveseo

O CCe ou Carta de Correção eletrônica, funciona como uma maneira de retificar possíveis erros em relação às notas fiscais e sua emissão. Dessa forma, é possível identificar e fazer todas as correções necessárias através do ambiente digital. Por meio da utilização desse mecanismo, todas as empresas podem fazer o controle e manutenção dos aspectos financeiros sem complicações.

Com os avanços tecnológicos dos dias atuais, não é de se estranhar que cada vez mais e mais processos considerados morosos ou demorados fossem automatizados para, não só se tornarem mais ágeis, mas também para contribuir na otimização da rotina de organizações comerciais.

Quer saber como utilizar essa carta e facilitar o seu dia a dia? Continue lendo e conheça os principais detalhes que irão contribuir muito na organização da sua rotina tributária.

Como funciona a Carta de Correção eletrônica?

Pequenos reparos e ajustes podem ser feitos utilizando essa carta, que como o próprio nome diz, é digital e também muito simples de usar. Ela serve como um instrumento que viabiliza a troca de informações erradas após a finalização do prazo disponível para o cancelamento da nota fiscal ou NF-e, de acordo com casos específicos.

Essa prática garante que seja mantida o compliance fiscal, evitando possíveis problemas em relação aos parâmetros tributários que devem ser seguidos rigorosamente. É comum que muitas pessoas acabem considerando que apenas quem emite uma nota seja capaz de acessar e consultar a CCe, porém ambas as partes podem e devem fazer a consulta, garantindo a transparência das operações.

Retomando o que foi mencionado anteriormente sobre especificidade, antes de procurar emitir um documento de correção, verifique se o caso não adéqua mais ao cancelamento do que à retificação das informações. Lembrando que esse movimento só é possível antes do prazo de 24 horas após a emissão e sempre antes do envio de quaisquer produto.

Mas então, o que fazer se a mercadoria é enviada e nota-se um erro na NF-e? Para essas situações a carta seria a melhor alternativa, desde que ainda esteja dentro dos 30 dias. E como o processo é rápido e online, pode ser feito de qualquer lugar e a qualquer hora.

Como emitir uma CCe do jeito certo

Por ser uma Carta de Correção, todas as sugestões e revisões são feitas à parte, em um texto escrito à parte. E para isso, algumas regras essenciais devem ser seguidas para que sejam válidas, que são:

  • deve-se respeitar o período de 30 dias;
  • o texto de proposta de mudança deve ser feita no limite de 25 a 1000 caracteres;
  • não é permitido ultrapassar o limite de até 20 cartas por documento fiscal. E quando adicionada a última CCe, é necessário atualizar a versão prévia contendo toda as retificações;
  • é obrigatória a assinatura por meio de um certificado digital.

Regras para o uso correto da ferramenta

A linguagem deve ser clara e objetiva em um campo disponibilizado para essa finalidade. Tome cuidado para não utilizar nenhum tipo de acento, símbolo, ou sinal gráfico, pois a plataforma não decodifica essas marcas.

Ao acessar o sistema, que pode conter algumas diferenças sutis de acordo com a plataforma utilizada, é preciso seguir alguns procedimentos, que incluem o seguinte passo a passo:

  1. encontre a lista que contém todas as NF-e emitidas previamente;
  2. vá até a nota que você pretende alterar;
  3. selecione o campo “corrigir nota fiscal”;
  4. preencha e confira todas as mudanças antes de clicar no botão “enviar”;
  5. fique atento às notificações sobre a retificação do que foi proposto.

Prontinho, a partir desse momento a DANFE correta pode ser encontrada na mesma lista citada no passo número 1 e pode ser impressa sempre que for conveniente.

Entenda o que pode ser alterado na CCe e suas limitações

Nem tudo pode ser mudado ao encaminhar a sua CCe e isso acontece pois determinados aspectos devem permanecer os mesmos para que o bom andamento dos processos seja feito. E conforme ditam as legislações que regem o assunto, somente algumas situações se encaixam no que é permitido, como:

  • razão social do destinatário;
  • o endereço do remetente ou destinatário pode ser ajustado parcialmente;
  • peso, tanto bruto como líquido;
  • natureza da operação;
  • código CST;
  • dados complementares, como nome do vendedor e empresa responsável pelo transporte;
  • descrição do produto ou mercadoria; e
  • código CFOP, sem que mude nada sobre os impostos que já foram medidos.

E como foi dito anteriormente, alguns casos e dados onde é impedida a alteração em hipótese alguma, que são:

  • endereços de recebimento ou envio de forma completa;
  • alíquota, preço ou valor da operação, quantidade e outros fatores que influenciam nos valores fiscais;
  • algum tipo de retificação que possa mexer na faturação; e
  • informações que possam alterar o imposto.

Atente-se aos requisitos descritos acima para que não ocorra nenhum problema com o Fisco que possa prejudicar a sua empresa e gerar impactos muito negativos. E se você preferir fazer o download ao arquivo XLM para sua comodidade, o acesso está liberado em qualquer momento.

Quer saber mais sobre métodos que transformam o cotidiano de gestores e empresários? Continue de olho no nosso blog e encontre os melhores conteúdos, postados semanalmente, pela equipe Unimake e até a próxima!

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Inscrição Estadual para Nota Fiscal: O que é e para que funciona?

por Equipe de Conteúdo

Você sabe o que é e como funciona a Inscrição Estadual? De maneira geral, a inscrição estadual opera em função do recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e emissão da Nota Fiscal de produto. Apesar dessa breve descrição, ainda há muito o que discorrer sobre o assunto.

Foi pensando nisso que reunimos as principais informações sobre o tema para você ficar de olho. Aqui, você entenderá para que serve, a relação da Inscrição Estadual com o MEI e as empresas isentas de IE e mais. Confira!

Ah! Não deixe de conferir também nosso post sobre NFF e tudo o que você precisa saber sobre a Nota Fiscal Fácil.

O que é a Inscrição Estadual de uma empresa?

A Inscrição Estadual, IE, é um número disponibilizado pela Secretaria da Fazenda (SEFAZ) no estado em que uma inscrição é realizada. Semelhante a um CNPJ, o número da Inscrição Estadual opera em função da legalidade de uma empresa ou negócio perante a Receita Federal.

A IE, por sua vez, não é obrigatória em todos os casos, mas falaremos mais sobre o assunto nos tópicos abaixo. Fique por dentro!

E para que serve a Inscrição Estadual?

Em poucas palavras, a Inscrição Estadual serve como um registro de contribuição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) preservado pela Receita Federal. É a partir dessa inscrição que um proprietário pode ter registro oficial sobre sua empresa.

Na prática, a IE funciona como recolhimento do imposto sobre a Nota Fiscal de Produto (NF-e), regularizando, assim, um negócio diante da Receita Federal.

Inscrição Estadual ou Municipal? Qual a diferença?

Como o próprio nome sugere, a Inscrição Estadual está relacionada às obrigações estaduais, enquanto a Inscrição Municipal, à cidade em que uma empresa está inserida. Mas as diferenças não param por aí. Como já mencionamos acima, a IE serve para recolher o ICMS sobre a Nota Fiscal de um produto, o que não acontece com as Inscrições Municipais. Nestes casos, há o recolhimento do Imposto Sobre Serviços (ISS), como obrigatoriedade do próprio município.

Dessa forma, se sua empresa presta algum tipo de serviço, seja online ou presencial, é necessário que você também esteja por dentro da Inscrição Municipal da sua cidade. Se sua empresa vende serviços e produtos, você precisará dos dois registros.

Empresas e negócios isentos de IE

Mas afinal, quais negócios são isentos de IE? As empresas que não precisam se preocupar com o registro são justamente aquelas que não possuem entrega de materiais físicos aos compradores, como empresas prestadoras de serviços e plataformas digitais de venda de cursos e aulas online.

Mas lembre-se: a isenção de Inscrição Estadual não desconsidera a necessidade da Inscrição Municipal, se você não entrega produtos, mas vende qualquer tipo de serviços, deverá se preocupar com o registro no seu município.

Para além desses casos, toda organização que se enquadrar nas seguintes categorias: indústria, varejo, atacado, comércio e e-commerces, deverá ter o devido recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sem exceção.

MEI está isento de Inscrição Estadual?

Os microempreendedores não precisam de Inscrição Estadual caso seu trabalho esteja limitado a serviços, por outro lado, se o MEI funcionar por meio de comércio e entrega de mercadorias, deverá ter o recolhimento do ICMS. Os Microempreendedores Individuais com prestação de serviço deverão ter a Inscrição Municipal e emissão da Nota Fiscal de Serviço (NFS-e).

Como adquirir o registro?

As etapas para adequação da Inscrição Estadual são simples: você terá, primeiramente, que acessar o site do SEFAZ do estado em que sua empresa está localizada. A partir daí, o site te indicará uma página para inserção dos registros necessários. De maneira geral, você precisará dos seguintes documentos:

  • Registro Geral (RG);
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • e-mail;
  • registro em imagens do estabelecimento em questão;
  • comprovante de residência da empresa;
  • alvará válido de funcionamento;
  • Certificado de Microempreendedor Individual.

Apesar dessas informações se repetirem na maioria dos cadastros, cada estado possui suas próprias burocracias acerca das etapas para validação do registro. Além disso, o prazo para efetivação da IE varia por unidade federativa, mas dificilmente passa de 1 mês. Há, ainda, lugares em que o prazo é de menos de 10 dias úteis.

Se sua empresa se enquadra nas obrigatoriedades da Inscrição Estadual, vendendo produtos físicos, seja online ou presencial, esse é o momento de correr atrás do seu registro e adequar seu negócio oficialmente a Receita Federal, para tanto, não é complicado, basta se atentar ao processo que mencionamos acima.

E aí, gostou do nosso conteúdo? Já sabe o que é Inscrição Estadual e para que serve? Não deixe de conferir nossas outras publicações do blog e ficar por dentro de novas informações.

Veja também: Planejamento tribuário – O que é, para que serve e o que você precisa saber sobre o tema.

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O que é DIRF: como ela funciona e quem deve entregar

por Equipe de Conteúdo

A Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte, ou como é mais conhecida, DIRF, faz parte da lista de documentos fiscais que devem ser preenchidos e enviados anualmente por empresas e pessoas físicas em determinadas condições. Não entregar essa declaração pode ser considerado com sonegação fiscal, gerando problemas com o fisco.

Algumas pessoas jurídicas são obrigadas pelo Estado a fornecer essa prestação de contas para não correr o risco de cair na malha fina ou ter outras complicações financeiras e jurídicas. Essa obrigação também pode incluir pessoas físicas que se encaixem nos parâmetros da Receita Federal.

Acompanhe o nosso blog e saiba quem é obrigado a emitir essa nota e como fazer isso de forma simples e o mais descomplicado possível. Vamos lá?

O que é DIRF, a declaração do que é retido na fonte?

Devendo ser emitida pelas fontes responsáveis pelo pagamento, esse documento é uma forma de notificar e inteirar a Receita dos valores relacionados ao Imposto e Renda (IR), que possam ter sido “segurados” ou contidos em relação a pagamentos de contribuições sociais.

Entre essas contribuições estão incluídas a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, também chamada de Cofins, e o PIS, o Programa de Integração Social promovido pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

O objetivo maior dessa nota é manter a Receita informada e registrar o pagamento de tributos que são coletados automaticamente. Dessa forma, sua prática fiscal não será vista como uma forma de sonegação tributária. Viu como é importante?

 

Portanto, agora que ficou mais fácil entender o que é esse registro fiscal, vamos prosseguir para descobrir se você ou a sua empresa faz parte do grupo que deve informar aos órgãos públicos sobre tais aspectos financeiros.

Saiba quem é obrigado a emitir esse documento

Como já foi mencionado acima, existe um público específico que precisa, impreterivelmente, entregar e confirmar os dados necessários. A regras tendem a ser sempre as mesmas e o “Leão” publica as informações e regras sobre a DIRF todos os anos, sem falha.

As pessoas jurídicas e físicas que, ao longo do período avaliado, pertençam aos seguintes grupos, devem preencher a Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte. Confira a lista logo abaixo:

  • pessoas jurídicas de direito público e com fundos públicos que estejam relacionados ao art. 71 da Lei nº 4320/6;
  • empresas públicas;
  • empresas privadas que possuam sede no Brasil ou filiais que representem pessoas jurídicas sediadas no exterior;
  • titulares de serviços de registros e notariais;
  • organizações individuais;
  • instituições que façam trabalho de administração de investimentos ou de fundos monetários; e
  • sindicatos ou associações relacionadas a empregados ou com foco em empregadores.

Além disso, mesmo que não haja retenção do Imposto de Renda na Fonte, os seguintes grupos ainda permanecem obrigados a declarar e entregar a DIRF:

  • transações, pagamentos, remessas, aluguéis, royalties e etc, feitos por pessoas físicas ou jurídicas que residam no Brasil destinados a residentes internacionais, sejam eles também, pessoas físicas ou jurídicas, devem aparecer contabilizados; e
  • candidatos a posições de caráter eletivo, tanto para o cargo titular, quanto para vices.

O site da Receita traz as informações referentes à DIRF com detalhes sobre cada situação geral que estamos citando. Por isso, caso a situação seja um pouco mais específica ou você esteja interessado em saber mais a fundo, é possível acessar mais dados e elementos através do Manual da DIRF, o Mafon, que é publicado e atualizado anualmente.

Uma isenção específica e que caracteriza dispensa é a retenção sobre valores de imposto “…sobre a renda na fonte de valor igual ou inferior a R$ 10,00 (dez reais), incidente sobre rendimentos que devam integrar a base de cálculo do imposto devido na Declaração de Ajuste Anual das pessoas físicas, bem como o imposto devido pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado”¹.

Quando emitir a sua declaração

O prazo de emissão da geralmente vai até os últimos dias de fevereiro, variando conforme o ano-calendário, por isso a importância de se manter atualizado e sempre conferir as datas que a Receita Federal disponibiliza em seu portal online.

A multa para atrasos é cobrada com um cálculo fracionado da quantia declarada no IR ou por meio de uma taxa de 2% ao mês. Pode ocorrer a imputação de multa, que pode ser de no mínimo R$200,00, no caso de empresas que operam com o Simples Nacional, pessoas jurídicas consideradas inativas e também para pessoas físicas. Em outros casos, a multa é ao menos R$500,00.

Como emitir a DIRF de forma correta

É possível preencher os dados de duas formas, manualmente ou importando as informações necessárias através de um software de gestão financeira, caso você utilize algum na sua empresa.

Primeiramente, é necessário acessar o site da RF e baixar o Programa Gerador de Declarações. Fique atento! O uso de certificado digital é expressamente obrigatório, exceto para os negócios que optaram pelo Simples Nacional. Depois de instalar o programa inicie-o e leia as mudanças e updates da versão mais recente e depois, clique em “nova declaração” para começar.

A plataforma tem comandos fáceis de acompanhar e identificar. Preencha suas informações, envie e acompanhe seu documento na página de processamento do governo. Nesse local é possível acompanhar o andamento da entrega, verificar intimações e notificações, além de regularizar pendências.

Prontinho! Com essas informações você pode emitir e acompanhar sua DIRF e não perder nenhum prazo. Então fique atento às datas e sempre procure o Leão caso haja algum problema na entrega ou seja necessário retificar ou enviar depois do prazo. Mantenha suas atividades fiscais e planejamento tributário em dia com as dicas no nosso blog e descubra como facilitar ainda mais os processos de controle e organização da sua empresa.

¹Disponível em: BRASIL. Ministério da Economia. Secretaria Especial da Receita Federal. Mafon 2020. Publicado em: 06/10/2021. Disponível em: <https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/manuais/dirf/mafon-2020/view>

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Planejamento tributário – o que você precisa saber!

por Equipe de Conteúdo

A importância do planejamento tributário é o que aproxima pequenos negócios da mentalidade de grandes empresas. Afinal, com o controle efetivo de impostos e obrigações legais, os empresários evitam o pagamento de multas e problemas com o Fisco.

Apesar de um panorama de simples compreensão, uma pesquisa realizada na Universidade Federal do Ceará apresenta o quanto este planejamento é uma ferramenta empresarial estratégica, mas não é devidamente praticada em solo brasileiro. Caso você tenha um negócio e deseja aprofundar mais a compreensão do assunto, a UNIMAKE preparou um conteúdo completo para a sua empresa.

No artigo de hoje você irá conferir os seguintes tópicos:

  1. O que é o planejamento tributário?
  2. Por que é necessário fazer um bom planejamento tributário?
  3. Como realizar o planejamento tributário?
  4. Planejamento tributário é feito apenas por especialistas?
  5. As principais vantagens de um planejamento tributário.

Entenda também: como o fluxo de caixa contribui com a gestão financeira da sua empresa

O que é o planejamento tributário?

O planejamento tributário, como popularmente é chamada a elisão fiscal, é a junção de estratégias, pesquisas e boas práticas empresariais que visam, nos termos das leis, diminuir os tributos que as empresas pagam periodicamente.

Inicialmente proposto por especialistas em tributos, atualmente, o planejamento de tributos é primordial entre gestores interessados na redução de gastos empresariais. Desta forma, toda a organização é beneficiada com as reduções fiscais.

Para isso, vale destacar o caráter legal de todo planejamento tributário: confira na sequência a importância desta prática!

Por que é necessário fazer um bom planejamento tributário?

Ao contrário do que boa parte do senso comum supõe, a importância de um planejamento tributário efetivo atinge empresas em diversos alcances e segmentos. Como evidência, gestores de micro e pequenas empresas relatam ter problemas em solucionar questões de tributos – muitos deles iniciados logo na abertura do negócio e pagamento dos primeiros impostos.

Logo, os principais pontos positivos de um planejamento estratégico são:

  • maior economia;
  • melhora a segurança;
  • vantagens na competitividade.

Maior economia aliado a redução de gastos

Um dos principais destaques do planejamento tributário eficiente é o corte dos gastos empresariais. Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a tributação sobre a renda empresarial brasileira, é uma das mais caras em todo o mundo.

Logo, os efeitos positivos da redução fiscal nas alíquotas dos tributos, tornam o planejamento uma boa estratégia entre os gestores brasileiros. Além disso, as vantagens relacionadas a melhor competitividade e segurança são outros fatores primordiais.

Apriomora a segurança interna

O bom planejamento tributário resulta em diversos benefícios, mas também funciona de maneira preventiva, pois evita perdas e falhas contábeis posteriores a sua prática. Desta forma, fica acessível prevenir multas fiscais ou sonegação de impostos.

Vantagens na competitividade

Além da economia e segurança que despontam entre as maiores importâncias do planejamento tributário, a melhor competitividade no mercado também é um destaque que a UNIMAKE ressalta. Afinal, empresas que poupam mais, também são capazes de investir capital em ferramentas como um bom Sistema ERP, e sair na frente da concorrência.

Como realizar o planejamento tributário?

Existem diversos tópicos essenciais que o seu planejamento tributário deve abordar. Para que a sua empresa cumpra com o propósito e alcance os resultados positivos listados acima, é preciso estar atento:

  1. coleta de informações e dados;
  2. enquadramento da natureza jurídica;
  3. análise do regime tributário;
  4. definição de datas.

Você também pode conferir: plano de ação 5W2H, a metodologia que irá ajudar o seu empreendimento!

1. Coleta dos dados

A coleta de dados como o segmento, alcance e estrutura empresarial são importantes na definição do plano tributário. Afinal, a maneira como o negócio é enquadrado e as atividades desempenhadas definem os tributos pagos. Informações como modalidade da empresa e mercadoria produzida ou comercializada, influenciam de forma direta os gastos tributários.

2. Natureza jurídica

O segmento legal da empresa é caracterizado pela sua natureza jurídica. No mercado existem dezenas de enquadramentos disponíveis, entre eles, a UNIMAKE destaca alguns como:

  • LTDA: Sociedade Limitada;
  • Sociedade Anônima;
  • EI: Empresário Individual;
  • Sociedade Mista;
  • Cooperativa;
  • ME: Microempresa;
  • EPP: Empresa de Pequeno Porte;
  • MEI: Microempreendedor Individual.

3. Regime tributário

Logo após a natureza jurídica definida, o regime tributário contribui com o recolhimento efetivo dos impostos. Aqui as empresas devem reter atenção, pois os regimes vigentes no Brasil influenciam – e muito – nos valores praticados nos tributos. Veja mais:

Simples Nacional

O Simples Nacional é o imposto responsável por unificar e tornar mais simples o pagamento de tributos. O regime é destinado para pequenas e micro empresas, e segundo especialistas em Contabilidade e Finanças, é um dos maiores responsáveis pelas reduções ficais em termos legais no Brasil.

Lucro Real

O Lucro Real é o regime tributário responsável por calcular a base de impostos para empresas que faturam mais que R$78 milhões anualmente.

4. Datas e metas

Eis um dos tópicos essenciais para as empresas que realizam o planejamento tributário de forma coesa. Após as definições citadas acima, é importante definir as datas para início e conclusão do plano, assim como para a realização de cada tarefa estabelecida.

Para que o pagamento de todos os tributos seja realizado no cronograma definido, ferramentas de gestão financeira são bem-vindas. Portanto, invista em um sistema para o controle devido dos impostos outras saídas empresariais.

O planejamento tributário é feito apenas por especialistas?

O planejamento tributário é fundamental nas empresas de diversos portes e segmentos. Desta forma, atualmente não apenas contadores e juristas são responsáveis pelo planejamento coeso, gestores e empresários também são responsáveis pela tarefa.

Desta forma, a conquista dos pontos positivos elencados acima, é feita em concordância com os demais departamentos empresariais, e não somente aqueles destinados às finanças e termos legais. Por fim, saiba as vantagens do planejamento tributário.

Vantagens de um planejamento tributário

Os pontos positivos do planejamento tributário contribuem com o crescimento econômico e de gestão financeira de micro, pequena, médias e grandes empresas. Desde a abertura do CNPJ, até o gerenciamento das finanças ao longo dos meses, planejar de maneira eficiente os tributos contribui também para:

  • reduzir os custos empresariais;
  • evitar multas fiscais;
  • influencia no crescimento da empresa;
  • possibilita um orçamento eficiente;
  • apresenta um regime tributário com os impostos devidos;
  • antecipa cenários que a empresa pode enfrentar.

Gostou de conhecer a importância do planejamento tributário no seu negócio? Então, siga acompanhando nossos conteúdos que preparamos semanalmente para a sua empresa aqui no blog. Além disso, envie o artigo para sócios interessados no assunto.

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NFF – Tudo o que você precisa saber sobre Nota Fiscal Fácil!

por Equipe de Conteúdo

Ter uma empresa ou abrir um negócio é sinônimo de estar atento às obrigações legais. Desta forma, não basta ter consciência destas responsabilidades, mas efetuar mudanças para maior organização das informações. Dentre as obrigatoriedades empresariais, o envio dos dados relacionados ao faturamento para o Fisco é destacado.

Entretanto, diversas empresas brasileiras enfrentam problemas com a Receita Federal por erros na NFF – a Nota Fiscal Fácil. Criada para a facilitação do acesso aos documentos fiscais, algumas dúvidas ainda pairam sobre o assunto entre gestores e empresários.

Deseja saber os detalhes do que é a Nota Fiscal e como evitar as principais falhas na emissão do documento? Então, confira o artigo completo que a UNIMAKE preparou para você, logo na sequência.

  1. O que é a Nota Fiscal Fácil?
  2. Por que a NFF é importante?
  3. Conheça os Benefícios da NFF!
  4. Quem precisa usar a Nota Fiscal Fácil?
  5. Guia completo do Sistema Nota Fiscal Fácil.

O que é a Nota Fiscal Fácil?

A NFF – Nota Fiscal Fácil foi criada pelo CONFAZ, o Conselho Nacional de Política Fazendária em 2019. O documento fiscal tem como objetivo simplificar alguns processos na emissão dos documentos fiscais eletrônicos.

 

Portal Nacional da NFF divulga que, entre as principais funções da NFF, os pequenos e micro empresários são favorecidos com informações nas vendas de produtos e prestação de serviços. Agora que você sabe o que é a NFF, entenda a importância do documento.

Por que a NFF é importante?

Uma das principais razões para a criação da Nota Fiscal Fácil, é que muitos empresários brasileiros preenchem de maneira equivocada os documentos fiscais eletrônicos – o que, com frequência, ocasiona multas e outras penalidades fiscais.

Para simplificar a rotina das micro e pequenas empresas, a Nota Fiscal Eletrônica é importante para a regulamentação do comércio de mercadorias e serviços como transporte. Para facilitar a compreensão, elencamos alguns benefícios da NFF:

Conheça os Benefícios da NFF

A NFF é um documento fiscal que facilita rotinas de pequenos empresários, e desde a criação pelo CONFAZ, o Conselho Nacional de Política Fazendária, contribui com diversos benefícios empresariais, auxiliando a desafogar gastos.

Outro ponto positivo da Nota Fiscal Fácil é a emissão digital, diminuindo despesas com papéis e impressões dos documentos. Para acessá-la, basta o acesso online do Portal da Nota Fiscal Fácil. Dentre os destaques da NFF, elencamos:

  • app para emissão dos documento sob cuidados do Fisco;
  • visualização facilitada, basta acessar do celular;
  • documentos para fiscalização acessível e com poucos campos para preenchimento;
  • documento digital sem impressão obrigatória, portanto, a consulta é realizada no Portal da Nota Fiscal Fácil.

Confira também: Como saber se caí na malha fina? A Unimake responde!

Quem pode usar a Nota Fiscal Fácil?

A utilização da NFF contribui com a rotina de diversos micro empreendimentos no Brasil. Entretanto, os regimes especiais devem seguir alguns critérios, e para ajudar na compreensão, listamos quem pode utilizar a Nota Fiscal Fácil:

 

  1. os produtores primários, contribuintes eventuais e não contribuintes devem utilizar a Nota Fiscal Eletrônica – a NFe;
  2. quem vende para consumidores finais de maneira presencial, deve emitir a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – a NFCe;
  3. os TAC, transportadores rodoviários autônomos, devem conhecer o CTe e MDFe.

Ao fazer o cadastro no Portal Nacional da Nota Fiscal Fácil, o usuário deve informar o CPF, e o Sistema da Secretaria da Fazenda informa se o documento está habilitado para a emissão da NFF. Na sequência listamos algumas dicas para este processo.

Guia completo do Sistema Nota Fiscal Fácil

Para contribuintes que, segundo os parâmetros elencados acima, estão aptos para a utilização da Nota Fiscal Fácil, o direcionamento inicial é realizar o download do aplicativo da Nota Fiscal Fácil no smartphone com chip telefônico.

Elencamos o passo a passo simplificado logo abaixo:

  • Baixe o app da NFF no celular;
  • Faça o cadastro;
  • Emita os documentos fiscais.

1. Baixe o app da NFF no celular

O app da Nota Fiscal Fácil possui download para celulares IOS e Android, além disso, os usuários têm fácil acesso à loja de aplicativo. Basta abrir a loja do sistema operacional e baixar o aplicativo da NFF no seu smarthphone.

2. Faça o cadastro no app da NFF

Logo após realizar o download do aplicativo, é necessário que o cadastro seja realizado, contando para isso, com o número de CPF na senha. Outra exigência é a utilização de um número móvel habilitado, pois através dele serão feitas as aprovações do cadastro. Além do cadastro no aplicativo e credenciais com o CPF, vale destacar que:

  • cada smartphone possui permissão de um mesmo CPF;
  • se em um mesmo aparelho são credenciados dois ou mais documentos de pessoa física, apenas o último credenciado é válido, sendo os anteriores invalidados;
  • um mesmo cadastro de pessoa física pode ser cadastrado em diversos celulares;
  • o Portal Nacional da Nota Fiscal Fácil sincroniza os smartphones com login.

3. Emita os documentos fiscais

Agora que você possui o número cadastrado, o app da NFF disponibiliza a emissão dos documentos eletrônicos essenciais para as rotinas empresariais. Entretanto, esteja atendo aos seguintes critérios:

  • escolha a operação ideal para ser realizada: serviço de transporte ou circulação de mercadoria;
  • forneça as informações do destinatário do documento;
  • informe as informações requeridas no app.

Preencher a totalidade dos dados deve respeitar o código de barras que o aparelho realiza do documento fiscal de origem, a exemplo da leitura do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, o DANFe.

Na sequência do cadastro, a emissão é requerida e os dados enviados para a Secretaria da Fazenda, a SEFAZ, que realiza a autorização do documento. Por fim, o acesso é disponibilizado através de um link por WhatsApp, correio eletrônico ou SMS.

Você pode conferir: Automação de processos para gestão de NFes – entenda o assunto

Gostou de conhecer o que é a Nota Fiscal Fácil, quem pode emiti-la e quais os benefícios com a utilização do documento fiscal? Então, siga por dentro dos conteúdos que a UNIMAKE desenvolve semanalmente para a sua empresa aqui no Blog. Além disso, compartilhe com amigos e sócios interessados no assunto.

Até a próxima conversa!

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Afinal, como saber se caí na malha fina? A Unimake responde!

por Equipe de Conteúdo

Atualmente, empresas de médio e grande porte enfrentam desafios relacionados a descentralização de decisões e prestações fiscais. Não raramente, pequenos empresários também relatam dificuldades em acompanhar todas as rotinas empresariais.

A malha fiscal, popularmente conhecida como malha fina, é um ótimo exemplo disso. Como sabemos, as empresas devem prestar a Declaração de Imposto de Renda, instância analisada pela Receita Federal brasileira, na qual são averiguadas todas as informações descritas. Caso existam diferenças entre a declaração e dados de terceiros, uma análise mais detalhada é requerida.

Deseja saber se caiu na malha fina da Receita? Então, siga com a UNIMAKE e descubra como receber a sua restituição do fisco!

O que é malha fina?

Cair na malha fina, popularmente conhecida como malha fiscal, é quando a declaração do Imposto de Renda é confiscada para análises mais profundas. Nesta ocasião, a Receita Federal analisa com detalhes declarações, informações incompletas ou com ambiguidade.

Além disso, a malha fiscal também é requerida em casos com suspeitas de fraude. Outros motivos também surgem como as principais razões para que os contribuintes caiam na malha fina. Fique por dentro de algumas razões e corrija-as quanto antes:

  • falhas na digitação dos documentos;
  • declaração de valores incorretos;
  • ausência de rendimentos declarados;
  • falta ou erros nas informações cadastrais;
  • falha na inclusão de dependentes ou ausência de rendimentos declarados;
  • informações ambíguas ou diferentes da fonte financiadora.

Fique atento ao preenchimento da declaração de Imposto de Renda realizada anualmente, e principalmente, não caia nos erros descritos acima. Se você está se perguntando “como saber se cai na malha fina?”, a UNIMAKE responde logo na sequência.

Conheça o Gestor na Mão: o aplicativo de celular para gestão empresarial.

Como descobrir se caí na malha fina?

Muitos gestores nos perguntam como saber se caíram na malha fiscal. Desde empresários até outros declarantes, com frequência são detectados erros na declaração do Imposto de Renda. Agora que sabemos as principais razões, veja o que fazer nessas horas.

Caso você não tenha recebido a restituição do Imposto declarado, prontamente acesse o e-CAC, o portal da Receita Federal. Lá você monitora o estado da declaração, antes mesmo da data limite para a restituição do valor. Entenda todo o processo:

  1. realize o login utilizando a senha cadastrada ou o código de acesso único;
  2. localize “Meu Imposto de Renda” entre as abas na página;
  3. acesse “Extrato do Processamento da DIRPF”;
  4. posteriormente, entre em “Processamento”;
  5. na sequência, clique em “Pendência de Malha”;
  6. neste momento, todas as pendências irão aparecer listadas.

Caso não existam pendências em lista, você não caiu na malha fina. Agora, se a sua intenção é saber como driblar esta situação e evitar estas falhas, nós preparamos um tópico completo logo abaixo.

Controle Financeiro Empresarial: entenda a importância!

Como evitar cair na malha fiscal?

Para driblar a malha fina, os empresários devem estar atentos às boas práticas de gestão. Desde os princípios básicos de organização de documentos, até mesmo a centralização das informações em um mesmo sistema, a UNIMAKE preparou tópicos que vão ajudar você a lidar melhor com a malha fiscal:

1. Discordância nos informes de rendimentos

Documento fundamental para empresas em diversos segmentos, o informe de rendimentos declara quais foram os valores gastos pelo declarante no período analisado. Para declarar o seu informe, o banco de dados da Receita Federal viabiliza as informações.

Caiu na malha fina, e na declaração consta diferenças nos informes de rendimento? Procure agendar horário com a Receita, e com os documentos emitidos pela corretora ou banco, regularize a situação fiscal.

2. Erros de digitação

Os erros de digitação são uma das causas mais comuns que levam as pessoas a cair na malha do Fisco. Portanto, antes de enviar a sua declaração para a Receita Federal, revise os dados inscritos, bem como, esteja atento se eles estão completos. Caso você receba esta notificação, saiba que regularizá-la é um processo simples. Mas esteja atento com as datas limites para evitar multas.

3. Omissão de informações

Nesse tópico, a declaração correta de recebimento de pensões, aluguéis e renda de dependentes é essencial para quem desejar não ter problemas com o Fisco. Quando existem omissões nos comprovantes de renda, a Receita Federal realiza uma notificação ao declarante, que deverá prestar declarações de maneira presencial.

Já no caso dos aluguéis, caso o pagamento é feito de maneira direta ao declarante, o valor deve ser declarado à Receita Federal, através do e-CAC. Caso o intermediário seja uma imobiliária, os rendimentos devem ser comprovados com informes.

4. Inclusão de dependentes

Essa é uma das causas mais frequentes dos declarantes divorciados que caem na malha. Apenas quem possui a guarda da criança deve declará-la como sua dependente. Já quem paga pensão, pode declarar os filhos como alimentandos.

Como saber se caiu na malha fina da Receita nestes casos? Caso esse seja o seu motivo, apresente ao Fisco os documentos que comprovem a guarda ou pagamento de pensões.

Como isso pode prejudicar o empreendedor?

Cair na malha fiscal prejudica o departamento financeiro das empresas, afinal de contas, as multas que advêm destas práticas poderiam ser substituídas por investimentos lucrativos a médio e longo prazo. Além disso, a prática também sinaliza uma desorganização dos documentos e informações descentralizadas, um fator crítico em diversos empreendimentos.

Logo, encontrar ferramentas para o gerenciamento empresarial é essencial para a saúde das finanças de todo empreendedor de sucesso, e disso, a UNIMAKE entende bem, não é mesmo?

Veja também: a importância de escolher um sistema de gestão para sua empresa

Gostou de conhecer o que é a malha fina e de que formas não cair nela? Então, siga acompanhando os conteúdos que a UNIMAKE prepara semanalmente aqui no Blog. Além do mais, compartilhe com amigos e parceiros de negócios interessados no assunto.

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ERP para Varejo – Entenda sua importância e vantagens!

por Equipe de Conteúdo

ERP varejo, você sabe o que significa e como funciona? Atualmente, definir o sucesso de uma empresa varejista vai muito além de observar os lucros ao final do mês. O mercado a cada dia mais apresenta novas propostas de negócio, e ter o controle de gastos, investimentos e relacionamentos são diferenciais decisivos.

Neste cenário, o Sistema ERP para Varejo surge como uma ferramenta essencial para uma administração inteligente de recursos, característica que destaca empreendedores de sucesso.

Deseja aprender o que é o ERP para Varejo e qual o melhor sistema? Então, siga com a Unimake na leitura do artigo!

Confira também: 7 motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

O que é o ERP para Varejo?

O Sistema ERP – da língua inglesa, Enterprise Resource Planning, ou ainda, o Sistema de Gestão Empresarial, é uma ferramenta desenvolvida para a integração dos setores empresariais. O software centraliza e coleta os dados gerados, fomentando desta forma, informações para as rotinas de trabalho.

Quando o Sistema ERP é destinado para o Varejo, o software é desenvolvido especialmente para os processos destas empresas, sistema integrado com diversos segmentos, visando maior organização, controle de informações e também de resultados.

Veja como funciona o ERP para Varejo e o que considerar ao escolher o seu.

Ah! Fique por dentro também do nosso post sobre as 5 vantagens que a Business Intelligence vai trazer para sua empresa.

De que forma funciona o Sistema ERP no Varejo?

Pesquisas da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, a SBVC, apontam para o crescimento das vendas no Varejo mesmo em tempos de crise. Desta maneira, empresários do ramo investem em ferramentas que auxiliam a controlar o fluxo, além de gerir com precisão os recursos utilizados nos negócios.

O Sistema ERP para o Varejo é uma destas soluções que agregam decisões rápidas, conexão com diferentes setores em uma empresa, bem como, a comunicação efetiva entre clientes e fornecedores. Para isso, o software deve centralizar os dados e informações empresariais, além de dispor de algumas funcionalidades que otimizam tempo e esforços. Veja sobre elas:

  • gerenciamento de entradas e saídas;
  • maior controle de estoque;
  • integração com e-commerce.

Na gestão de entradas e saídas

O Sistema ERP para Varejo auxilia na organização e acompanhamento das vendas. Mas a ferramenta vai além, pois também contribui com o controle financeiro das entradas e saídas na empresa. Desta maneira, os dados são centralizados, oferecendo aos gestores o armazenamento de notas ficais, pedidos, gastos e entradas em um dado período.

Veja mais: Fluxo de caixa ajuda a guiar a gestão financeira das empresas

No controle de estoque

No Sistema ERP a gestão do estoque é um dos maiores benefícios oferecidos. Como sabemos, o gerenciamento eficiente do estoque é essencial para manter a saúde financeira da empresa em dia. Identificação de produtos em alta, falta de mercadoria para as vendas, itens próximos ao vencimento, este são alguns dos muitos momentos que o controle de estoque é decisivo.

Saiba também: O que é gestão de estoque e o que você precisa saber sobre o assunto.

Na integração com e-commerce

Anteriormente, a Unimake frisou a funcionalidade de centralizar informações que o Sistema ERP oferece. Além desta centralização que otimiza esforços, com o software é possível integrar empresas com e-commerce, a loja virtual.

Com a integração, os lucros são maximizados e o alcance das vendas favorecido – diversos cases de sucesso com negócios no varejo defendem o uso do software de gerenciamento para fortalecer alcances empresariais. Garanta a melhor opção!

Mas afinal, qual o melhor ERP para Varejo?

O melhor Sistema ERP para varejo é o Único ERP para Varejo. Com ele, tarefas como controle de vendas e entregas futuras, agilidade nos processos de comercialização e administração das comissões são centralizadas e geridas em tempo real.

Além disso, a Unimake também destaca em relação ao ERP para Varejo:

 

  • Possibilidade de manusear produtos pelo código de barras.
  • Localizar produtos no estoque.
  • Administração do estoque máximo e mínimo.
  • Análise de crédito do cliente.
  • Cuidado com cheques pré-datados e acesso de usuários.
  • Gerenciamento de caixa e controle de contas.

Lembre-se: um ERP especializado em Varejo consegue potencializar as vendas, bons relacionamentos com clientes, fornecedores e o desempenho das empresas. Há décadas atrás, os Sistemas ERP eram genéricos, o que dificultava a centralização das informações e oferta de ferramentas úteis para as rotinas empresariais.

Atualmente, Sistemas como o Único ERP suprem as necessidades que administradores buscam em um software de gestão inteligente. Afinal de contas, quando direcionado ao segmento ideal, as potencialidades do programa são utilizadas, possibilitando um controle de funções eficientes e direcionado para as necessidades específicas das empresas.

Gostou de conhecer com detalhes o que é o ERP para Varejo e qual a melhor opção deste software no mercado? Então, siga por dentro das novidades que a Unimake prepara semanalmente para você aqui no Blog. Preparamos artigos completos para você e o seu negócio. Até o próximo!

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Automação de processos para gestão de NFes – entenda o assunto!

por Equipe de Conteúdo

Afinal, você sabe o que é e como funciona a automação de processos na prática?!

Grandes desafios exigem amplas escolhas, e como prova desta máxima, a gestão empresarial surge como um dos maiores desafios enfrentados por administradores em diversos segmentos. Atualmente, os setores de uma empresa crescem, a medida que as demandas e exigências acompanham a evolução dos lucros.

Neste cenário guiado por desafios, a automação de processos desenvolveu-se como uma ferramenta decisiva para o sucesso. Mas acredite, antes desta decisão, muitos gestores enfrentam períodos de dúvidas e questionamentos quanto o gerenciamento de estoque, documentos e relações com clientes, parceiros e fornecedores.

Deseja entender mais sobre o assunto e tomar decisões assertivas dentro da sua empresa? Então, confira o artigo completo que a UNIMAKE preparou para você e o seu negócio. Entenda a automação de processos para gestão de NFes na sequência.

Veja também: os principais motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

Você sabe o que é uma NFe?

A NFe, como é conhecida a Nota Fiscal Eletrônica, é um documento lançado pelo Sistema Público de Escrituração Digital, o SPED, que desde o ano 2008, determina a emissão de NFes para empresas em diversos segmentos ou alcances. Neste sentido, vale destacar que o MEI, o Microempreendedor Individual, está isento da emissão da NFe em alguns casos.

Qual a importância do gerenciamento da Nota Fiscal Eletrônica?

Como a UNIMAKE destaca, a emissão da Nota Fiscal Eletrônica é obrigatória para as empresas brasileiras, e ainda que o consumidor não a solicite, ela deve ser emitida. Portanto, o investimento em automação de processos para gestão de NFes é prioridade para empresários que almejam crescimentos com um bom preparo e gerenciamento coeso de decisões.

Com frequência encontramos o argumento que, para investir em uma boa ferramenta de automação processual, apenas as empresas de médio e grande porte conseguem aportar. Entretanto, existe no mercado opções de sistemas acessíveis e com desempenhos acima da média, o que cobre investimentos, e ainda, conquistam margens de lucros interessantes.

Destacamos ainda, a importância da automatização na eliminação de multas, impressões de NFe, ajustes em trabalhos que exigem correções, controle de Notas Fiscais Eletrônicas emitidas por fornecedores e outras atividades mais. A estratégia de contingência, isto é, a ação que o sistema cumpre quando sites oficiais estão fora de operação, é essencial na gestão segura da NFe.

Como implementar o gerenciamento de NFes? Conheça as etapas

Antes das dicas que tornam a automação de processos uma estratégia acessível, vale mencionar que a adoção de ótimo softwares para a geração, distribuição e impressão de documentos como as Notas Ficais Eletrônicas. Com eles, os gestores e donos de empresa regatam um controle segura não apenas dos documentos, mas dos próprios processos e decisões empresariais.

Deseja conhecer maneiras para otimizar tempo e maiores investimentos nestas rotinas? Então, siga com a UNIMAKE neste conteúdo, pois logo abaixo elencamos algumas dicas essenciais.

1. A criação de rotinas empresariais

Gestores de projetos que são verdadeiros cases de sucesso são veementes, para a conquista de resultados satisfatórios, a criação de rotinas deve apoiar a automação de processos. Neste cenário, o conhecimento das demandas, bem como a ciência do caminho que deve ser trilhado e as rotinas estipuladas, são ações prioritárias em negócios de diferentes segmentos.

Para isso, as rotinas precisam incluir todas as áreas e setores da empresa – e não somente aquelas responsáveis por documentos como a Nota Fiscal Eletrônica. Eis aqui mais um argumento para a adoção de um bom sistema que centralize estes setores.

Saiba mais: UniNFe – Tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

2. Automatização de processos em prática

Assim como existem no mercado exemplos de sucesso, casos de gerenciamento descentralizado e arcaico são a prova da importância da automatização de processos, logo após a criação das rotinas corporativas. Especialistas em gestão de empresas apontam para o papel central dos sistemas de integração nesta organização.

Vale destacar que, apesar de o foco deste artigo mirar na gestão das NFes, as ferramentas de automatização apontam também para outras áreas e objetivos essenciais para todo empresário, isto é, a conquista de maiores lucros e a otimização de recursos.

E por falar em objetivos nobres, nós da UNIMAKE preparamos outro tópico fundamental logo na sequência: a segurança dos dados.

3. Armazenamento seguro e eficiente

Nas últimas décadas, os documentos eletrônicos trouxeram maior comodidade nas decisões e o corte de gastos com papeladas em escritórios em todo o Brasil. Entretanto, o cuidado com dados e o armazenamento de informações passaram a figurar entre as maiores preocupações de administradores.

Ao pensarmos em processos gerenciais, lidamos não apenas com os informes ou documentações da empresa, mas também com os dados de clientes, fornecedores e parceiros de negócio. E neste cenário, o sistema de integração auxilia com segurança, armazenando ainda, os documentos em períodos de 5 anos ou mais, conforme as exigências legais.

Automação de processos eficaz

Segundo pesquisas do IBGE, milhares de empresas fecham as portas logo após o primeiro ano de prestação de serviços. Os mesmos estudos são categóricos em afirmar, que a automação de processos é decisiva na saúde financeira de corporações.

Vale destacar também, que a utilização de documentos auxiliares como o DANFe, é um passo importante para a conquista destes processos. A Nota Fiscal Eletrônica é integrada por arquivo XML, o qual apresenta legitimidade jurídica, enquanto o DANFe é uma representação eficaz da NFe.

Gostou de conhecer o papel e a importância da automação de processos na conquista de ótimos resultados corporativos? Então, siga de olho nos conteúdos que a UNIMAKE prepara semanalmente para o seu negócio. Além disso, envie este artigo para sócios e parceiros interessados no assunto.

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ERP para Varejo – Entenda sua importância e vantagens!

por Equipe de Conteúdo

Atualmente, definir o sucesso de uma empresa varejista vai muito além de observar os lucros ao fim do mês. O mercado a cada dia mais, apresenta novas propostas de negócio, e ter o controle de gastos, investimentos e relacionamentos são diferenciais decisivos.

Neste cenário, o Sistema ERP para Varejo surge como uma ferramenta essencial para uma administração inteligente de recursos, característica que destaca empreendedores de sucesso.

Deseja aprender o que é o ERP para Varejo e qual o melhor sistema? Então, siga com a Unimake na leitura do artigo!

Confira também: 7 motivos para as empresas implantarem um sistema ERP

O que é o ERP para Varejo?

O Sistema ERP – da língua inglesa, Enterprise Resource Planning, ou ainda, o Sistema de Gestão Empresarial, é uma ferramenta desenvolvida para a integração dos setores empresariais. O software centraliza e coleta os dados gerados, fomentando desta forma, informações para as rotinas de trabalho.

Quando o Sistema ERP é destinado para o Varejo, o software é desenvolvido especialmente para os processos destas empresas, sistema integrado com diversos segmentos, visando maior organização, controle de informações e também de resultados.

Veja como funciona o ERP para Varejo e o que considerar ao escolher o seu.

Fique por dentro: 5 vantagens que a Business Intelligence vai trazer para sua empresa

De que forma funciona o Sistema ERP no Varejo?

Pesquisas da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, a SBVC, apontam para o crescimento das vendas no Varejo mesmo em tempos de crise. Desta maneira, empresários do ramo investem em ferramentas que auxiliam a controlar o fluxo, além de gerir com precisão os recursos utilizados nos negócios.

O Sistema ERP para o Varejo é uma destas soluções que agregam decisões rápidas, conexão com diferentes setores em uma empresa, bem como, a comunicação efetiva entre clientes e fornecedores. Para isso, o software deve centralizar os dados e informações empresariais, além de dispor de algumas funcionalidades que otimizam tempo e esforços. Veja sobre elas:

  • Gerenciamento de entradas e saídas.
  • Maior controle de estoque.
  • Integração com e-commerce.

Gestão de entradas e saídas

O Sistema ERP para Varejo auxilia na organização e acompanhamento das vendas. Mas a ferramenta vai além, pois também contribui com o controle financeiro das entradas e saídas na empresa. Desta maneira, os dados são centralizados, oferecendo aos gestores o armazenamento de notas ficais, pedidos, gastos e entradas em um dado período.

Veja mais: Fluxo de caixa ajuda a guiar a gestão financeira das empresas

Controle de estoque

No Sistema ERP a gestão do estoque é um dos maiores benefícios oferecidos. Como sabemos, o gerenciamento eficiente do estoque é essencial para manter a saúde financeira da empresa em dia. Identificação de produtos em alta, falta de mercadoria para as vendas, itens próximos ao vencimento, este são alguns dos muitos momentos que o controle de estoque é decisivo.

Saiba também: O que é gestão de estoque e o que você precisa saber sobre o assunto.

Integração com e-commerce

Anteriormente, a Unimake frisou a funcionalidade de centralizar informações que o Sistema ERP oferece. Além desta centralização que otimiza esforços, com o software é possível integrar empresas com e-commerce, a loja virtual.

Com a integração, os lucros são maximizados e o alcance das vendas favorecido – diversos cases de sucesso com negócios no varejo defendem o uso do software de gerenciamento para fortalecer alcances empresariais. Garanta a melhor opção!

Qual o melhor ERP para Varejo?

O melhor Sistema ERP para varejo é o Único ERP para Varejo. Com ele, tarefas como controle de vendas e entregas futuras, agilidade nos processos de comercialização e administração das comissões são centralizadas e geridas em tempo real.

Além disso, a Unimake também destaca em relação ao ERP para Varejo:

  • Possibilidade de manusear produtos pelo código de barras.
  • Localizar produtos no estoque.
  • Administração do estoque máximo e mínimo.
  • Análise de crédito do cliente.
  • Cuidado com cheques pré-datados e acesso de usuários.
  • Gerenciamento de caixa e controle de contas.

Lembre-se: um ERP especializado em Varejo consegue potencializar as vendas, bons relacionamentos com clientes, fornecedores e o desempenho das empresas. Há décadas atrás, os Sistemas ERP eram genéricos, o que dificultava a centralização das informações e oferta de ferramentas úteis para as rotinas empresariais.

Atualmente, Sistemas como o Único ERP suprem as necessidades que administradores buscam em um software de gestão inteligente. Afinal de contas, quando direcionado ao segmento ideal, as potencialidades do programa são utilizadas, possibilitando um controle de funções eficientes e direcionado para as necessidades específicas das empresas.

Gostou de conhecer com detalhes o que é o ERP para Varejo e qual a melhor opção deste software no mercado? Então, siga por dentro das novidades que a Unimake prepara semanalmente para você aqui no Blog. Preparamos artigos completos para você e o seu negócio.

Até o próximo!

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